Um Mito Macunaímico governou o Brasil!
Nenhum farsante escapa da vala
comum reservada aos falsificadores da História
"Não fale uma sandice dessas", irritou-se o ex-presidente Lula com Denise Chrispin Marin, correspondente do Estadão em Washington. "Conheço as pessoas e sei como me referi a elas", continuou, decidido a ampliar a coleção de momentos inverossímeis registrados na entrevista coletiva desta quarta-feira. Ao saber que o palestrante aprendiz está pronto para pacificar a Líbia – é só Dilma Rousseff chamar –, a jornalista lembrou que em dezembro de 2003, num jantar em Tripoli, Lula qualificou Muammar Kadafi de "companheiro e amigo". E então o ator canastrão incorporou o ofendido de araque para garantir que não disse o que disse. (Augusto Nunes, Revista Veja)
Lula é um mito macunaímico que chegou a governar o Brasil.
É uma persona, psicológicamente doente, que debocha da seriedade, sobetudo quando se trata da coisa pública.
Para ele não. Quer dinheiro no bolso e passar bem, às custas dos outros, considerados de otários.
Então, pelo lado oposto, planejou conduzir o Brasil por tempo indeterminado, estimulando às libertinagens, a depravação de costumes, a corrupção, o ócio, a impunidade e diversas outras, mas sempre de molecagens na condução de obras de infra-estrutura e indispensáveis para todas nações que precisam desenvolver o bem estar do seu povo.
E nisto foi um mestre, fruto da sua educação deformada, onde encontrou um espaço fértil na esquerda utópica da imprensa e das universidades. O Lula deve ter lido, apenas, o Maquiavel e Gramsci, onde aprendeu às táticas e a arte de enganar às massas.
Alinhando-se, todavia, às oligarquias mais retrógradas para manutenção do poder, tais como Sarney, Severino Cavalcanti, Jáder Barbalho, Renan Calheiros,Fernando Collor, etc.
Caso contrário, teria sofrido de um impeachment, tal como Collor de Mello, na sua flagrante ¨omissão¨ no caso do Mensalão que dormita no STF, sob mãos do Ministro Joaquim Barbosa.
E, ainda bem que saiu do poder e o Brasil não se transformou numa Venezuela. E, no futuro, a confusão seria bem pior, como vem se verificando e alastrando-se de forma violenta na Líbia.
Agora, nós temos que fazer a limpeza, à nossa parte dentro das nossas possibilidades, é claro se não somos políticos. No entanto, para que o Brasil possa reintegrar-se ao conceito internacional, no concerto de nações ocidentais e dentro das regras da civilidade e do desenvolvimento.
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