A discussão acima foi muito interessante. Gostaria de acrescentar que
também existem soluções que não são o estado-da-arte mas que já eram/
são baseadas em padrões e que ainda não chegaram a ser adotadas no
Brasil.
Nesta linha....pelo que li recentemente na lista, haverá um curso
sobre Clinical Document Architecture (HL7-CDA) em breve. Pergunta para
a lista: alguém utiliza CDA no país hoje (na prática)?
Por falar nisto, assim que tiverem uma data para este curso, avisem
antecipadamente para que o pessoal que nao mora em Sao Paulo possa se
organizar, por favor.
Quem se interessar no CDA, em breve saira um livro que parece
interessante....
http://www.springer.com/public+health/book/978-0-85729-335-0
O Keith Boone é da GE Healthcare e envolvido com o IHE e o Conectathon
America.
Por fim, a SBIS poderia (ou melhor, poderiamos....) assumir a
iniciativa de implantar um IHE-Brasil já que boa parte dos nossos
padrões (ou sugestoes de ´padroes) são compatíveis com os que o IHE
adota. Em abril agora havera um conectathon em Pisa (Italia). Quem
quiser fazer um passeio na Toscana em Abril (excelente pedida!!!) e
assistir à organização e realização de um conectathon vai
imediatamente pensar que o PEP e/ou a JPR seriam os eventos ideais
para abrigar um conectathon no Brasil.
E já há empresas com operação no Brasil que participam de conectathons
ha alguns anos (Alert e Intersystems, pelo menos....).
Dos CDAS e sua relacao com os conectathons, recomendo dar uma olhada
nas paginas do Gazelle....
http://gazelle.ihe.net/
http://gazelle.ihe.net/drupal6/?q=node/43
Ate mais,
Saulo
On 13 mar, 12:54, Sergio Ribeiro da Cruz <src...@gmail.com> wrote:
> Luciana, Jussara, muito obrigado pela atenção e paciencia em
> responder meu questionamento.
>
> Luciana, muito obrigado pelos links!
>
> Abraço
>
> Sergio Ribeiro da Cruz
>
> On 13/03/2011, at 12:26, Luciana Tricai Cavalini <lutri...@vm.uff.br>
> wrote:
>
>
>
>
>
>
>
> > Olá Sergio,
>
> > Eu particularmente compartilho da opinião de outros especialistas (v
> > er
> > artigo em anexo) de que registros eletrônicos em saúde são uma
> > intervenção em saúde, assim como medicamentos e exames
> > laboratoriais, e
> > deveriam ser avaliados não depois, mas *antes* da sua implementaçã
> > o.
>
> > Senão, podem acontecer coisas como essas aqui:
>
> >http://iig.umit.at/efmi/badinformatics.htm
>
> > Quanto a procurar as empresas, não é assim que o capitalismo funcion
> > a. O
> > capital não se auto-regula. Historicamente, o único instrumento
> > eficiente de regulação tem sido o Estado nacional ou seus consórci
> > os
> > (ONU, FMI etc).
>
> > Um abraço, Luciana.
>
> > Em 13/03/2011 11:49, Sergio Ribeiro da Cruz escreveu:
> >> Excelente, Luciana!
>
> >> Depois de lançada uma solução, como essa do Bradesco e outras sem
> >> pre
> >> comentadas aqui, a SBIS ou os especialistas dessa lista não podem
> >> procurar essas empresas? Ver se estão aderente e se poden ser melh
> >> ores?
>
> >> Sergio Ribeiro da Cruz
>
> >> On 13/03/2011, at 11:38, Luciana Tricai Cavalini <lutri...@vm.uff.br>
> >> wrote:
>
> >>> Oi Sergio,
>
> >>> Se estas empresas me procurassem, eu as encaminharia para a
> >>> empresa que
> >>> é nossa parceira na transferência de tecnologia do nosso projeto
> >>> (https://launchpad.net/mlhim). O Projeto MLHIM é aderente ao est
> >>> ado da
> >>> arte das normas nacionais e internacionais da área de informática
> >>> em saúde.
>
> >>> Nós temos condições de oferecer resultados práticos em poucos me
> >>> ses.
>
> >>> Um abraço, Luciana.
>
> >>> Em 13/03/2011 11:11, Sergio Ribeiro da Cruz escreveu:
> >>>> A SBIS ou os especialistas que participam desta lista não pode
> >>>> m procurar
> >>>> estas empresas para oferecer ajuda no sentido de garantir que
> >>>> padrões,
> >>>> normas e leis sejam seguidos, ou implementados em versões futu
> >>>> ras destas
> >>>> soluções?
> >>>> Imagino que poderia render muitos resultados mais práticos do
> >>>> que as
> >>>> exposições que vemos aqui de profundos conhecimentos teóricos,
> >>>> e só
> >>>> teóricos.
>
> >>>> Será que estas empresas não têm carência de profissionais com
> >>>> todo esse
> >>>> conhecimento, ao mesmo tempo que têm urgência estratégica de l
> >>>> ançar
> >>>> soluções e também ao mesmo tempo em que não há fiscalização?
>
> >>>> Ir até quem pode ser mais um divulgador de padrões, utilizados
> >>>> em casos
> >>>> reais nas condições reais brasileiras me parace um caminho mui
> >>>> to mais
> >>>> interessante, eficiente e efetivo. Afinal, a vida continua e,
> >>>> continua
> >>>> capitalista.
>
> >>>> Sergio Ribeiro da Cruz
>
> >>>> On 13/03/2011, at 08:29, Jussara Rotzsch <jussara.mac...@gmail.com>
> >>>> wrote:
>
> >>>>> É um prontuário pessoal, para uso do beneficiário, de acordo
> >>>>> com a
> >>>>> reportagem,. Muitos planos já oferecem esse tipo de serviço,
> >>>>> que é de
> >>>>> uso "opcional". Resta saber se eles se preocuparam com padrões e
> >>>>> interoperabilidade, para a portabilidade dessas informações, mas
> >>>>> sobretudo com a leislação e regras de segurança e privacida
> >>>>> de, haja
> >>>>> visto que e sendo um prontuário gerenciado pelo paciente,por
> >>>>> tanto não
> >>>>> abrangido pelas resoluções do CFM epelo manual de RES do S
> >>>>> BIS/CFM,
> >>>>> não podemos certificar esse tipo de software , consequenteme
> >>>>> nte não
> >>>>> poderemos garantir que esss informações não podem ser vistas ou
> >>>>> alteradas por pessoas não autorizadas e resultar em riscos á
> >>>>> saúde e
> >>>>> outros prejuízos ao paciente.
>
> >>>>> Essas soluções tendem a proliferar, como forma de as operado
> >>>>> ras terem
> >>>>> acesso a informações diretamente do paciente, contornando assim
> >>>>> as dificuldades que elas têm tido, de obtê-las diretamente dos
> >>>>> profissionais de saúde. Em princípio, acho que isto empondera o
> >>>>> cliente e pode contribuir para que ele controle melhor suas
> >>>>> condições
> >>>>> de saúde, mas lembro que nos EUA, elas surgiram juntamente c
> >>>>> om os HSA,
> >>>>> misto de planos de saúde e previdência, onde o indivíduo que
> >>>>> poupar,
> >>>>> isto é, se ele NÂO USAR os serviços de saúde cria uma poupan
> >>>>> ça que
> >>>>> pode ser utilizada posteriormente. Esses planos podem também
> >>>>> significar risco para o paciente, pois ele, pode evitar ou
> >>>>> retardar
> >>>>> contato com os profisisonais de saúde, para não usar sua ´po
> >>>>> upança e
> >>>>> isso pode por em risco sua saúde. O prontuário pessoal e as
> >>>>> redes
> >>>>> sociais podem representar, nese caso, também o risco de auto
> >>>>> medicação.
>
> >>>>> A propostade criação de um plano commessas características n
> >>>>> o Barsil
> >>>>> já foi levada para discussão na agenda regulatória da ANS, pela
> >>>>> Fenasaúde, que representa vários planos de saúde, entre eles o
> >>>>> Bradesco. É crucial, portanto, que avancemos prontamente, na
> >>>>> legislação nacional de padrões nacionais de informação em sa
> >>>>> úde para
> >>>>> certificação de todos os softwares que coletem, armazenem ou
> >>>>> disseminem informações em saúde e que aprovemos uma lei es
> >>>>> pecífica
> >>>>> de privacidade de informações em saúde, como a HIPAA, que fo
> >>>>> i criada
> >>>>> justamente para reglamentar a troca de informações em saúde
> >>>>> no setor
> >>>>> de planos de saúde americanos.
>
> >>>>> bom domingo a todos
>
> >>>>> Jussara
>
> >>>>> 2011/3/12 ldiamante <ldiama...@anasazi.com.br>
> >>>>> Prontuário Eletrônico ????? do Bradesco Saúde ????? É melho
> >>>>> r dar uma
> >>>>> lida para entender !!!
>
> >>>>>http://www.segs.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=3...
>
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