> Claudio,
>
> Bom Dia!
>
> Uma questão interessante é sobre a "transferência tecnológica" qual seria a
> transferência? Uma vez que o sistema é totalmente engessado desenvolvido em
> "Flash" com "stored procedure" no banco de dados Oracle.
> Os protocolos de saúde utilizados são conhecidos internacionalmente, não
> traz nenhuma inovação.
> A maioria dos profissionais que já utilizaram o sistema no Brasil dizem que
> é muito confuso, apesar de ser Touchscreen e ter uma aparência agradável.
> Vale também ressaltar que em algumas unidades implantadas em Minas Gerais
> não estão utilizando mais o sistema. Porque?
>
Eu já testei o Alerta da Fiocruz:
http://infomedpsf.wordpress.com/2010/12/28/test-drive-do-alert-parte-1/
http://infomedpsf.wordpress.com/2011/01/24/teste-drive-do-alert-parte-2-entrada-de-dados/
http://infomedpsf.wordpress.com/2011/02/07/test-drive-do-alert-parte-3-entrada-de-dados/
http://infomedpsf.wordpress.com/2011/02/17/test-drive-do-alert-parte-4-apoio-a-decisao/
A aparência é realmente agradável (não pela cor que está relacionada com
o gosto), mas é realmente muito confuso com muita redundância. O
problema principal é ser muito demorado para preencher sendo obrigatório
realizar várias tarefas antes de sair. Funcionalidades simples como
repetir uma receita não está presente no sistema. Rapidez é importante
no SUS onde a demanda é muito grande.
Em Portugal o sistema de saúde funciona e a demanda não é tão grande
como aqui no Brasil. O resultado é a inexistência de um software que
rápido e fácil de preencher. Aqui a demanda é muito grande no serviço
público. Para ter uma ideia uma equipe de saúde da família deve ter no
máximo 4 mil pacientes com média de 3 mil. Um trabalho já mostrou que
70% está muito acima disso. A média de pacientes é o dobro dos países
europeus.
Então um requisito importante é ser fácil e rápido de preencher e o
Alert não preenche este requisito.
Fábio Castro
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