1 ano após queda da vigas do Rodoanel consórcio e Dersa do Paulo Preto e Serra não foram punidos

quarta-feira, 27 de outubro de 2010
http://dasilvakaolho.blogspot.com/ Para Grupo
Obs:E Estas pessoas para não dizer outra coisa. Que os desinformados
conservador que no poder, ou as grandes corporação paga jornalistas
para falar mentiras na rede, ou caluniar o governo PT. O que estar em
jogo,e um Brasil atrasado, igual México com muita exploração
Americana!!! Ou um Brasil que nuca ninguém, viu antes do PT governa???
Com distribuição melhor da renda , empregos e o empresário Brasileiro
ganhando e pagando seus compromissos . O TSE mostra o Ranking dos
partidos mais corruptos o DEM E PSDB estão na frente. No RIO GRANDE DO
SUL O PSDB FOI UM DESASTRE EM S.PAULO E UMA REDE DE CORRUPÇÃO EM
BRASILIA O DEM MOSTROU A CARA . O que espera o eleitor com este
pessoal? Não seja enganado por profissional da mentira seja
inteligente eleitor compare, acima de 17 anos já nota diferença do que
foi e o que é. PT NOS QUE QUER ROUBAR O BRASIL!!! OS AMERICANOS NÃO
SÃO BOBO, SER ELES ESTÃO GASTANDO, COM ESTES REPORTES PARA PREGAR
MENTIRAS NOS GRUPOS, E QUE ELES VAI TIRAR DO NOSSO CORO O LUCRO
ESPERTO ELEITOR!!!


Às vésperas de completar um ano do desabamento de vigas durante a
construção do trecho sul do Rodoanel, a Promotoria aguarda laudos do
IML (Instituto Médico Legal) para definir a responsabilização criminal
de engenheiros ligados à obra.A tendência é que só dois profissionais
do consórcio Rodoanel Sul 5 Engenharia, contratado pela Dersa (estatal
paulista de José Serra ), sejam processados pelo acidente. A definição
pode sair este ano.


Na esfera administrativa, a promotora Andréa Chiaratti já arquivou a
apuração de eventual improbidade.
Segundo Chiaratti, não foram encontradas irregularidades que tivessem
levado ao desabamento -que deixou três feridos.

O engenheiro da Dersa que comandava a obra era Paulo Vieira de Souza,
conhecido como Paulo Preto e que foi afastado da estatal neste ano
pelo governador Alberto Goldman (PSDB).Laudos do Instituto de
Pesquisas Tecnológicas e do Instituto de Criminalística viram falhas
para fixar as vigas que depois caíram.

Segundo a apuração do IPT, elas foram instaladas sobre uma superfície
não horizontal, sujeitas a deslizar, faltava uma rugosidade para
garantir atrito, além de um sistema de travamento.

O inquérito da Polícia Civil responsabilizou dois engenheiros ligados
ao consórcio -Olímpio Eugênio Fernandes Silva e Anderson Canejo- por
desabamento culposo (sem intenção).

A promotora Fabiana Sabaine, de Embu (Grande SP), vai decidir se
denuncia os dois pelo acidente e sob qual acusação. Se a ação for por
acidente culposo, ela deverá tramitar num juizado especial para casos
de menor potencial ofensivo. Nessa situação, a pena é inferior a dois
anos.

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