Re: Res: Re: Professora Amanda Gurgel Recusa O PrêMio Esmolante/Sedutor Do Pnbe

sábado, 9 de julho de 2011
Ao menos sabem QUEM eu SOU. Já você, além de nada escrever, nem se sabe quem é.  Continuo achando que és um agente da repressão, bem destes que o Celaso Lungaretti acha que deve ficar solto, mesmo tendo torturado gente.

Você é bom de blagues, mas nada consegues articular quando criticado. És um bosta onanista da internet.


De: "annarquista@gmail.com" <annarquista@gmail.com>
Para: raymundo araujo <raymundoaraujobr@yahoo.com.br>
Enviadas: Sexta-feira, 8 de Julho de 2011 23:30
Assunto: Res: Re: Professora Amanda Gurgel Recusa O PrêMio Esmolante/Sedutor Do Pnbe

caraca....
quem lê o que tu escreve.... já sabe quem tu é.....
nem precisa falar muita coisa......
Clique em mim! 
 
 
 
 
-------Mensagem original-------
 
Data: 08/07/2011 23:13:04
Assunto: Re: Professora Amanda Gurgel Recusa O PrêMio Esmolante/Sedutor Do Pnbe
 
Amanda Gurgel Apela Para a Demagogia
Por Raymundo Araujo Filho 07/07/2011 às 16:21  www.midiaindependente.org (CMI)

Aprendeu rápido, a professorinha do Faustão...
Após estar ao vivo, sendo vista por algo entre 50 e 70 Milhões de pessoas, no programa do Faustão da Rede Globo, optar em fazer o papel de Professorinha do Brasil, já executado pela recém falecida atriz Leila Lopes, em vez de aproveitar a chance e espinafrar não só a Rede globo, mas todo o mundo corporativo, real indutor da iniquidade educacional no Brasil, por interesses vários, agora, DEMAGOGICAMENTE rejeitou um prêmio que lhe foi conferido por entidades empresariais, como personalidade da educação brasileira. 

Em seu comunicado que será lido por, no máximo 1 Milhão de pessoas no Brasil, ou seja, os abastados deste país e os que tem acesso a alguma informação, ela arrola os motivos que a fazem declinar a comenda. 

Assim, a professora Amanda Gurgel mostra não ser boa em aritmética, pois não sabe que 50 milhões de pessoas é MAIS do que 1 milhão. 

E tem gente que ainda vai aplaudir a professorinha do Faustão.

Os autoenunciados anarquistas da ANNA que postam acriticamente esta atitude demagógica desta professorinha do Faustão, estão é prontospara as alianças partidárias de praxis, em vez de aprofundar a concepção anarquista de Luta Sem Partidos. Não é à toa que Celso Lungaretti é arroz de festa prá esta gente. Vivem a se articular partidariamente, mesm 


De: Anna <annarquista@gmail.com>
Para: tribunaonline@googlegroups.com
Enviadas: Sexta-feira, 8 de Julho de 2011 19:43
Assunto: Professora Amanda Gurgel Recusa O PrêMio Esmolante/Sedutor Do Pnbe


 
Professora Amanda Gurgel Recusa O PrêMio Esmolante/Sedutor Do Pnbe
A engajada professora Amanda Gurgel, que ficou conhecida no Brasil a partir de seus enunciados na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte que tocaram nas mazelas do degradado e decadente sistema educacional brasileiro, mais uma vez declina o ângulo da movimentação educare, agora recusando um prêmio esmolante/sedutor do Pensamento Nacional de Bases Empresariais (PNBE).
Porque não aceitei o prêmio do PNBE
Oi,
Nesta segunda,o Pensamento Nacional de Bases Empresariais (PNBE) vai entregar o prêmio "Brasileiros de Valor 2011″. O júri me escolheu, mas, depois de analisar um pouco, decidi recusar o prêmio.
Mandei essa carta aí embaixo para a organização, agradecendo e expondo os motivos pelos quais não iria receber a premiação. Minha luta é outra.
Espero que a carta sirva para debatermos a privatização do ensino e o papel de organizações e campanhas que se dizem "amigas da escola".
Amanda
Natal, 2 de julho de 2011
Prezado júri do 19º Prêmio PNBE,
Recebi comunicado notificando que este júri decidiu conferir-me o prêmio de 2011 na categoria Educador de Valor, "pela relevante posição a favor da dignidade humana e o amor a educação". A premiação é importante reconhecimento do movimento reivindicativo dos professores, de seu papel central no processo educativo e na vida de nosso país. A dramática situação na qual se encontra hoje a escola brasileira tem acarretado uma inédita desvalorização do trabalho docente. Os salários aviltantes, as péssimas condições de trabalho, as absurdas exigências por parte das secretarias e do Ministério da Educação fazem com que seja cada vez maior o número de professores talentosos que após um curto e angustiante período de exercício da docência exonera-se em busca de melhores condições de vida e trabalho.
Embora exista desde 1994 esta é a primeira vez que esse prêmio é destinado a uma professora comprometida com o movimento reivindicativo de sua categoria. Evidenciando suas prioridades, esse mesmo prêmio foi antes de mim destinado à Fundação Bradesco, à Fundação Victor Civita (editora Abril), ao Canal Futura (mantido pela Rede Globo) e a empresários da educação. Em categorias diferentes também foram agraciadas com ele corporações como Banco Itaú, Embraer, Natura Cosméticos, McDonald's, Brasil Telecon e Casas Bahia, bem como a políticos tradicionais como Fernando Henrique Cardoso, Pedro Simon, Gabriel Chalita e Marina Silva.
A minha luta é muito diferente dessas instituições, empresas e personalidades. Minha luta é igual a de milhares de professores da rede pública. É um combate pelo ensino público, gratuito e de qualidade, pela valorização do trabalho docente e para que 10% do Produto Interno Bruto seja destinado imediatamente para a educação. Os pressupostos dessa luta são diametralmente diferentes daqueles que norteiam o PNBE. Entidade empresarial fundada no final da década de 1980, esta manteve sempre seu compromisso com a economia de mercado. Assim como o movimento dos professores sou contrária à mercantilização do ensino e ao modelo empreendedorista defendido pelo PNBE. A educação não é uma mercadoria, mas um direito inalienável de todo ser humano. Ela não é uma atividade que possa ser gerenciada por meio de um modelo empresarial, mas um bem público que deve ser administrado de modo eficiente e sem perder de vista sua finalidade.
Oponho-me à privatização da educação, às parcerias empresa-escola e às chamadas "organizações da sociedade civil de interesse público" (Oscips), utilizadas para desobrigar o Estado de seu dever para com o ensino público. Defendo que 10% do PIB seja destinado exclusivamente para instituições educacionais estatais e gratuitas. Não quero que nenhum centavo seja dirigido para organizações que se autodenominam amigas ou parceiras da escola, mas que encaram estas apenas como uma oportunidade de marketing ou, simplesmente, de negócios e desoneração fiscal.
Por essa razão, não posso aceitar esse Prêmio. Aceitá-lo significaria renunciar a tudo por que tenho lutado desde 2001, quando ingressei em uma Universidade pública, que era gradativamente privatizada, muito embora somente dez anos depois, por força da internet, a minha voz tenha sido ouvida, ecoando a voz de milhões de trabalhadores e estudantes do Brasil inteiro que hoje compartilham comigo suas angústias históricas. Prefiro, então, recusá-lo e ficar com meus ideais, ao lado de meus companheiros e longe dos empresários da educação.
Saudações,
Professora Amanda Gurgel

Feedly. Feed your mind. http://www.feedly.com
--
Você está recebendo esta mensagem porque se inscreveu no grupo "Tribuna Online" dos Grupos do Google.
Para postar neste grupo, envie um e-mail para tribunaonline@googlegroups.com.
Para cancelar a inscrição nesse grupo, envie um e-mail para tribunaonline+unsubscribe@googlegroups.com.
Para obter mais opções, visite esse grupo em http://groups.google.com/group/tribunaonline?hl=pt-BR.


 
Animacoes GRATUITAS para seu e-mail – do IncrediMail! Clique aqui!


0 comentários: