Re: [sbis_l] O fim do Google Health

sábado, 25 de junho de 2011
De fato, a única questão com a qual eu realmente me importo é: qual é o
valor de um PHR que é um outro "silo de dados" que não pode enviar
extratos de informação válidos para nenhum outro registro eletrônico do
mesmo indivíduo?

-- Luciana


Em 25/06/2011 14:16, Renato M.E. Sabbatini, PhD escreveu:
> Em 25/06/2011 13:16, Luciana Tricai Cavalini escreveu:
>> Mesmo Google, não conseguiu manter um PHR:
>> Algo para a gente pensar.
> Bem, é dificil mesmo conseguir escala em projetos de PHR. Veja uma
> discussão interessante em
> http://www.healthcareitnews.com/blog/musings-phrs-consumer-engagement
>
> Dezenas de outros PHRs têm sobrevivido nos EUA, e até um ou dois no
> Brasil. Vão ser sempre bem anêmicos, pois se os médicos não utilizarem
> também, o PHR não vai pegar. Somente fanáticos por sua saúde, ou de
> alguém que tenha uma doença crônica de dificil controle, tem paciência e
> persistência para manter um registro de saúde on-line (eu tenho, e sou
> um usuário contumaz e satisfeito do Google Health, mas confesso que é
> por interesse científico mesmo, não me acrescentou nada).
>
> O problema do Google é financeiro e ético: como ele vive daqueles
> anuncinhos, não pode fazer isso de uma forma ética e que não ensejasse
> reações pelas autoridades, de colocar anúncios relacionados à saúde (e
> cientificamente válidos, o que é dificil de controlar na selva que é a
> Internet). Além disso teria que ter milhões de usuários, pois a taxa de
> cliques é muito, muito baixa. Os primeiros sponsors pularam fora
> rapidinho do Google Health.
>
> Vamos ter uma palestra e interessante discussão no Ciclo de Seminarios
> de TI em Saúde da SBIS, com o Dr. Hervaldo Sampaio, da UNB, um dos
> pioneiros de PHR no Brasil.
>
> Abs
> Sabbatini
>

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