A candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, retomou a dianteira com folga sobre o adversário José Serra (PSDB), segundo pesquisa do Instituto Sensus, divulgada agora há pouco em Brasília.
A petista está com 58,6% dos votos válidos ante 41,4% do tucano, conforme o levantamento encomendado pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT).
Na votação estimulada, Dilma ficou com 51,9%, contra 36,7% de Serra. Outros 11,5% dos entrevistados não indicaram candidato.
Na média, a candidata do Palácio do Planalto avançou cinco pontos percentuais em relação à pesquisa CNT/Sensus anterior, feita seis dias antes, enquanto o candidato da oposição caiu cinco, ampliando a diferença entre ambos em torno de 10%.
"Depois da fase emocional que dominou o começo da campanha de segundo turno, o eleitor volta a se orientar por fatores racionais, sobretudo a economia e a continuidade de governo", analisa Ricardo Guedes, diretor da Sensus.
Ele destacou também o aumento da rejeição de Serra, que superou o percentual considerado restritivo de 40%. Agora tem o maior índice negativo da série do instituto, com 43% de respostas de eleitores dizendo que não votaria nele.
Dilma, por sua vez, recuperou percentuais em todas as regiões do país, com exceção do Sul, onde Serra ampliou a vantagem para mais de 50%.
"As notícias negativas sobre Serra e a perda de credibilidade do esforço de desconstrução da imagem de Dilma influenciaram nesses resultados. Houve um excesso de ataques", acrescentou Clésio de Andrade, presidente da CNT.
A Sensus promete divulgar entre a noite da próxima sexta-feira (29/10) e a madrugada de sábado uma última pesquisa sobre a corrida presidencial
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