Re: Erro Europeu...Sebastian Vilar Rodriguez

terça-feira, 5 de julho de 2011
Após ler este artigo reacionário, certamente racista e muito apropriado para aqueles que defendem a EUGENIA (da mesma forma que Hitler a defendia), envio Resenha que acabo de fazer sobre o livro de um amigo de origem judaica, mas que não compartilha de  nenhum tipo de xenofobia ou racismo, como demonstrado pelo autor do artigo (certamente um saudoso do franquismo - que nunca perseguiu Judeus, e nem deixou de ser um fascínora), e apoiado pelo Ricardo S. Sobrinho que, mais uma vez, perde o sentido do razoável, e parece não saber o limite do ridículo.

O Mito do Povo cordado e pacífico é facilmente desmontado pelo mínimo conhecimento da História e a partir de uma superficial análise do estado terrorista de israel. O Povo judeu não é melhor nem pior do que o Povo Muçulmano, basta colocar para brincarem uma criança judia e uma muçulmana que todos poderão constar isso.

Fica a pergunta: Como é que um Povo pacifista e cordato, como quer que creiamos o artigo, pode armazenas 200 Bombas Atômicas? Praticam o genocídio e o infanticídio como o que vimos em Gaza, recentemente, no ataque a uma população civil e desarmada? Como negam o livre fluxo de água e alimentos para estas regiões? Como se mantêm em áreas ocupadas ILEGALMENTE, sob o próprio juízo de valor da ONU? Com o é que, em um cenário de fome, a casta Judia de Banqueiros e Financistas (= Especuladores = Vagabundos) - 90% do total no  mundo, continuam enriquecendo tanto, sem culpa ou medo do que vem após a morte, segundo à sua religião? Como um Povo pacífico e cordato como este, sob as falas dos próprios, pode criar uma polícia secreta, o Mossad de tantos crimes hediondos.

Envio também para a D. Dalva Lynch que insiste em me enviar suas pobres poesias e odes ao Sionismo racista e excludente. Esta senhora se vangloria de ter escrito um livro nos 25 dias subsequentes à ida de seu filho (me parece cidadão estadunidense) ao Iraque, como mariner, para matar Muçulmanos, o que a enche de orgulho e, ao que parece, deve causar "frisson" no Ricardo S. Sobrinho.
Sugiro que estes dois entrem em contato um com o outro e, com um drink de sangue em suas mãos Muçulmano destilem todo o seu racismo e eugenista.

Recomendo, evidentemente, a leitura do livro, cuja capa pode ser visualizado no link  http://titaferreira.multiply.com/journal/item/2772 e também sua indicação para compra (clicando em EU RECOMENDO)

Raymundo
Ricardo S. Sobrinho, ao divulgar este texto fica no limiar entre a Livre Expressão e a TRANSGRESSÃO da Lei Anti Racista e Anti Discrimanação Religiosa.

Destino Estrangeiro
– Resenha sobre o Livro de Daniel Chutorianscy  -

                                                             *Raymundo Araujo Filho

Após saborearmos uma pizza na adorável companhia de nossas mulheres, fui presenteado pelo meu amigo de longa data, Daniel Chutorianscy com o seu último livro, mas com a surpreendente (para mim) solicitação de uma resenha sobre o mesmo, o que faço com prazer, mas sem saber se estou a altura desta  empreitada.

Seria pretensão minha tentar tecer comentários técnicos sobre a narrativa do autor que, mesmo sem eu ser um especialista na matéria, posso perceber que é enxuta (minimalista até), árida, dura e sensível ao mesmo tempo e instigante na sua sucessão temática. E com amplo conteúdo, contrastando com a economia de palavras e curtos períodos. Poucos escritores brasileiros que conheço percorrem este estilo com a manutenção do ritmo e o pulsar da emoção, como vejo que conseguiu atingir, o Daniel.

Destino Estrangeiro, na minha leitura, não é um livro exatamente sobre judeus emigrados para estranhos (a eles) países. É um livro sobre o Preconceito. Contra os Preconceitos, seja por que ou por quem for. Por isso, requer ampla interpretação e correlações, a meu ver.

Os livros são obras abertas à interpretação do leitor, muitas vezes sobrepassando o que o próprio autor coloca nas linhas, mas deixa implícito nas entrelinhas, instigando o leitor a "mares nunca dantes navegados".

Creio que este livro do médico, ativista político, escritor e humanista Daniel Chutorianscy poderia ser resenhado sob a ótica freudiana do mito da Grande Mãe Judia, tão forte é a presença dela em todo o livro, com a sua vigilância em prol do bem estar e calmaria para os seus. Poderia ser também comentado sob a égide do lamento de quem se acha excluído ou não inserido em ambientes e sociedades. Também alcançaria os leitores, alguma resenha que privilegiasse a análise histórica dos tempos pelos quais o livro passeia. Cada uma delas traria uma faceta da realidade descrita magistralmente pelo autor.

Mas, cidadão comum que sou, afeito a generalidades corriqueiras da vida, escolhi comentar o livro sob as experiências por mim vividas com o Povo ali descrito e seus descendentes brasileiros, portanto as três gerações que convivi esporadicamente como carioca e brasileiro, nascido portanto,  em um dos países que mais acolheu o Povo Judeu emigrado da Europa, no início do início do século passado, com "reforço" a partir da metade do século passado, por causa do nazi fascismo.

Portanto, inicio este comentário dizendo que, quando eu era criança, não gostava muito dos garotos Judeus lá do Leblon, zona sul da cidade do Rio de Janeiro, onde o que havia de mais cosmopolita no Brasil desfilava cotidianamente nas ruas do bairro, onde me criei.
Eram garotos que não se misturavam muito com a gente, só às vezes e nunca para conversas fiadas com "os das ruas", não estudavam nas escolas públicas que freqüentávamos, não faziam festas de aniversários para seus amigos do bairro, mas sim para seus amigos que, em geral se reuniam não nos clubes do bairro, mas em clube específico da comunidade judaica.

Ir nas casas deles para brincar, nunquinha, pois as mães deles não permitiam. E, andavam com aquela estranha "touquinha" (solidéu) que não cobria a cabeça, apenas o cocuruto, os diferenciando do resto da malta, principalmente aos sábados.

Mas, eram crianças como nosotros, que brincavam e brigavam, riam e xingavam, jogavam bola bem e outras mal, eram bonitas e feias, como nós, digamos, mais autóctones, ou menos identificadas com a "terra da qual seus avós vieram" e que, pelo que eu via, emanavam grande ascendência na vida delas, ainda naqueles dias.

Mas, desde sempre nós lá em casa já sabíamos: Meus pais não toleravam piadinhas ou críticas preconceituosas, racistas ou etnicamente xenófobas, embora o "Yankes Go Home!" se dizia muito por lá. Assim, cedo aprendi que todos são criticáveis, desde que com argumentos, mas não por preconceitos.

Mas, ao adentrar o ginásio público (fui do Colégio Estadual André Maurois, da amada Henriete Amado) comecei a conviver aos 11-12 anos com uma turma politizada e instigante, da qual participavam alguns com aqueles nomes com terminações em "y", muitos dos quais mostravam-se ativos e articulados, falando de política como gente grande.

Era justamente o ano de 1966, o da anexação dos territórios árabes do Oriente Médio por Israel de Moshe Daian e seus tanques americanófilos, nas dunas de Golan.

Ali, menino razoavelmente politizado pela convivência familiar e escolar percebi que havia Judeus que criticavam Judeus. Que havia alguma coisa a perceber. Depois entendi que aquela ordem e calmaria amorosa implementada  pela mãe imigrante do livro de Daniel, continuada pela geração de seu  filho e nora, com forte acento na questão educacional e cultural de seus filhos, frutificaram na geração seguinte, talvez em contraposição a esta "calmaria" na figura de alguns brilhantes rebeldes (os netos da primeira geração imigrada), alguns ruivos e sardentos. E, certamente já presente, esta inquietude, na geração anterior, aqui e acolá (eu mesmo conheci uma família judia que os pais diziam "somos Judeus, mas a favor dos árabes...!). A meu ver infelizmente, vejo que a quarta geração destes imigrantes, voltou-se para as lidas mais individualistas e referenciadas em sua origem, aliás como a mesma geração, de brasileiros de origem autóctone.

Dali para frente, encontrei brasileiros de origem Judaica que brilhavam seus olhos em inquietudes salvacionistas da humanidade, dentre eles o meu amigo médico e escritor Daniel Chutorianscy.

Portanto, este livro sobre Preconceito, Segregação e, por que não, Auto Segregação de um Povo, a meu ver deve ser contextualizado, justamente para libertarmos a nós mesmos e os que protagonizam esta saga descrita por Daniel, de qualquer sentimento de culpa, por fatos que transcendem preocupações individuais, mas que só serão resolvidos e enfrentados a partir de muitas decisões de foro íntimo e intimíssimo, quais sejam a nossa libertação de fronteiras geográficas e econômicas, sejam elas quais forem.

E que este livro seja lido pela comunidade judaica no Brasil e no mundo, inclusive em Israel, para que haja um movimento poderoso e irresistível que vença o reacionaríssimo Sionismo excludente e imperialista, uma ideologia travestida de religião, que impõe aos Palestinos, um gueto igual ou pior aos que os Nazistas impuseram aos Judeus e querem se diferenciar dos Árabes, como se estes leprosos fossem a serem segregados, embora sejam originados na mesma paisagem.

E que percebam, definitivamente, que o mundo não se divide em credos, mas em interesses de classes, e não se ofendendo quando criticamos o poder que têm (hoje mais ainda) a plutocracia judaico-sionista, em última análise, dona ou sócia de grande parte do complexo industrial militar e quetais, a serviço do Imperialismo estadunidense.

Sinto-me muito confortado em compartilhar de amizade com brasileiros de origem judaica, e Danierl Chutorianscy é um deles, que comungam de visão não maniqueísta e baseada na concepção histórica que as guerras nunca têm as suas causas originais nas Diásporas Religiosas.

*Raymundo Araujo Filho é médico veterinário homeopata e acha que livros são achados que nos permitem pensar com amplitude.


De: Ricardo SSobrinho <ricardossobrinho@hotmail.com>
Para: "tribunaonline@googlegroups.com" <tribunaonline@googlegroups.com>; tribuna_da_internet@yahoogrupos.com.br; brasil-politica@googlegroups.com; brasil-politica@grupos.com.br
Enviadas: Segunda-feira, 4 de Julho de 2011 9:46
Assunto: Erro Europeu...Sebastian Vilar Rodriguez


 



 
O seguinte artigo publicado em Espanha, em 2008, foi escrito por um não-judeu.
Nunca veremos este gênero de artigo na nossa imprensa. Ele ofenderia muitas pessoas. Foi escrito pelo escritor espanhol Sebastian Vilar Rodriguez e publicado num jornal espanhol, em 15 de Janeiro de 2008.
Não é preciso muita imaginação para extrapolar a mensagem ao resto da Europa e possivelmente ao resto do mundo.

 
TODA A VIDA EUROPEIA MORREU EM AUSCHWITZ
Por Sebastian Vilar Rodriguez

Desci uma rua em Barcelona, e descobri repentinamente uma verdade terrível. A Europa morreu em Auschwitz. Matámos seis milhões de Judeus e substituímo-los por 20 milhões de muçulmanos.

Em Auschwitz queimámos uma cultura, pensamento, criatividade, e talento.

Destruímos o povo escolhido, verdadeiramente escolhido, porque era um povo grande e maravilhoso que mudara o mundo.

A contribuição deste povo sente-se em todas as áreas da vida: ciência, arte, comercio internacional, e acima de tudo, como a consciência do mundo. Este é o povo que queimamos.

E debaixo de uma pretensa tolerância, e porque queríamos provar a nós mesmos que estávamos curados da doença do racismo, abrimos as nossas portas a 20 milhões de muçulmanos que nos trouxeram estupidez e ignorância, extremismo religioso e falta de tolerância, crime e pobreza, devido ao pouco desejo de trabalhar e de sustentar as suas famílias com orgulho.

Eles fizeram explodir os nossos comboios, transformaram as nossas lindas cidades espanholas, num terceiro mundo, afogando-as em sujeira e crime.

Fechados nos seus apartamentos eles recebem, gratuitamente, do governo, eles planejam o assassinato e a destruição dos seus ingênuos hospedeiros.

E assim, na nossa miséria, trocamos a cultura por ódio fanático, a habilidade criativa, por habilidade destrutiva, a inteligência por subdesenvolvimento e superstição.

Trocamos a procura de paz dos judeus da Europa e o seu talento, para um futuro melhor para os seus filhos, a sua determinação, o seu  apego à vida porque a vida é santa, por aqueles que prosseguem na morte, um povo consumido pelo desejo de morte para eles e para os outros, para os nossos filhos e para os deles.

Que terrível erro cometido pela miserável Europa.

O total da população islâmica (ou muçulmana) é de, aproximadamente, 1 200 000 000, isto é um bilhão e duzentos milhões  ou seja 20% da população mundial. Eles receberam os seguintes Prémios Nobel:

Literatura
1988 Najib Mahfooz

Paz
1978 Mohamed Anwar El-Sadat
1990 Elias James Corey
1994 Yaser Arafat
1999 Ahmed Zewai

Economia
(ninguém)

Física
(ninguém)

Medicina
1960 Peter Brian Medawar
1998 Ferid Mourad

TOTAL: 7 (sete)

O total da população de Judeus é, aproximadamente, 14 000 000, isto é catorze milhões ou seja cerca de 0,02% da população mundial. Eles receberam os seguintes Prémios Nobel:

Literatura
1910 - Paul Heyse
1927 - Henri Bergson
1958 - Boris Pasternak
1966 - Shmuel Yosef Agnon
1966 - Nelly Sachs
1976 - Saul Bellow
1978 - Isaac Bashevis Singer
1981 - Elias Canetti
1987 - Joseph Brodsky
1991 - Nadine Gordimer World

Paz
1911 - Alfred Fried
1911 - Tobias Michael Carel Asser
1968 - Rene Cassin
1973 - Henry Kissinger
1978 - Menachem Begin
1986 - Elie Wiesel
1994 - Shimon Peres
1994 - Yitzhak Rabin

Física
1905 - Adolph Von Baeyer
1906 - Henri Moissan
1907 - Albert Abraham Michelson
1908 - Gabriel Lippmann
1910 - Otto Wallach
1915 - Richard Willstaetter
1918 - Fritz Haber
1921 - Albert Einstein
1922 - Niels Bohr
1925 - James Franck
1925 - Gustav Hertz
1943 - Gustav Stern
1943 - George Charles de Hevesy
1944 - Isidor Issac Rabi
1952 - Felix Bloch
1954 - Max Born
1958 - Igor Tamm
1959 - Emilio Segre
1960 - Donald A. Glaser
1961 - Robert Hofstadter
1961 - Melvin Calvin
1962 - Lev Davidovich Landau
1962 - Max Ferdinand Perutz
1965 - Richard Phillips Feynman
1965 - Julian Schwinger
1969 - Murray Gell-Mann
1971 - Dennis Gabor
1972 - William Howard Stein
1973 - Brian David Josephson
1975 - Benjamin Mottleson
1976 - Burton Richter
1977 - Ilya Prigogine
1978 - Arno Allan Penzias
1978 - Peter L Kapitza
1979 - Stephen Weinberg
1979 - Sheldon Glashow
1979 - Herbert Charles Brown
1980 - Paul Berg
1980 - Walter Gilbert
1981 - Roald Hoffmann
1982 - Aaron Klug
1985 - Albert A. Hauptman
1985 - Jerome Karle
1986 - Dudley R. Herschbach
1988 - Robert Huber
1988 - Leon Lederman
1988 - Melvin Schwartz
1988 - Jack Steinberger
1989 - Sidney Altman
1990 - Jerome Friedman
1992 - Rudolph Marcus
1995 - Martin Perl
2000 - Alan J.. Heeger

Economia
1970 - Paul Anthony Samuelson
1971 - Simon Kuznets
1972 - Kenneth Joseph Arrow
1975 - Leonid Kantorovich
1976 - Milton Friedman
1978 - Herbert A. Simon
1980 - Lawrence Robert Klein
1985 - Franco Modigliani
1987 - Robert M. Solow
1990 - Harry Markowitz
1990 - Merton Miller
1992 - Gary Becker
1993 - Robert Fogel

Medicina
1908 - Elie Metchnikoff
1908 - Paul Erlich
1914 - Robert Barany
1922 - Otto Meyerhof
1930 - Karl Landsteiner
1931 - Otto Warburg
1936 - Otto Loewi
1944 - Joseph Erlanger
1944 - Herbert Spencer Gasser
1945 - Ernst Boris Chain
1946 - Hermann Joseph Muller
1950 - Tadeus Reichstein
1952 - Selman Abraham Waksman
1953 - Hans Krebs
1953 - Fritz Albert Lipmann
1958 - Joshua Lederberg
1959 - Arthur Kornberg
1964 - Konrad Bloch
1965 - Francois Jacob
1965 - Andre Lwoff
1967 - George Wald
1968 - Marshall W. Nirenberg
1969 - Salvador Luria
1970 - Julius Axelrod
1970 - Sir Bernard Katz
1972 - Gerald Maurice Edelman
1975 - Howard Martin Temin
1976 - Baruch S. Blumberg
1977 - Roselyn Sussman Yalow
1978 - Daniel Nathans
1980 - Baruj Benacerraf
1984 - Cesar Milstein
1985 - Michael Stuart Brown
1985 - Joseph L. Goldstein
1986 - Stanley Cohen [& Rita Levi-Montalcini]
1988 - Gertrude Elion
1989 - Harold Varmus
1991 - Erwin Neher
1991 - Bert Sakmann
1993 - Richard J. Roberts
1993 - Phillip Sharp
1994 - Alfred Gilman
1995 - Edward B. Lewis
1996- Lu RoseIacovino

TOTAL: 128 (cento e vinte e oito)

Os judeus não estão a promover lavagens cerebrais a crianças em campos de treino militar, ensinando-os a fazerem-se explodir e causar um máximo de mortes a judeus e a outros não muçulmanos.

Os judeus não tomam  aviões, nem matam atletas nos Jogos Olímpicos, nem se fazem explodir em restaurantes alemães.

Não há um único judeu que tenha destruído uma igreja. NÃO há um único judeu que proteste matando pessoas.

Os judeus não traficam escravos, não têm líderes a clamar pela Jihad Islâmica e morte a todos os infiéis. Talvez os muçulmanos do mundo devessem considerar investir mais numa educação modelo e menos em queixarem-se dos judeus  por todos os seus problemas.

Os muçulmanos deviam perguntar o que poderiam fazer  pela humanidade antes de pedir que a humanidade os respeite.

Independentemente dos seus sentimentos sobre a crise entre Israel e os seus vizinhos palestinianos  e árabes, mesmo que creiamos que há mais culpas na parte de Israel, as duas frases que se seguem realmente dizem tudo:

"Se os árabes depusessem hoje as suas armas não haveria mais violência. Se os judeus depusessem hoje as suas armas  não haveria mais Israel." (Benjamin Netanyahu)

Por uma questão histórica, quando o Comandante Supremo das Forças Aliadas, General Dwight Eisenhower, encontrou todas as vítimas mortas nos campos de concentração nazista, mandou que as pessoas ao visitarem esses  campos de morte, tirassem todas as fotografias possíveis, e para os alemães das aldeias próximas serem levados através dos campos e que enterrassem os mortos. Ele fez isto porque disse de viva voz o seguinte:

"Gravem isto tudo hoje. Obtenham os filmes, arranjem as testemunhas, porque poderá haver algum malandro lá em baixo, na estrada da história, que se levante e diga que isto nunca aconteceu."
Recentemente, no Reino Unido, debateu-se a intenção de remover  o holocausto do curriculum das suas escolas, porque era uma ofensa para a população  muçulmana, a qual diz que isto nunca aconteceu. Até agora ainda não foi retirado do curriculum. Contudo é uma demonstração do
grande receio que está a preocupar o mundo e a facilidade com que as nações o estão a aceitar.

Já passaram mais de sessenta anos depois da Segunda Guerra Mundial na Europa ter terminado.

O conteúdo deste mail está a ser enviado como uma cadeia em memória dos 6 milhões de judeus, dos 20 milhões de russos, dos 10 milhões de cristãos e dos 1 900 padres Católicos que foram assassinados, violados, queimados, que morreram de fome, foram  espancados, e humilhados enquanto o povo alemão olhava para o outro lado.

Agora, mais do que nunca, com o Iran entre outros, reclamando que o Holocausto é um mito, é imperativo assegurar-se de que o mundo nunca esquecerá isso.

É intento deste mail que chegue a 400 milhões de pessoas.
Que seja um elo na cadeia-memorial e ajude a distribui-lo pelo mundo.

Depois do ataque ao World Trade Center, quantos anos passarão antes que se diga . NUNCA ACONTECEU , porque isso pode ofender alguns muçulmanos nos Estados Unidos ???
 
 





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"O vício inerente ao capitalismo é a distribuição desigual das riquezas; o do socialismo é a distribuição por igual das misérias."

WINSTON CHURCHILL








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