Enc: Quanta Luz!

quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Companheiros,
esta carta eletrônica foi compartilhada pelo Raymundo Araújo Filho em dezembro de 2008. De lá pra cá, eu faria alguns acréscimos:
I - os lulopetistas continuam os mesmos. Há pouco, fiz um comentário no Facebook que com seis ministros afastados por corrupção no governo FHC, eles estariam pedindo a cabeça do "homem".
II - a alta aprovação agora não é mais de Lula, mas da sua cria, uma senhora desconhecida até uns oito anos atrás (desconhecida inclusive pelo próprio Lula) fabricada com propaganda eleitoral antecipada e uma associação de programas eleitoreiros de Lula a esta candidata.
Parece que Raymundo não quis se aprofundar muito sobre os regimes totalitários da Alemanha, na Itália ou no Brasil por questão de espaço. Se o fizesse, nos daria revelações interessantes de como os demônios do passado de hoje eram "de Deus" em suas épocas. E a alusão religiosa aqui não é metáfora: depois da chacina, o Nazismo apoiado pela Igreja Católica é.
A vergonha de quem defende Lula agora está pra vir. Alguém aí conhece alguma senhora carola que participou de uma das marchas comemorando a "Revolução de 64"?
Um abraço
Walter
"Quando a oportunidade bate à porta, muitas pessoas estão no quintal procurando trevos de quatro folhas" (autor desconhecido)

----- Mensagem encaminhada -----
De: raymundo araujo <raymundoaraujobr@yahoo.com.br>
Para:
Enviadas: Quarta-feira, 10 de Dezembro de 2008 18:59
Assunto: Quanta Luz!




"Quando o Lula fala, o mundo se ilumina." Marilena Chauí   Taí. É o próprio céu de Las Vegas à noite. Abs Cristina    
Homenagem à Eduardo Guimarães e Gilson Caroni Filho
Raymundo Araujo Filho 09/12/2008

Este comentário abaixo refere-se aos artigos escritos pelos dois citados e que, ao meu ver, é de um primarismo ridículo e inadmissível.

O meu comentário vai logo abaixo e um dos artigos depois.

Com quem estariam Eduardo Guimarães e Gilson Caroni Filho?
Raymundo Araujo Filho 08/12/2008 22:19

A julgar pelo seu arroubo populista de aceitar a ignorância e submissão popular, além de forte manipulação midiática, como indício de politização extrema, podemos aventar que os Lullo Petistas Roxos Eduardo Guimarães e Gilson Caroni Filho estariam  apoiando no passado:

1) Hitler e Mussolini saudado e aplaudido pela classe operária de seus países, na época do III Reich. Eram popularíssimos.

2) A ditadura militar brasileira que gozou de bons índices de aprovação popular, durante duas décadas.

3) Sarney, quando esteve com 84% de aprovação popular, após o famigerado Plano Cruzado. Saiu corrido da Presidência.

4) Collor de Mello, quando estava com 80% ou mais nos índices de popularidade. Sem comentários.

5) FHC que até reeleito foi, e no primeiro turno. Saiu corrido, para dar lugar a um traidor.

Há que se notar que todos estes tiveram o seu cadafalso popular, assim que ficaram a descoberto, os resultados de suas políticas. Será que Lulla se encaminha para tal destino? A história nos mostra ser bem possível.

E a mesma história não nos induz a nenhuma generalização populista como querem tão nobres articulistas, que confundem militância apixonada com Ciência Política.

Só no Brasil gente assim tem visibilidade. E ainda, falando como um xepeiro de feira, clamando por alguns "acertos" neste (des)governo. Quais?

 
E a grande imprensa, sifu?
 Artigo originariamente de Carta Maior. 05/12/2008 Gilson Caroni Filho
 
A avaliação positiva do presidente voltou a bater novo recorde, com 70% de aprovação. Vamos esperar para ver as teses estapafúrdias, usadas pelos "cientistas políticos" em plantão permanente, para explicar esse índice.


A pesquisa Datafolha, publicada hoje, cinco de dezembro, foi um balde de água fria em uma festinha que prometia agitar os melhores salões do Rio e São Paulo. Mostrando que a avaliação positiva do presidente voltou a bater novo recorde, com 70% da população considerando seu governo ótimo ou bom, melhor índice obtido por um governante desde a redemocratização, arrefeceu a ofensiva que viria da fala presidencial para produtores culturais e artistas, em cerimônia destinada a tratar do Fundo Setorial do Audiovisual.

Usando uma analogia para explicar sua postura diante da crise econômica, Lula, de improviso, disse: "Se um de vocês fossem médicos e atendesse a um paciente doente, o que vocês falariam para ele? Olha, companheiro, o senhor tem um problema, mas a medicina já avançou demais, a ciência avançou, nós vamos dar tal remédio e você vai se recuperar. Ou vocês diriam: meu, sifu . Vocês falariam isso para um paciente de vocês? Vocês não falariam".

O Jornal Nacional deu destaque com os expedientes de sempre. Na chamada, William Bonner, o apresentador que representa o que lê, franziu a sobrancelha e anunciou com entonação grave que o presidente teria empregado uma expressão ?extravagante?.

O jornal O Globo, na dobra superior da primeira página, não deixa por menos e dá como manchete: "Planalto censura fala chula de Lula". Em matéria assinada por Maiá Menezes, lemos que "a palavra de baixo calão usada pelo presidente acabou sendo suprimida no site da presidência.? É interessante ver um veículo que publica artigos de Arnaldo Jabor se chocar com a corruptela empregada pelo presidente.

Haverá quem diga, até com certa propriedade, que o termo usado de improviso não é compatível com o cargo que ele ocupa. Não deve constar em discursos públicos de uma autoridade publica, principalmente de um presidente. Mas o arrazoado tem um viés por demais conhecido. Se olharmos atentamente para o padrão classista da grande imprensa, a fenomenologia da chegada de Lula à presidência já é apresentada como uma incompatibilidade imperdoável. O terno que substituiu o torno é a conciliação de uma antinomia por demais sedimentada para ser aceita pelas velhas elites.

Como é que aquele metalúrgico chegou ali? Como, tendo chegado, não só cumpriu o mandato como se reelegeu para outro? Por que é tão bem avaliado internacionalmente? Como ousa comparar os defensores do livre-mercado a um adolescente com desarranjo intestinal ao dizer que "filho quando tem crise, quando tem uma dor de barriga, volta para casa. Nesse caso, aliás, foi uma diarréia braba. E quem eles chamaram? O Estado que eles negaram por anos?.

Mas há na pesquisa, realizada entre os dias 25 e 28 de novembro, mais dados que incomodam o jornalismo dos oligarcas. Segundo a Folha de São Paulo, ?agora Lula teve reforçado o apoio sobretudo entre os mais jovens (mais nove pontos), os mais escolarizados (mais nove) e no Sudeste (também mais nove pontos).? Ou seja, os supostos leitores, aqueles a quem são dedicados editoriais e colunas se deixaram hipnotizar pela esfinge. Para quem escreveram então?

Vamos esperar para ver as teses estapafúrdias, usadas pelos ?cientistas políticos,? em plantão permanente, para explicar os índices de aprovação do presidente Lula. Reconhecer que em algumas áreas este governo acertou e que o Brasil está melhor, está descartado de antemão. É preciso esconjurar o demônio barbudo.

O momento parece indicar que o melhor é manter as táticas do passado. As mesmas que levaram um presidente ao suicídio e, depois, o país a décadas de ditadura militar. A estratégia udenista da oposição cheira a guardado, a fundo de armário, a século XX. Não perceberam, embora se auto-intitulem bem-informados, que os anos 90 foram o canto do cisne da sociedade de privilégios. E, ao se descolarem de uma realidade que lhes é incômoda, o diagnóstico está na corruptela presidencial: Sifu. É o que parece dizer a pesquisa Datafolha.
Veja quais são os assuntos do momento no Yahoo! + Buscados: Top 10 - Celebridades - Música - Esportes</a
Veja quais são os assuntos do momento no Yahoo! + Buscados: Top 10 - Celebridades - Música - Esportes
--~--~---------~--~----~------------~-------~--~----~
Você recebeu esta mensagem porque está inscrito no Grupo "Tribuna Online" em Grupos do Google.
 Para postar neste grupo, envie um e-mail para tribunaonline@googlegroups.com
 Para cancelar a sua inscrição neste grupo, envie um e-mail para tribunaonline+unsubscribe@googlegroups.com
 Para ver mais opções, visite este grupo em http://groups.google.com/group/tribunaonline?hl=pt-BR

-~----------~----~----~----~------~----~------~--~---

0 comentários: