Governo Lula: geração de 14 milhões de empregos
05.08.2010
A candidata da coligação Para o Brasil Seguir Mudando, Dilma Rousseff, comemorou hoje os dados divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego que apontam a criação de 1,7 milhão de empregos em 2009, ano em que os efeitos da crise financeira mundial mais afetaram o setor produtivo brasileiro.
O Ministério havia divulgado em janeiro com os dados do Cadastro Geral de Empregos e Desempregos (Caged) que haviam sido abertas 955 mil vagas formais no ano passado. Agora, com os dados consolidados e as informações da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), o governo divulgou que a geração de postos formais foi de 1,7 milhão.
"Uma das questões importantes nessa eleição, se olharmos nas pesquisas, é que mudou um pouco o que a população acreditava serem as questões principais. Em 2002, era o emprego, por exemplo. Emprego foi durante muito tempo uma das questões mais importantes. Não é que desapareceu a preocupação, mas diminuiu muito. Saiu o levantamento do Caged e da Rais hoje e o valor de empregos gerados é impressionante para 2009", disse.
Segundo ela, com essa revisão, o governo Lula consegue chegar muito próximo da marca de 14 milhões de empregos gerados em 8 anos. Dilma afirmou que, no seu governo, a formalização de empresários individuais e o reforço do crédito para as micro e pequenas empresas vão continuar impulsionando o emprego.
Dilma disse que criará um ministério só para atender o interesse das empresas de menor porte. "Terei uma política dirigida para esse setor que mais cria emprego, que é o setor de micro, pequenas e médias empresas. Essa é uma questão fundamental. É o único ministério que proponho hoje", afirmou. "A gente sabe que o acesso a crédito é diferenciado nesses casos, sabe que uma política de inovação pode ser feita exclusivamente para elas."
11/08/2010 às 09:09
Em casa que falta pão todos brigam e ninguém tem razão – vejam essa matéria da folha-Marcelo Souza
Serra minimiza declaração de Rodrigo Maia, de que falta apoio a candidatos, e afirma que "o tititi não acaba"
Integrantes do DEM dizem nos bastidores que os tucanos estão escondendo dinheiro para não ajudar aliados
SILVIO NAVARRO
DE SÃO PAULO
A dificuldade em partilhar recursos e material de campanha com aliados nos Estados reacendeu o embate entre a direção do DEM e o comando da campanha à Presidência do tucano José Serra. Ontem, o tucano minimizou o estrago das declarações do presidente do DEM, Rodrigo Maia (RJ), segundo quem Serra não teria cumprido a promessa de ajudar a campanha ao governo de Fernando Gabeira (PV), seu palanque no Rio. "O tititi não acaba", disse, após evento em São Bernardo do Campo.
Desafeto de Serra há anos, Maia recuou após a intervenção de "bombeiros": "Não há crise nem briga. O que há é muita fofoca". Aliados tentavam agendar um encontro entre eles, hoje, no Rio, onde Serra participará de entrevista no "Jornal Nacional". "É o momento de nós, mais do que nunca, colocarmos um ponto final nisso.
Chega de sobressaltos", afirmou Ronaldo Caiado (DEM-GO), que ponderou: "Mas que há falha na distribuição de material, isso é verdade". Embora a queixa seja generalizada, o coordenador da campanha tucana, Sérgio Guerra (PE), rechaçou que o cofre esteja no vermelho.
"Não está faltando dinheiro. O que acontece é que está sobrando na campanha do PT." A planilha de doações comprometidas do PSDB ultrapassa R$ 16 milhões. O comitê de Serra, entretanto, declarou à Justiça Eleitoral na primeira parcial que o montante efetivamente pago é de R$ 3,6 milhões. Outros R$ 5,4 milhões estão nas mãos do Diretório Nacional para abastecer palanques estaduais.
DESCONFIANÇA NO DEM
No DEM, os números foram vistos com desconfiança. Integrantes do partido suspeitam que os tucanos estariam omitindo cifras para evitar pedidos de aliados. Além disso, surgiram críticas internas de que o prefeito de Gilberto Kassab (DEM-SP) estaria pedindo a potenciais doadores, especialmente empreiteiras, que priorizassem a disputa presidencial.
Oficialmente, o Diretório Nacional juntou R$ 2,7 milhões. "Esse dinheiro é para os candidatos do DEM", disse o tesoureiro nacional da sigla, Saulo Queiroz. Segundo aliados, Maia também reclama de isolamento imposto por Serra, que tem Kassab e o ex-senador Jorge Bornhausen (SC) como interlocutores no DEM.
Colaboraram BRENO COSTA e EVANDRO SPINELLI,Limpeza urbana de Natal não é exceção e também passa por dificuldades
Segundo o que declarou em entrevista a este sítio Fernando Lucena, presidente do Sindilimp RN – sindicato que representa a categoria -, a categoria pode voltar a parar caso não haja avanços na postura da empresa, no caso a Urbana.
"Fizemos uma intensa mobilização em junho, que culminou com a vitória do trabalhador e um Acordo Coletivo que expressava essa vitória. Contudo, a atitude dessa administração é de desrespeito ao Acordo firmado", declarou Lucena em conversa por telefone com nossa equipe.
Vimos noticiando aqui a grave crise pela qual passa a educação no município de Natal, onde também há atraso nos pagamentos e falta de profissionais para todos os postos necessários à prestação de um bom serviço público. Agora vemos a triste situação dos funcionários da Urbana e a população apreensiva com a possibilidade de ver suspenso seus serviço de limpeza urbana.
Além dos garis, caçambeiros contratados pela Prefeitura alegam não receber seus repasses há 4 meses, chegando a promover paralisação de uma semana, voltando ao trabalho com a promessa de redução dos atrasos.
A situação da administração municipal de Natal parece se agravar constantemente. E quem perde é cidade e sua população. Como temos visto aqui e em outros órgãos da imprensa potiguar, os problemas não se limitam a áreas específicas, estão se generalizando. Parece uma infecção que a partir da cabeça se espalhou por todo corpo e ameaça o enfermo com lenta agonia.
Brasil encontrou o caminho do desenvolvimento, afirma Lula – Ag.Nacional
Brasil encontrou o caminho do desenvolvimento, afirma Lula
Nesta segunda-feira (9), em seu programa semana de rádio Café com o Presidente, Lula comentou os dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) e afirmou que o país encontrou o caminho do desenvolvimento.
"Estamos fazendo o que não acontecia desde 1975, quando entramos em uma crise de desemprego no Brasil, de desativação das atividades econômicas", disse o presidente.
Os números, divulgados na semana passada pelo Ministério do Trabalho, apontam um total de 41,2 milhões de empregos formais em 2009 – um aumento de 1,766 milhão em relação ao ano anterior.
Lula lembrou que nos últimos oito anos o Brasil gerou 14 milhões de empregos formais, enquanto países europeus e os Estados Unidos perderam, apenas em 2009, um montante de 16 milhões de postos de trabalho.
Os setores brasileiros que mostraram maior desempenho foram o de serviços, com a criação de 654 mil novos postos, a administração pública, com 453,8 mil, o comércio, com 368,8 mil, e a construção civil, com 217,7 mil novos empregos.
Cúpula do Mercosul
Também durante seu programa de rádio, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que a 39ª Cúpula do Mercosul em San Juan (Argentina) foi a reunião mais produtiva dos últimos oito anos, com destaque para o fim da cobrança da Tarifa Externa Comum (TEC) entre os integrantes do bloco.
Segundo Lula, havia uma "distorção" na cobrança do imposto que prejudicava o comércio na região. Ele explicou que quando um produto entrava em um dos países, era preciso pagar a TEC e, quando passava daquele país para outro, uma nova cobrança era feita.
A cúpula também aprovou o financiamento de nove projetos, no valor de US$ 795 milhões, para o desenvolvimento regional e que devem beneficiar, sobretudo, países menores como o Paraguai e o Uruguai.
"Me deu a impressão de que, pela primeira vez, todos nós tivemos consciência da verdadeira importância do fortalecimento do Mercosul", afirmou Lula.
Em seu programa semanal Café com o Presidente, ele comentou ainda os encontros bilaterais com a Argentina, a Venezuela e a Colômbia e confirmou uma visita do novo líder colombiano, Juan Manuel Santos, ao Brasil no dia 1º de setembro.
Santos tomou posse no último sábado (7) e prometeu trabalhar de forma intensa nos primeiros dias de governo para reconstruir as relações diplomáticas com a Venezuela. O país rompeu relações com a Colômbia em julho, após acusações da presença de guerrilheiros em território venezuelano.
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