Re: Planalto ordena que governo, mídia e militares se calem sobre criação do de Estado indígena independente em RR

segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Meu Deus do céu,como um texto deste pode ter credibilidade com o cara que se chama SERRÃO,falando do lula como $talinácio?,nenhuma,vamos para mais um análise clara,o comite do Ricardo,que envia estes e-mails,esta preocupado em gerar mal estar entre o governo e os militares,pq eles perceberam q neste governo nunca os militares estiveram tão felizes,com um ministro da defesa forte,como o nelson jobim,com a criação do estado-maior das forças armadas brasileiras,com o lançamento do plano nacional de defesa,com aquisições de todos os armamentos necessários à nossa soberania,com transferencia de tecnologia e tudo mais,com o emprego das forças armadas nas obras do PAC, o exercito se tornou a maior "empreiteira" do brasil,pois o TCU,por razões obviamente politicas,dificultava a continuidade das obras licitadas!,então o governo resolveu empregar o exercito,pois não precisa de licitação,desta forma todos ganham!,o exercito ganha ativos,o governo economiza 20% nos custos totais,graças a mão de obra do exercito! e o PAC pode continuar com velocidade e sem sabotagens,pois bem,nunca na história deste país fomos tão soberanos,este comitê do serra é puro anti-patriotismo mesmo!

Em 9 de agosto de 2010 15:24, Ricardo SSobrinho <ricardossobrinho@hotmail.com> escreveu:
SERÁ  QUE  ELE ( O CHEFE ) TAMBÉM ESTÁ QUERENDO O PRESIDENTE DESTE NOVO PAÍS?  OU VAI COLOCAR  ALGUM ÍNDIO  COMO  POSTE.
 

From: pakaas@brturbo.com.br
To: ;
Subject: Planalto ordena que governo, mídia e militares se calem sobre criação do de Estado indígena independente em RR
Date: Mon, 9 Aug 2010 14:04:29 -0400

segunda-feira, 26 de julho de 2010


Por Jorge Serrão

O Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República não vai se pronunciar oficialmente sobre um relatório reservado que recebeu da Agência Brasileira de Inteligência, advertindo sobre a real possibilidade de quebra da integridade do patrimônio nacional, com o movimento para a criação de um Estado indígena independente em Roraima. A mídia amestrada pelas verbas públicas do governo e suas estatais recebeu orientações do Palácio do Planalto para omitir do noticiário ou não jogar uma carga editorial pesada sobre o assunto. Os militares da ativa também devem manter silêncio obsequioso sobre o caso.

No relatório, a Abin adverte ao GSI que governos estrangeiros e ONGs têm interesse e dão apoio ao Conselho Indígena de Roraima em sua ação para defender, abertamente, a ampliação e demarcação de outras áreas indígenas. A Abin destaca, no relatório, que a Intenção do CIR é transformar a reserva Raposa do Sol no primeiro território autônomo indígena do Brasil. A Abin teme que o próximo Congresso (ou o atual, a toque de caixa, no apagar das luzes) ratifique a Declaração dos Direitos dos Povos Indígenas, assinada em 2007, pelo governo brasileiro, na ONU, que dá status de "independência" aos territórios indígenas.

Atualmente, as 32 "nações indígenas" de Roraima ocupam 46% da área daquele Estado sob ameaça de ser "brasileiro" apenas do ponto de vista formal. Com a homologação do tratado das Nações Unidas, ali será uma área sob proteção internacional, onde quem vai mandar são os interesses da Oligarquia Financeira Transnacional, cujos membros defendem, abertamente, a "internacionalização da Amazônia como patrimônio verde da humanidade". O risco de perda de soberania brassileira é enorme. Bassta recordar que a Raposa do Sol foi homologada, em 2008, com a conivência dos ministros do Supremo Tribunal Federal, exceto Marco Aurélio de Mello.

Tititi nas Legiões

O caso de Roraima já gera profundo desconforto na área militar..

Ainda mais depois que vazou a denuncia que a Polícia Federal investiga possíveis abusos de violência, invasão à residências, prisões ilegais, tortura e até homicídios praticados pela milícia indígena autointitulada "Polícia Indígena do Alto Solimões (Piasol)".

O próprio Exército, a Abin e a Polícia Federal também investigam uma suposta ligação dos indígenas com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), que já estão no fogo lento do debate na sucessão presidencial, pelas ligações do PT com o Foro de São Paulo, organismo que simpatiza com os narcoguerrilheiros colombianos.

No Palácio do Planalto, a ordem gerada pelo Ministério da Defesa para o Forte Apache é que o Comando Militar da Amazônia não intervenha.

Mesmo diante do caos institucional e da ameaça à Garantia da Lei e da Ordem, gerado pelos milicianos indígenas e pelo risco concreto de perda de soberania do Brasil nas terras indígenas criminosamente homologadas pelo espírito entreguista da turma do $talinácio e seus socialistas fabianos.

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Jeann Câmara Rodrigues

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