condenável sob todos os aspectos.
Haviam duas Alemanhas, justamente a que se autodenominava
'democrática' era a anti-democrática, coisas de comunistas.
Fantasia de comunista é a veste "democrática"., mas por baixo da
veste, saí de baixo.
Conhecem o Foro de São Paulo? Vejam:
"
Foro de São Paulo
História
A ideia do Foro de São Paulo surgiu em julho de 1990, durante uma
visita feita por Fidel Castro ao Presidente Lula, em São Bernardo do
Campo, e foi formalizada quando 48 organizações, partidos e frentes de
esquerda da América Latina e do Caribe, atendendo a convite do Partido
dos Trabalhadores, reuniram-se na cidade de São Paulo visando debater
a nova conjuntura internacional pós-queda do Muro de Berlim (1989),
elaborar estratégias para fazer face ao embargo dos Estados Unidos a
Cuba e unir as forças de esquerda latino-americanas no debate das
conseqüências da adoção de políticas supostamente neoliberais pela
maioria dos governos latino-americanos da época.[10]
No encontro seguinte, realizado na Cidade do México, em 1991, com a
participação de 68 organizações e partidos políticos de 22 países,
examinou-se a situação e a perspectiva da América Latina e do Caribe
frente à reestructuração hegemônica internacional. Na ocasião,
consagrou-se o nome "Foro de São Paulo".[11]
Participantes[12]
Argentina - Frente Grande, Frente Transversal Nacional y Popular,
Movimiento Libres del Sur, Partido Comunista, Partido Comunista –
Congreso Extraordinario, Partido Comunista Revolucionario, Partido
Humanista, Partido Intransigente, Partido Obrero
Revolucionario-Posadista, Partido Socialista, Partido Solidario, Unión
de Militantes por el Socialismo.
Bolívia - Movimiento al Socialismo, Movimiento Bolivia Libre, Partido
Comunista de Bolivia.
Brasil - Partido Democrático Trabalhista, Partido Comunista do
Brasil, Partido Comunista Brasileiro, Partido Socialista Brasileiro,
Partido dos Trabalhadores.
Chile - Izquierda Cristiana, Partido Comunista, Partido Humanista,
Partido Socialista.
Colômbia - Polo Democrático Alternativo, Presentes por el Socialismo,
Partido Comunista Colombiano.
Cuba - Partido Comunista de Cuba.
Equador - Movimiento de Unidad Plurinacional Pachakutik – Nuevo País,
Movimiento PAIS, Movimiento Popular Democrático, Partido Comunista de
Ecuador, Partido Comunista Marxista-Leninista del Ecuador, Partido
Socialista-Frente Amplio.
El Salvador - Frente Farabundo Martí para la Liberación Nacional.
Guatemala - Alianza Nueva Nación, Unidad Revolucionaria Nacional Guatemalteca.
México - Partido de los Comunistas Mexicanos, Partido Comunista de
México, Partido de la Revolución Democrática, Partido del Trabajo.
Nicarágua - Frente Sandinista de Liberación Nacional.
Panamá - Partido del Pueblo de Panamá.
Paraguai - Partido Popular Tekojoja, Partido Convergencia Popular
Socialista, Partido Comunista Paraguayo, Partido del Movimiento al
Socialismo, Partido País Solidario.
Peru - Partido Comunista del Perú-Patria Roja, Partido Comunista
Peruano, Partido Nacionalista del Perú, Partido Socialista.
Porto Rico - Frente Socialista, Movimiento Independentista Nacional
Hostosiano, Partido Nacionalista de Puerto Rico.
República Dominicana - Alianza por la Democracia, Fuerza de la
Revolución, Movimiento Izquierda Unida, Partido Comunista del Trabajo,
Partido de la Liberación Dominicana, Partido de los Trabajadores
Dominicanos, Partido Revolucionario Dominicano.
Uruguai - Frente Amplio, Asamblea Uruguay, Corriente de Unidad
Frenteamplista, Movimiento de Participación Popular, Movimiento de
Liberación Nacional Tupamaros (integra el MPP), Partido Comunista de
Uruguay, Partido Obrero Revolucionario Troskista-Posadista, Partido
por la Victoria del Pueblo, Partido Socialista de los Trabajadores,
Partido Socialista de Uruguay, Vertiente Artiguista (integrantes del
Frente Amplio); Movimiento 26 de Marzo.
Venezuela - Liga Socialista, Movimiento Electoral del Pueblo, Partido
Comunista de Venezuela, Partido Socialista Unido de Venezuela, Patria
Para Todos.
Estrutura executiva
O Foro funcionou sem um grupo executivo apenas na sua primeira edição.
No segundo encontro, realizado na cidade do México, em 1991, foi
criado" um grupo de trabalho encarregado de "consultar e promover
estudos e ações unitárias em torno dos acordos do Foro". Já na reunião
realizada em Montevidéu (1995), foi criado o Secretariado Permanente
do FSB. Essas instâncias têm sua composição decidida a cada encontro e
já foram integradas por organizações como: Partido dos Trabalhadores;
FARC (Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia–Ejército del
Pueblo); Izquierda Unida (Peru); Frente Farabundo Martí de Libertação
Nacional (El Salvador); Frente Sandinista de Libertação Nacional
(Nicarágua); Partido Comunista de Cuba; Frente Ampla do Uruguai;
Partido da Revolução Democrática (México); Movimiento Lavalás (Haiti)
e Movimiento Bolivia Libre.
Declarações
Os objetivos iniciais do FSP estão expressos na "Declaração de São
Paulo",[13] documento final que foi aprovado no primeiro encontro, na
cidade de São Paulo, em 1990. Os participantes manifestaram a "vontade
comum de renovar o pensamento de esquerda e o socialismo, de reafirmar
seu caráter emancipador, corrigir concepções errôneas, superar toda
expressão de burocratismo e toda ausência de uma verdadeira democracia
social e de massas."
A declaração afirmou, também, a solidariedade à Revolução Cubana e à
Revolução Sandinista e apoiou as tentativas de desmilitarização e de
solução política da guerra civil de El Salvador, além de se
solidarizar com os povos andinos.
O texto definiu, adicionalmente, as bases de um "novo conceito de
unidade e integração continental", que supõe: "defender o patrimônio
latino-americano, pôr fim à fuga e exportação de capitais do
sub-continente, encarar conjunta e unitariamente o flagelo da
impagável dívida externa e a adoção de políticas econômicas em
benefício das maiorias, capazes de combater a situação de miséria em
que vivem milhões de latino-americanos."
A Declaração manifestou "compromisso ativo com a vigência dos direitos
humanos e com a democracia e a soberania popular como valores
estratégicos, colocando as forças de esquerda, socialistas e
progressistas frente ao desafio de renovar constantemente seu
pensamento e sua ação".
No II Encontro (México, 1991), surgiu a ideia de o FSB trabalhar
também por maior integração continental, por meio do intercâmbio de
experiências, da discussão das diferenças e da busca de consenso para
ação entre as esquerdas. Os encontros seguintes reafirmam esta
disposição para o diálogo entre as esquerdas, ao mesmo tempo em que —
no cenário continental — cresceu a influência dos partidos
participantes do Foro de São Paulo na política latino-americana, uma
vez que houve a eleição de presidentes afinados com suas visões em
vários países.
Atualmente, Lula se afastou da direção do Foro de São Paulo. Por outro
lado, cresceu muito a liderança de Hugo Chávez.
......................
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Foro_de_São_Paulo
Artigo: Reinaldo Azevedo
O Foro de São Paulo não é uma fantasia
A recusa em condenar as Farc, a defesa incondicional do governo de
Hugo Chávez na Venezuela, o apoio às pantomimas de Evo Morales na
Bolívia – mesmo e especialmente quando ele contraria interesses
brasileiros – e de Rafael Correa no Equador e as relações sempre
especiais com a tirania cubana fazem parte do alinhamento do governo
do PT com este "Comintern" (Internacional Comunista) cucaracho, o Foro
de São Paulo.
Ah, não. Não haverá uma revolução comunista liderada pelos petistas. É
mais lucrativo operar uma "revolução" na telefonia, não é mesmo?
Condescender com a hipótese do levante é uma forma de fazer uma
caricatura do que vai acima. O que estou afirmando, e isto é
inconteste, é que existe uma organização na América Latina, chamada
Foro de São Paulo, a que pertencem o PT e as Farc, que coonesta grupos
e governos que optaram pelo terror, pela ditadura ou por ambos. O que
essa gente faz é chantagear a democracia, cobrando muito caro por
aquilo a que temos direito de graça. E isso se dá, como sempre, sob o
silêncio cúmplice e medroso dos democratas.
E que se note: por motivos óbvios, os petistas são mais decentes
quando silenciam sobre os crimes das Farc do que quando fingem
indignação em entrevistas.
Veja mais: http://veja.abril.com.br/300108/p_060.shtml
""
Em 23/10/10, celsolopes@click21.com.br<celsolopes@click21.com.br> escreveu:
>
>
> Caro amigos,
>
> O Olavo de Carvalho é uma pessoa com formaçao anti comunista, e nao consegue
> aceita as diferenças de ideias.
>
> Para o democratas nao pode servir de referencias.
>
>
> Celso de Ameida Lopes
>
>
>
>
>
>
>
>
>
>
>
> Citando Paulo Tanner <paulotannerr@gmail.com>:
>
>> O Manifesto Comunista do PT
>>
>> Olavo de Carvalho
>> Jornal do Brasil, 24 de agosto de 2007
>>
>>
>> Depois de engolir e absorver o Estado, fazendo dele um órgão e
>> extensão de si próprio, o PT dá agora um tremendo "salto qualitativo"
>> – como o chamaria Mao Dzedong – na marcha acelerada do Brasil rumo ao
>> comunismo.
>>
>>
>> Extinguir o capitalismo, instaurar em lugar dele uma "democracia
>> popular" socialista – eis o programa do Partido-Estado, finalmente
>> assumido, às escâncaras, nos anúncios do seu 3º. Congresso. Não, não
>> acreditem em mim. Cliquem o link
>> http://www.youtube.com/watch?v=VNPjm0qfByc e depois perguntem a seus
>> olhos e ouvidos o que eles viram e ouviram.
>>
>>
>> A campanha é lançada simultaneamente com uma onda de esforços gerais
>> para assegurar ao atual presidente da República um terceiro mandato –
>> provavelmente também um quarto, um quinto e um enésimo.
>>
>>
>> Um detalhe interessante do vídeo é que nele, pela primeira vez, o PT
>> assume diante do público maior as glórias de fundador do "espaço de
>> articulação estratégica continental" ( sic ), o Foro de São Paulo,
>> aquela entidade que, segundo os eruditíssimos senhores Luiz Felipe de
>> Alencastro e Kenneth Maxwell, jamais existiu. Ao fazê-lo, o partido
>> não só admite oficialmente a parceria política com gangues de
>> narcotraficantes e seqüestradores que atuam no território brasileiro
>> (as Farc e o Mir, por exemplo), mas torna visível o seu papel de
>> criador – junto com Fidel Castro -- dos fenômenos Chávez, Morales
>> etc., aos quais, por isso mesmo, jamais poderia servir de "alternativa
>> democrática".
>>
>>
>> É natural que tão formidável upgrade das ambições partidárias venha
>> acompanhado de um equivalente decréscimo da tolerância petista para
>> com qualquer forma de oposição externa (a interna faz parte do
>> "centralismo democrático" leninista, e não há indícios de que venha a
>> ser extinta antes do Quarto Congresso; talvez dure mesmo até o
>> Quinto).
>>
>>
>> As empresas de mídia que ajudaram a camuflar as atividades do Foro de
>> São Paulo e a embelezar a imagem eleitoral do PT como um partido
>> curado de ilusões marxistas já são, hoje em dia, abertamente
>> condenadas como "de extrema direita", anunciando para mais breve do
>> que imaginam o prêmio da sua subserviência, o assalto chavista aos
>> seus meios de expressão.
>>
>>
>> Na maré montante de furor revolucionário, a intelligentzia
>> esquerdista, antes ciosa da sua aparência de bem educadinha e
>> moderadíssima, já não hesita em mostrar seus dentes de ogro. Tenho um
>> caso pessoal a relatar sobre isso. Os senhores já ouviram decerto
>> falar de João Quartim de Moraes, um dos mandantes do assassinato do
>> capitão do Exército americano, Charles Chandler (acusado na época de
>> pertencer à CIA, coisa que qualquer garoto de escola americano sabe
>> ser uma impossibilidade administrativa absoluta). Quartim foi
>> condenado por homicídio em 1977. A sentença já transitou em julgado.
>> Muito bem: ao chamar esse assassino de assassino, coisa banal que
>> todos os dias se faz no jornalismo, devo ter acidentalmente tocado em
>> algum ponto secreto e dolorido do esquema revolucionário brasileiro,
>> pois suscitei uma reação estranha, desproporcionalmente histérica: um
>> manifesto furibundo apoiado oficialmente pelo PT, assinado por Marco
>> Aurélio Garcia, Ricardo Berzoini e mais de seiscentos professores
>> universitários que me rotulam de "názio-fascista", "irracível"
>> "entiético" e termos similares, não só exemplificando a crescente
>> impaciência comunista ante qualquer contrariedade, mas provando a
>> coexistência pacífica entre o analfabetismo e a condição de
>> intelectual de esquerda.
>>
>> Fonte: http://www.olavodecarvalho.org/semana/070824jb.html
>>
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>> Online" dos Grupos do Google.
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