RE: RES: RES: [Brasil-Política] F.H.C.

sábado, 9 de julho de 2011
FOI  UM CONSPIRAÇÃO. ROBERTO JEFERSON MENTIU.O PROCURADOR DA REPUBLICA TAMBÉM, O  SIPREMO É MENTIROSO.
REALMENTE NUNCA HOUVE MENSALÃO.
VAI LENDO E APRENDENDO MORALES.

Capítulo 1

'O governo Lula é o mais
corrupto de nossa história'

Qual a justificativa para o presidente da República nomear como ministro e integrante de seu primeiro escalão de auxiliares o homem que publicara, num dos jornais mais importantes do País, que ele, o presidente, era o chefe do governo "mais corrupto de nossa história"?
Pois Luiz Inácio Lula da Silva, o Lula, nomeou o filósofo Roberto Mangabeira Unger no primeiro semestre de seu segundo mandato, em 2007, ministro da Secretaria de Planejamento de Longo Prazo, especialmente constituída para abrigá-lo. E não adiantou nem o PMDB (Partido do Movimento Democrático Brasileiro) inviabilizá-la tempos depois, durante uma rebelião para obter mais cargos no governo e proteção para o senador Renan Calheiros (PMDB-AL), o então presidente do Senado, acusado de corrupção. Apesar de o PMDB derrotar a Medida Provisória que criara o posto para Roberto Mangabeira Unger, Lula deu um jeito na situação, nomeando-o novamente, desta vez como ministro extraordinário de Assuntos Estratégicos. A posição do detrator estava garantida.
"Pôr fim ao governo Lula" é o título do artigo de Roberto Mangabeira Unger publicado na Folha de S.Paulo em 15 de novembro de 2005, no sugestivo dia da Proclamação da República. O ano de 2005 havia sido marcado pela eclosão do escândalo do mensalão. Este é o parágrafo de abertura do artigo:
"Afirmo que o governo Lula é o mais corrupto de nossa história nacional. Corrupção tanto mais nefasta por servir à compra de congressistas, à politização da Polícia Federal e das agências reguladoras, ao achincalhamento dos partidos políticos e à tentativa de dobrar qualquer instituição do Estado capaz de se contrapor a seus desmandos."
O que poderia ter levado o presidente da República a nomear como ministro o autor dessas acusações? E Roberto Mangabeira Unger não estava brincado, a julgar pela defesa que fez do impeachment de Lula. Ao denunciar "a gravidade dos crimes de responsabilidade" supostamente cometidos pelo presidente, o então futuro ministro afirmou em seu artigo que Lula "comandou, com um olho fechado e outro aberto, um aparato político que trocou dinheiro por poder e poder por dinheiro e que depois tentou comprar, com a liberação de recursos orçamentários, apoio para interromper a investigação de seus abusos".
Alguém poderia argumentar que a nomeação de Roberto Mangabeira Unger seria um mal necessário. Coisa da política. E tentar explicá-la pela importância do filósofo, um professor da prestigiada Universidade de Harvard, das mais importantes dos Estados Unidos, por quase 40 anos. O Brasil, portanto, não poderia prescindir da experiência e do prestígio de Roberto Mangabeira Unger, que teria muito a contribuir com o País.
Será mesmo? A cerimônia de posse do filósofo não demonstrou isso. Poucos ministros, cadeiras vazias, menos de uma hora de solenidade. E mesmo antes da criticada viagem de Roberto Mangabeira Unger à Amazônia, em 2008, na qual defendeu o desvio de águas da região para abastecer o Nordeste, sem considerar que centenas de milhares de amazonenses ainda não dispunham de água encanada, o ministro já era considerado, em âmbito do governo, "café-com-leite". Ou seja, não lhe era atribuída importância, nem de seu trabalho haveria algo para se aproveitar.
Outro trecho do artigo de Roberto Mangabeira Unger: "Afirmo ser obrigação do Congresso Nacional declarar prontamente o impedimento do presidente. As provas acumuladas de seu envolvimento em crimes de responsabilidade podem ainda não bastar para assegurar sua condenação em juízo. Já são, porém, mais do que suficientes para atender ao critério constitucional do impedimento. Desde o primeiro dia de seu mandato o presidente desrespeitou as instituições republicanas. Imiscuiu-se e deixou que seus mais próximos se imiscuíssem, em disputas e negócios privados".
Talvez, então, a razão para a nomeação de Roberto Mangabeira Unger tenha sido de ordem político-partidária. Ou seja, o filósofo traria para o governo a base social representada por seu partido, ampliando o número de legendas que davam sustentação à administração Lula no Congresso. Como vimos, no entanto, Roberto Mangabeira Unger passou a maior parte da vida nos Estados Unidos, o que o forte sotaque não deixava desmentir. Não possuía qualquer base social, nem traria consigo qualquer força orgânica da sociedade.
Quanto a seu partido, o minúsculo PRB (Partido Republicano Brasileiro) tinha menos de 8 mil filiados quando Roberto Mangabeira Unger se tornou ministro e era um dos menores partidos políticos do País. Não agregava praticamente nada à base aliada de Lula. Por apoio político-partidário não faria sentido nomear Roberto Mangabeira Unger. Afinal, o PRB, ligado à Igreja Universal do Reino de Deus, possuía apenas três deputados federais, um senador e o vice-presidente da República, José Alencar (MG), que saíra do PL (Partido Liberal) em decorrência do escândalo do mensalão e foi o grande incentivador da nomeação do filósofo.
Em outro trecho do famoso artigo, Roberto Mangabeira Unger afirmou que "Lula fraudou a vontade dos brasileiros", ameaçava a democracia "com o veneno do cinismo" e tinha um projeto de governo que "impôs mediocridade". E mais: "Afirmo que o presidente, avesso ao trabalho e ao estudo, desatento aos negócios do Estado, fugidio de tudo o que lhe traga dificuldade ou dissabor e orgulhoso de sua própria ignorância, mostrou-se inapto para o cargo sagrado que o povo brasileiro lhe confiou".
Para fazer a vontade de seu vice José Alencar, um homem leal e doente, Lula só precisaria ter dito que gostaria muito de nomear alguém indicado por ele, mas não poderia ser o homem que o acusara de chefiar o governo mais corrupto da história. Poderia ser qualquer um, menos aquele que conclamara o Congresso a derrubá-lo da Presidência da República, por corrupção. Por que Lula nomeou Roberto Mangabeira Unger, autor de acusação tão séria? Nas páginas deste livro, o leitor será convidado a encontrar a resposta.



From: antonio_morales@uol.com.br
To: brasil-politica@googlegroups.com
Subject: RES: RES: [Brasil-Política] F.H.C.
Date: Fri, 8 Jul 2011 19:00:51 -0300

Tem e muita. O mensalão nem sequer existiu. A maior parte foi criação do PIG. Que deputados foram comprados foram mesmo, pois estavam à venda. Não foi provada existência de "MENSALÃO". E quem saiu desmoralizado com popularidade no chinelo foi o FHC.

 

De: brasil-politica@googlegroups.com [mailto:brasil-politica@googlegroups.com] Em nome de hamilton silva
Enviada em: sexta-feira, 8 de julho de 2011 17:18
Para: brasil-politica@googlegroups.com
Assunto: Re: RES: [Brasil-Política] F.H.C.

 

E Lulla, como chefe do Mensalão,  tem moral pra isso ?

Em 8 de julho de 2011 17:13, Jorge Roriz <jorge_roriz@yahoo.com.br> escreveu:

POR QUE LULA NÃO PEDE A DILMA PARA COLOCAR FHC NA CADEIA POR TER "ENTREGUE!" A VALE? KAKAKAKAKAKKA

 

De: José Adelino Alves <alvescut@gmail.com>
Para: brasil-politica@googlegroups.com
Cc: tribuna_da_internet@yahoogrupos.com.br; "tribunaonline@googlegroups.com" <tribunaonline@googlegroups.com>
Enviadas: Sexta-feira, 8 de Julho de 2011 17:01
Assunto: Re: RES: [Brasil-Política] F.H.C.

Ricardo SSobrinho, leia de novo qual foi a minha postagem anterior:

"FHC foi/é para o Brasil o que Pétain e seu governo de Vichy foi para a França na Segunda grande Guerra Mundial."   

 

Este texto sobre a tucanalha do FHC só me dão razão.

 

 

 

 

Em 8 de julho de 2011 16:05, Ricardo SSobrinho <ricardossobrinho@hotmail.com> escreveu:

ADELINO

LEIA  A MATÉRIA ABAIXO.

ABS...

Os crimes assombrosos das doações-privatizações

artigo do jornalista Hélio Fernandes, Jornal Tribuna da Imprensa, Rio de Janeiro, 19/11/2003
Pode parecer disparatado, mas a CPI de Luiz Estevão, do juiz Nicolau-Lalau, do Banco Central e do "banqueiro" Cacciola não tem qualquer importância. Desviaram centenas de milhões de reais? Desviaram. "Construíram" em São Paulo o "Edifício Watergate", perdão, do Tribunal do Trabalho, enriquecendo? Construíram e enriqueceram.
O banqueiro "Cacciola" recebeu 1 bilhão e meio do BC para evitar "um risco sistêmico" para o País? Recebeu, claro, mas que patriotas. Estevão acumulou fortuna fabulosa à custa de irregularidades, confundindo os dinheiros públicos com os seus, ou depositando recursos do povo em suas contas particulares?
Lógico, tudo isso é verdade, as investigações foram tão longe que nem precisam ser aprofundadas. Mas mesmo culpadíssimos, esses 3 cavaleiros do apocalipse e da catástrofe moral, sem que nada possa inocentá-los, não são prioritários na culpa, na constatação e na punição. Antes de serem acusados, responsabilizados e encarcerados, existem outros crimes, outras culpabilidades, outras traições ao País que precisam ser desvendadas minuciosamente diante da opinião pública estarrecida.
Isso só pode ser feito por uma CPI, claro, lógico, evidente. E o que é mais importante no atacado do que esses pivetes do varejo? Sem qualquer dúvida: as doações-desnacionalizações. Enquanto os 3 grandes da corrupção-aberta-e-confessada, Nicolau-Lalau, Estevão, Cacciola, são fichinhas ou trombadinhas do roubo de milhões, as doações-privatizações-desestatizações COMEÇAM com bilhões e se DERRAMAM através de centenas de bilhões.
Essa CPI (das doações) deveria indiciar e intimar (ou melhor, convidar, como gosta de fazer agora o Congresso) todos os que fizeram parte dessas desestatizações desde o primeiro momento. Não importa que alguns não tenham culpa, receberiam dessa CPI um atestado de honorabilidade, que serviria justamente às suas carreiras. E os que fossem considerados culpados mostrariam à opinião pública: "O Congresso não se interessa apenas por peixes pequenos, fisga também os tubarões". Isso é o que se espera do Congresso, de deputados e senadores.
Nos 8 anos de FHC, o que caracterizou o retrocesso de 80 anos em 8 é lancinante. Nada ficou intocado, preservado, respeitado, tudo foi entregue aos piores grupos multinacionais, protegidos, patrocinados e privilegiados por poderosos personagens nacionais. (Entenda-se: nacionais porque nasceram no Brasil, mas multinacionais no empenho e no favorecimento aos que devastavam os interesses do Brasil).
Vejamos o que FHC (e sua tropa) doou a esses senhores de fora, que vieram sem nada, ganharam tudo, e o que precisavam de dinheiro figurativo obtiveram no BNDES da época. Vamos relacionar alguns (poucos, não haveria espaço para tantos) desses crimes, sem nenhuma ordem ou prioridade, todos FATOS IMPORTANTÍSSIMOS.
Fim do monopólio da Petrobras. Agora, a Shell, a Esso, a Texaco e outras podem exportar o petróleo brasileiro. Nos seus países de origem, todos eles grandes produtores de petróleo, não se vende nada, são todos os MAIORES IMPORTADORES.
Venda de 32 por cento de ações da Petrobras, cometendo a fraude e a farsa de duas afirmações.
1 - "Estamos vendendo as ações para o trabalhador". Apenas 1 por cento dessas ações estão com trabalhadores, todo o resto ficou com as multinacionais.
2 - Essas ações não têm direito a voto, vendê-las não prejudica a Petrobras. MENTIRA e das grandes. As ações realmente não têm direito a voto, mas garantem juros e dividendos. E como são poderosos, pressionam a maior empresa do Brasil, que distribui então um dinheiro que deveria servir para investimento em prospecção e refino.
Perdemos a Vale, a maior mineradora do mundo, entregamos o importantíssimo sistema bancário, esse um CRIME-CRIMINOSO, só a redundância pode avaliá-lo. FHC esteve presente a tudo, pessoalmente ou através de personagens intimíssimos, como Mendonça de Barros, Modiano, Sergio Motta, Clovis Carvalho, e mais e mais. Todos muito mais comprometidos e satisfeitos do que qualquer um em qualquer governo.
Mas ainda há pior e muito mais grave do que o relacionamento de crime por crime, jamais acabaria. Globalizemos, que palavras, as acusações. Toda vez que ia DOAR UMA PARTE DO NOSSO PATRIMÔNIO, FHC dizia: "Estamos vendendo empresas deficitárias para poder amortizar as dívidas que nos sufocam".
Aí, para levar FHC ao banco dos réus, não é preciso nenhum promotor, para julgá-lo não será necessário mobilizar juízes. Basta a afirmação e a negação do próprio FHC. Pois quando começou a DOAR o patrimônio do Brasil, as "dívidas" (internas, internas) estavam em 60 bilhões. Quando saiu do governo, quer dizer, quando foi escorraçado, essas "dívidas" atingiam 800 BILHÕES. I-N-A-C-R-E-D-I-T-Á-V-E-L.
PS - O que foi feito de todo esse dinheiro? DOARAM o patrimônio incalculável, ASSUMIRAM "dívidas" facilmente calculáveis.

lamento da história

Hélio Fernandes, Jornal Tribuna da Imprensa, 22/11/2003

Quanto valia a Vale com FHC?
Agora, o que vale essa empresa?

Em 1996, quando a maior mineradora do mundo, a Vale do Rio Doce, foi doada-privatizada, escrevemos exaustivamente sobre esse crime hediondo. Os cálculos mais baixos concluíam: a Vale, por mais que sejamos burros, displicentes ou incoerentes, tem um valor patrimonial acima de 3 TRILHÕES. Vendemos por 3 BILHÕES hipotéticos, sem dinheiro algum. O dinheiro indispensável foi "dado ou emprestado" pelo BNDES.
Agora, já deveríamos estar em pleno processo de retomada do que doamos miseravelmente, não se vê o menor movimento de DESPRIVATIZAÇÃO. Existe algum movimento, é verdade, mas na Argentina. Temos que reaver esse fabuloso patrimônio da Vale, alguns outros, além de recuperar o monopólio da Petrobras, que existiu quando O PETRÓLEO ERA NOSSO, não é mais.
Para que não se percam as esperanças e que não se mergulhe no medo, vamos repetir números de 1996, cada vez mais lancinantes, atingindo nosso coração e nossa mente.
1 - Preparando o terreno, o ministro Serra afirmou o óbvio: "Não podemos vender a Vale sem entregar também os minérios de sua propriedade".
2 - O próprio ministro reafirmou: "Venderemos a Vale por 20 bilhões de reais, amortizaremos a dívida interna e pagaremos muito menos juros". Por que então não reduzem logo os juros à metade e deixam a Vale em paz?
3 - Reservas da Vale em minérios, e quanto tempo durarão essas reservas, num levantamento que está ainda muito aquém da verdadeira realidade.
4 - FERRO - Reservas para 540 anos.
5 - BAUXITA - Reservas para 187 anos.
MANGANÊS - Reservas para 185 anos.
OURO - Reservas para 25 anos.
COBRE - Reservas para 24 anos.
CAOLIM - Reservas para 350 anos.
6 - Entregar tudo isso e receber em troca (se é que receberemos) apenas 20 bilhões é o chamado crime hediondo. Pois estaremos condenando todo o povo brasileiro à miséria mais terrível e mais duradoura.
7 - Vender a Vale, entregar a Vale, privatizar a Vale é o primeiro passo para a internacionalização da Amazônia. Todos estão de olho na Amazônia.
8 - Doar a Vale é doar Carajás, o Porto de Itaqui, a Baía de São Marcos, entregar todas as riquezas estratégicas dos estados do Maranhão e do Pará.
9 - Abandonar a Vale, entregá-la para as multinacionais, é abrir ou escancarar definitivamente as portas do Brasil. Não é progresso, é retrocesso.
10 - A Vale é a maior produtora e exportadora de minério de ferro do mundo.
- Maior produtora de ouro da América Latinna.
- Maior transportadora de carga ferroviáriia do Brasil.
- Só em 1994, a Vale teve um lucro líquidoo de 546 milhões de reais.
- Em 1994, a Vale cresceu 144 por cento.
11 - A Vale é a maior exportadora do Brasil.
A Vale é proprietária de 11 portos importantes.
Só o Brasil perde fantasticamente com a venda ou doação da Vale.
12 - As multinacionais serão as grandes favorecidas com a doação da Vale.
13 - Vender, doar ou privatizar a Vale é crime de lesa-pátria. Deve ser punido com a pena de morte, independente do fato de sermos contra a pena de morte.
PS - O espetáculo do crescimento não é fácil mas não é impossível. Começa por 3 revisões. 1 - Da "dívida". 2 - Dos juros. 3 - Da indispensável destruição das doações, a retomada do nosso patrimônio.

From: ricardossobrinho@hotmail.com

Subject: RE: RES: [Brasil-Política] F.H.C.
Date: Fri, 8 Jul 2011 19:02:20 +0000

 

ADELINO

VC  SE ENGANOU A VALE SE VALORIZOU PELO MINÉRIO QUE TINHA E TEM NO SUBSOLO .

O RESTO FOI UMA ORQUESTRAÇÃO.

F.H.C.   ENTREGOU MESMO  A PREÇO DE BANANA PODRE E AINDA  EMPRESTOU DINHEIRO DO BNDS.


ABS.

From: antonio_morales@uol.com.br
To: brasil-politica@googlegroups.com
CC: menteestrategica@grupos.com.br; bocanotrombone2002@grupos.com.br; tribunaonline@googlegroups.com
Subject: RES: [Brasil-Política] F.H.C.
Date: Fri, 8 Jul 2011 14:33:30 -0300

Não sei se percebeu, mas estamos numa democracia.

 

De: brasil-politica@googlegroups.com [mailto:brasil-politica@googlegroups.com] Em nome de Jorge Roriz
Enviada em: sexta-feira, 8 de julho de 2011 14:28
Para: brasil-politica@googlegroups.com
Cc: menteestrategica@grupos.com.br; bocanotrombone2002; tribunaonline@googlegroups.com
Assunto: Re: [Brasil-Política] F.H.C.

 

Ele "lesou a pátria assim: Foi ministro da Fazenda de Itamar, e segurou o Plano Real ( nos primeiros oito anos)  desacreditado pelo PT. Criou o Bolsa Escola ( hoje Bolsa Família), a lei de responsabilidade fiscal, os genêricos, e foi essencial para destruir uma inflação de 80% ao mês.

Tirou a VALe do poder de roubo dos petralhas e hoje ela é uma das empresas que mais gera impostos para o governo e possui capital nacional ( ao contrários das mentiras que os petralhas diziam que ele entregou a VALE para os estrangeiros)

AH mais ela foi vendida com valor baixo.( Após a venda o aço teve um aumento de 3.000% no mercado internacional) e com uma boa gestão empresarial, a empresa foi supervalorizada. A venda foi feita EM LEILÃO PÚBLICO E DE FORMA LEGAL.LEILÃO SIGNIFICA, LEVA QUEM PAGAR MAIS.   POR QUE OS PETRALHAS E SEUS FUNDOS CRIMINOSOS NÃO COMPRARAM?

O PT LESA O POVO, A MÍDIA A EDUCAÇÃO E OS COFRES PÚBLICOS, ESPALHANDO MENTIRAS.E DENEGRINDO A IMAGEM DE HOMENS COMO FHC.QUEM MATOU CELSON DANIEL?.SERÁ QUE O MENSALÃO EXISTIU? SE AS MATÉRIAS DA VEJA ( PIG) É TUDO MENTIRA, PORQUE OS ENVOLVIDOS SÃO DEMITIDOS? PORQUE NÃO PROCESSAM E FRECHAM A REVISTA VEJA PELAS MENTIRAS QUE DERRUBRAM TANTOS PETRALHAS?

 

De: José Adelino Alves <alvescut@gmail.com>
Para: brasil-politica@googlegroups.com
Cc: menteestrategica@grupos.com.br; bocanotrombone2002 <bocanotrombone2002@grupos.com.br>; "tribunaonline@googlegroups.com" <tribunaonline@googlegroups.com>
Enviadas: Sexta-feira, 8 de Julho de 2011 13:55
Assunto: Re: [Brasil-Política] F.H.C.

FHC foi/é para o Brasil o que Pétain e seu governo de Vichy foi para a França na Segunda grande Guerra Mundial.   

Em 8 de julho de 2011 12:20, Ricardo SSobrinho <ricardossobrinho@hotmail.com> escreveu:


DEVERIA  TER SIDO CONDENADO A CRIME DE LESA A PÁTRIA.

 

Restauro a imagem de FHC, aplicando-lhe 50 chicotadas no lombo, ministradas pelos netos

dos aposentados roubados mensalmente que

não conseguem emprego com salário decente

e a aposentadoria dos avós já não dá para pagar

os estudos interrompidos.

Marcos Pinto Basto

Roubado em R 1.650,00/mês

Em 7 de julho de 2011 17:33, Alvaro Ramos <executivonota10@gmail.com> escreveu:

RESTAURAR A IMAGEM DE F.H.C. !?...


RESTAURAR  O  IRRESTAURÁVEL ?!..



Aposentados e pensionistas do INSS, também chamados de " vagabundos"
pelas más línguas desta república !...

Até os próximos pleitos, srs. políticos !...

Álvaro Ramos
A.D.D.I. (em organização)
Soramramos.blogspot.com

Constituição Federal
Art. 1º. Cap. V
" É livre a manifestação do
pensamento, sendo vedado
o anonimato".


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