Quem ta dizendo isso nem sou eu é o presidente da Bolsa de Valores de Nova York (Nyse), imagine então...
Brasil deve ser a 5ª economia do mundo em 2016, diz presidente da Nyse
Niderauer afirmou que o Brasil é um "bom exemplo de como fazer as coisas corretamente", em relação ao conjunto de países emergentes que ainda desperta preocupação. "Devemos pensar com cautela em mercados que se abrem rápido demais e onde as regulações e as leis adequadas podem não estar presentes. Isso é perigoso."
O executivo destacou que no Brasil a dívida fiscal é particularmente baixa, "muito menor que a dos Estados Unidos", e lembrou que atualmente há 28 empresas do Brasil listadas na Nyse. É o terceiro país estrangeiro em negócios nessa bolsa, atrás apenas do Canadá e da China.
O presidente da Nyse se mostrou otimista ao fazer uma avaliação global da economia. "Os balanços da maior parte das empresas estão saudáveis, e nos EUA há muito capital para investir", declarou. " O calendário de IPOs (lançamentos primários de ações) é bastante extenso e, se o mercado nos EUA está andando de lado, é porque existe uma preocupação mundial com questões como geração de emprego e a dívida soberana, que nos EUA é acrescida de uma preocupação com o risco regulatório."
O executivo afirmou que a Nyse pretende, proximamente, assumir uma postura pública em defesa de uma política de geração de empregos no país. "É preciso deixar claro que, nos EUA, não é o momento de se criar barreiras e medidas protecionistas."
Niederauer vem ao Brasil pelo menos quatro vezes por ano. Ele deverá estar amanhã em São Paulo.
Fonte: Valor Econômico via Geopolítica Brasil
O ex-ministro de Assuntos Exteriores da Espanha Josep Piqué considerou nesta terça-feira que a soma dos países que formam a América Latina criaria "a quarta economia mundial", atrás de Estados Unidos, China e Japão.
A Europa, por sua parte, é "o doente da economia mundial", acrescentou Piqué, que participou de um seminário na Universidade Internacional Menéndez Pelayo, em Santander, no Norte da Espanha.
"Se a América Latina fosse avaliada de forma integrada, seria a quarta potência econômica mundial, na frente da Alemanha", disse o ex-ministro.
Ele destacou a "potente vocação hegemônica do Brasil", que ocupa a 10ª posição mundial segundo seu PIB (Produto Interno Bruto), assim como a importância de outros países como o México ou o Chile.
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