J. Carlos
DEVERIAM TEREM SOLTADO O RESTO DA "GALERA DA PAPUDA".
Date: Thu, 9 Jun 2011 16:55:52 -0300
From: nelsonoab@uol.com.br
Subject: Battisti precisa de 'carta de recomendação' para ficar no País
To: undisclosed-recipients@smtps.uol.com.br
Battisti precisa de 'carta de recomendação' para ficar no País
Coitado do Batisti, agora êle precisa de uma carta de recomendação... Bem não deve ser assim tão dificil, que tal uma carta da Palocci Administração de Imoveis, ou o ressurgimento da Projeto Consultoria, afinal o italiano poderia ser consultor em atentados terroristas... ou um cargo público no governo federal, afinal se o Zé Genoino pode ser assesssor no Ministério da Defesa, um terrorista a mais será ótimo, além do mais é estrangeiro e com experiência no exterior... acho que a tal carta aparecerá ràpidamente, é questão de dias ou mesmo horas... Ou quem sabe o Imperador Ignácio I e Único não o contrate como Mestre de Cerimonias ou Mordomo?Battisti precisa de 'carta de recomendação' para ficar no PaísHoje às 13h46 - Atualizada hoje às 13h47 PUBLICIDADE
Brasília - Libertado na madrugada desta quinta-feira após uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), o ativista italiano Cesare Battisti agora luta para permanecer no Brasil. Ao deixar a penitenciária da Papuda, em Brasília, os advogados do italiano afirmaram que devem requerer, junto ao governo brasileiro, uma autorização de residência permanente para Battisti continuar no Brasil.
O requerimento deve seguir para o Ministério do Trabalho, onde o Conselho Nacional de Imigração da pasta delibera sobre o pedido. A autorização somente será concedida se os advogados apresentarem um documento comprovando que alguma empresa fixada no Brasil tem interesse em contratar Battisti.
Munido da "carta de recomendação", o italiano pode requerer a residência permanente ou temporária - enquanto durar o vínculo com a empresa que o contratar. Para decidir se Battisti fica ou não no Brasil, além da carta, o Ministério do Trabalho precisa de um parecer do Ministério da Justiça sobre o assunto.
Battisti deixa a prisão após a decisão do STF
Caso Battisti
Ex-integrante da organização de extrema-esquerda Proletários Armados pelo Comunismo (PAC), Cesare Battisti foi condenado pela Justiça italiana à prisão perpétua por quatro assassinatos, ocorridos no final da década de 1970. O italiano nega as acusações. Depois de preso, Battisti, considerado um terrorista pelo governo da Itália, fugiu e se refugiou na América Latina e na França, onde viveu exilado por mais de 10 anos, sob proteção de uma decisão do governo de François Miterrand. Quando o benefício foi cassado pelo então presidente Jacques Chirac, que determinou a extradição de Battisti à Itália, o ex-ativista fugiu para o Brasil em 2004. Encontrado, ele está preso no País desde 2007.
O então ministro da Justiça, Tarso Genro, sob o argumento de "fundado temor de perseguição", garantiu ao italiano o status de refugiado político, o que em tese poderia barrar o processo de extradição que o governo da Itália havia encaminhado à Suprema Corte brasileira. Ainda assim, o caso foi a julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) no final de 2009, quando os magistrados decidiram que o italiano deveria ser enviado a seu país de origem, mas teria de cumprir pena máxima de 30 anos de reclusão, e não prisão perpétua como definido pelo governo da Itália. Na mesma decisão, no entanto, os ministros definiram que cabe ao presidente da República a decisão final de extraditar ou confirmar o refúgio a Battisti.
No dia 31 de dezembro de 2010, último dia de seu governo, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu não extraditar Battisti à Itália, com base em parecer da Advocacia-Geral da União (AGU) que levantava suspeitas de que a ida do ex-ativista a seu país de origem poderia colocar em risco a sua vida. Segundo o documento, a repercussão do caso e o clamor popular tornariam o futuro de Battisti "incerto e de muita dificuldade" na Itália.
Três dias depois da decisão de Lula, a defesa de Battisti entrou com um pedido de soltura no STF, mas o governo italiano pediu ao Supremo o indeferimento da petição alegando "absoluta falta de apoio legal". Na ocasião, o presidente do STF, Cezar Peluso, negou a libertação imediata e determinou que os autos fossem encaminhados ao relator do caso, ministro Gilmar Mendes. No dia 3 de fevereiro, o governo italiano encaminhou STF um pedido de anulação da decisão de Lula, acusando-o de não cumprir os tratados bilaterais entre os dois países.
Os recursos foram julgados no dia 8 de junho de 2011. Primeiro, O plenário decidiu que o governo da Itália não tinha legitimidade para contestar a decisão de Lula. Em seguida, o STF determinou a liberdade imediata do italiano por entender que não cabe ao Supremo contestar a decisão "soberana" de um presidente da República. Com o fim da sessão, o alvará de soltura de Battisti foi encaminhado para a penitenciária da Papuda, em Brasília, de onde ele saiu nos primeiros minutos do dia 9 de junho, após quatro anos preso.
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