Re: Brasil: O Gigante Desperta

segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Prezado@s

Considero este libelo Lullo Petista Dilmista a mais perfeita demonstração da Lavagem Cerebral e Confusão Programada que o Capital Internacional Corporativo operou no Brasil, mas desta vez tendo como agentes, não mais reresentantes da Burguesia (econômica e ideológica) brasileira, mas sim as lideranças egressas das corporações sindicais e sociais, ONGs, Igrejas e Templos da Fé, Redes Assistenciais e outras, além da própria mídia internacional, afinal financiaqda pelo Capital.

Envio um link onde vocês poderão ler três artigosque se contrapõem, pela esquerda (pois a direita apenas disputa a possibilidade de gerência do entreguismo) a este ,e outros libelos escritos, a meu ver, de forma displicente, pois apenas propagandeia falsidades econômicas, políticas e sociais, como se verdade fossem, e sem fazer o contraponto às inúmeras contraposições a esta má interpretação tendenciosa dos dados econômicos e análises políticas. E adotando como patamares econômicos, aqueles que rejeitavam, quando expostos ela quadrilha de FHC.

Leiam e comentem...


Leituras:  titaferreira.multiply.com
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Se as eleições estão seqüestradas, como entendemos, dela só podemos e devemos participar, sob Protesto e Denunciando a farsa montada
Raymundo Araujo Filho
Opinião e Movimento:Blog  EntryAtual momento eleitoral retrata Derrota Histórica do Mundo do Trabalho
O primeiro turno eleitoral registrou derrota fragorosa e histórica do mundo do trabalho diante do grande capital. É simples expressão patética desse raquitismo social estrutural o esforço empreendido, nesse segundo turno, para transformar Dilma da Silva, com ou sem reticências, com ou sem pedidos de desculpas, na expressão de um Brasil popular, democrático, republicano, social, que o lulismo e o petismo ajudaram a estrangular nos últimos anos. A votação mais do que pífia dos partidos ancorados no trabalho e no socialismo deveu-se certamente a grave erro conjuntural – a liquidação da unidade dos partidos de esquerda, em favor dos respectivos aparatos, segundo parece.
Mário Maestri
Flexões e Inflexões:Blog EntrySociólogo e fundador do PT afirma que 'Lula é mais privatista que FHC'
"Lula é mais privatista que FHC. As grandes tendências vão se armando e ele usa o poder do Estado para confirmá-las, não para negá-las. Então, nessa história futura, Lula será o grande confirmador do sistema.
Ele não é nada opositor ou estatizante. Isso é uma ilusão de ótica. Ao contrário, ele é privatista numa escala que o Brasil nunca conheceu."
Entrevista: Francisco de Oliveira




--- Em sex, 22/10/10, dmota <silvadamotadaniel@gmail.com> escreveu:

De: dmota <silvadamotadaniel@gmail.com>
Assunto: Brasil: O Gigante Desperta
Para: "Tribuna Online" <tribunaonline@googlegroups.com>
Data: Sexta-feira, 22 de Outubro de 2010, 19:37

Para Grupo

Durante os dois primeiros séculos da sua história, o Brasil sempre se
comprometeu a ser a promessa de amanhã. Apesar de ter imensos recursos
naturais, um mercado interno enorme e um sólido sistema de educação
pública, a dimensão do país, juntamente com a má gestão, viu esse
colosso da América Latina falhar e afundar-se num mar de
incompetência. Depois veio o Lula.  Em 2002, Presidente Luiz Inácio
Lula da Silva herdou um empréstimo do FMI de 30 biliões de dólares,
assinado pelo seu antecessor Fernando Henrique Cardoso. A dívida com o
FMI foi paga anos antes do prazo final obrigatório e oito anos depois,
o Brasil é uma potência da economia latino-americana, um jogador-chave
na cena mundial diplomática e sua crescente influência é sentida em
vários mercados mundiais.  Promovendo uma política diplomática que
visava levar o Brasil mais próximo da América Latina e à coesão do
Continente, Presidente Lula realizou, por exemplo, 17 reuniões com o
seu homólogo venezuelano, Hugo Chávez, e, nas palavras de ambos os
presidentes, fizeram mais em oito anos do que os seus antecessores no
dois séculos anteriores; Lula também atribuiu muito mais importância
para o MERCOSUL e UNASUL, fazendo com que o principal parceiro
comercial do Brasil fosse o continente latino-americano em vez da
União Europeia.

Em termos de comércio exterior, os déficits foram transformados em
excedentes e a micro-economia do Brasil foi assim reforçada.
Testemunho disso foi a melhoria nos padrões de vida da grande maioria
dos quase 200 milhões de cidadãos do país. P rojetos de infra-
estrutura no âmbito do Plano de Aceleração do Crescimento, como a
ferrovia Transnordestina de 1.100 km. ligando o sertão para os portos
do Atlântico, criaram as bases para a estimulação da economia do
Brasil não só no presente mas também no futuro.  Habilmente criando as
condições para o Brasil evitar os aspectos mais negativos sentidos em
outros lugares durante a crise econômica e financeira, Lula conseguiu
estimular o investimento estrangeiro, que apesar de um soluço, em
2009, promete voltar rapidamente aos níveis pré-crise já em 2010.

Entendendo que o caminho era através do estímulo do mercado interno, o
presidente Lula entendeu que, tirando milhões de pessoas da pobreza
através de programas apoiados pelo governo, o motor interno seria o
suficiente para afastar a crise. O resultado dos pacotes de incentivo
foi traduzido em termos reais, nomeadamente o aumento da classe média
do Brasil de 43% da população em 2003 para 50% hoje, enquanto de
acordo com a Fundação Getúlio Vargas, cerca de 30 milhões de
brasileiros foram retirados da pobreza , através de programas de
benefícios sociais como Bolsa Família, Bolsa Escola e Fome Zero.

Quando temos em conta a crescente influência econômica do Brasil (o
Brasil é o maior exportador de carne bovina, café, açúcar e suco de
laranja do mundo, um dos principais exportadores de soja, aves e
suínos) não surpreende que, no palco diplomático , a Presidência Lula
já viu seu país elevado a um estatuto sem precedentes, o que permitiu
a Brasília (juntamente com Ancara) resolver a questão do Irã, uma vez
por todas.

Na arena internacional, Lula tem contribuído tanto quanto qualquer
outra pessoa, ou talvez mais, para a criação de um mundo
verdadeiramente multipolar, realçando a importância de grupos como os
BRIC e os G20 e estabeleceu as bases para a economia do Brasil superar
a da Itália, França e o Reino Unido até 2036.

Tendo testemunhado, e em grande parte provocado, uma grande mudança na
balança de poder numa escala planetária, o legado da Presidência Lula
é FIFA 2014 e os Jogos Olímpicos Rio 2016. No Brasil.
Timothy BANCROFT-HINCHEY
PRAVDA.Ru

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