vínculo do problema com a prescrição e com sol. de exames.
O motivo é o mesmo pelo qual, na minha opinião, o método de Weed é
forte e fraco: exige disciplina.
Não se quis "engessar" demais o corpo clínico à essa disciplina... e
não se colhe todos os benefícios da vinculação.
On 11 ago, 14:25, "Renato M.E. Sabbatini, PhD"
<sabbat...@edumed.org.br> wrote:
> JM escreveu:> A idéia era auditar as práticas e "pressionar" o
> > usuário a manter a lista atualizada (grande dificuldade do método de
> > Weed).
> > Essa idéia está sendo efetiva para a evolução (não se evolui sem
> > marcar qual(is) problema(s) está se evoluindo) mas não se efetivou
> > para os demais atos no prontuário.
>
> Não entendi porque está funcionando apenas para a evolução? O sistema
> não pode ser programado para forçar o registro de um problema ou a
> seleção de um problema já existente, para qualquer ação no prontuário
> médico?
> Nos sistemas baseado em metodologia Weed que desenvolvemos, sempre
> implementamos dessa maneira, não dá para registrar nada do ponto de
> vista clínico se não for escolhido um problema antes. Até mesmo exames
> de checkup (o problema aqui se chama manutenção de saúde, se o paciente
> for totalmente saudável) pode ser registrado assim, ou um antecedente
> familiar (antecedente familiar de diabetes tipo 2, por exemplo, também é
> um problema - potencial, mas problema!)
>
> Sabbatini
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