{EDUCAÇÃO EM SAÚDE} viver paranoico +++ Índice de Adiposidade Corporal (IAC)

terça-feira, 8 de março de 2011
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recebemos essas imagens como a certeza de que a doença está ali. Isso contribui para a visão da doença como algo restrito ao corpo. A imagem tem um poder de convencimento que nos deixa embevecidos. Estão sendo feitas inferências demais a partir de neuroimagens.

Quais são as consequências?

O principal desdobramento é um pouco sinistro, é um mercado da esperança. Todos nós temos suscetibilidade para acreditar em qualquer coisa. É um mercado lucrativo para indústrias e nichos da saúde que manipulam nosso desejo de melhorar a qualidade de vida.

O livro de vocês mostra que o corpo está em evidência, mas nem por isso se tira mais prazer dele. Não é um paradoxo?

Sim. Há uma exploração do corpo na sua parte invisível, pelas tecnologias de acesso à visceralidade. E também há uma visibilidade performática da superfície do corpo. Plásticas, próteses, artifícios contemporâneos de corpos biônicos, com partes orgânicas e não orgânicas, titânios para recompor capacidades perdidas... O corpo está em exibição e parece que estamos sabendo fruir melhor o corpo. Mas o que parece como fruição é uma recusa do que é humano: perder atributos e funções, adoecer, morrer. As práticas que colocam o corpo em evidência tentam mascarar o que é da condição humana: imperfeição, falência, decrepitude.

O que mudou na nossa percepção do próprio corpo?

Passamos por um momento de exigência de eficácia irrestrita.Estamos sempre nos comparando a ideais de performance, e com uma sensação de defasagem: não alcançamos essa perfeição na família, no lazer, no trabalho. Essa sensação contribui para o aumento das patologias. Chegam aos consultórios pessoas que sofrem por não corresponderem aos padrões: anorexia, bulimia, vigorexia, ortorexia são transtornos ligados ao desconforto com a aparência.
A gente vê um aumento nas depressões, nas síndromes funcionais -do colo irritável, da fadiga crônica, fibromiálgica. Todas se colocam no limite entre o físico e o mental. Essas síndromes começam a aparecer em descrições médicas há 20 ou 30 anos. Talvez apontem uma divisa em relação à nossa experiência do corpo.

O livro também aponta o peso dos avanços tecnológicos na construção de doenças...

O livro tenta fugir da postura obscurantista segundo a qual as tecnologias médicas estão mudando a vida para pior. Não é verdade. Mas para entender uma doença é necessário olhar para outras dimensões que não a biologia. Não há como ter leitura rica da doença sem olhar para o sentido social dado a ela.

Há quem questione a existência do Transtorno do Deficit de Atenção e Hiperatividade.

É ótimo esse olhar crítico sobre a saúde, mas há exagero em entender que, se as doenças são construídas culturalmente, não existem. Pensam que é tudo lobby para vender medicamentos. Há um sobrediagnóstico de TDAH e há o fato de a droga Ritalina, que existe desde 1950, só recentemente ter alcançado um número de vendas considerável. Tudo isso faz parte da construção do TDAH. Não significa, entretanto, que não existam pessoas que se encaixam na descrição da doença e se beneficiam com o remédio.

Qual o papel da classe médica na medicalização excessiva?

Na década de 70, a interpretação era de que a indústria farmacêutica tinha poder de controle social, e as estratégias de marketing manipulavam um indivíduo inocente que passava a consumir remédios. Hoje o mundo é mais complexo. Teorias conspiratórias não são mais suficientes. Há um ingrediente muito mais apimentado nessa relação: cada um de nós deseja consumir medicamentos. Estamos informados via Google, via amigos. Chegamos ao médico com diagnóstico pronto. Se ele não te der nada, você não gosta. Todos colaboramos com o processo.

O lado subjetivo da doença não interessa mais, é isso?

Para traduzir uma ciência que seja útil e produtiva é preciso deixar de lado certas dimensões. A subjetividade fica fora da pesquisa de bancada. Mas, às vezes, há uma extrema redução. Temos sido facilmente convencidos por explicações que nos reduzem ao físico. Temos visto casos na mídia de gente famosa que cometeu um ato que não deveria, furtou algo, errou a letra de uma música e depois vem a público dizer que estava sob efeito de medicamento. Não duvido. Mas o que me chama a atenção é que ninguém diz que errou por estar transtornado. Quando damos explicação reduzida ao físico, toda nossa responsabilidade moral fica eximida.

Célula-tronco faz milagre?

Os estudos que se têm até hoje são muito iniciais. No entanto, é desproporcional o modo como essas experiências passam para a divulgação científica e como isso é vendido ao leigo, que já compra cosméticos com células-tronco. Você sai da maternidade e já pode congelar o sangue do cordão umbilical para futuros problemas.

Tem sido criada uma indústria em torno da incerteza das células-tronco. Não é um caminho sem esperanças. Mas é inicial e muito incerto. Esse campo deixa evidente a ideia de que temos sido muito convencidos por respostas baseadas na fisiologia. Ficamos fascinados, é um processo de fé cega na ciência.

Há algo que acontece entre a divulgação do relatório de pesquisa e a revista semanal que me interessa muito e que não tem sido pesquisado aqui. É o superdimensionamento do achado científico. Células-tronco têm a qualidade de serem pluripotentes, de se transformar em qualquer tecido. Essa mesma capacidade -e isso ninguém publica- pode fazer com que a infusão dessas células crie um tubo neural no coração. Ou câncer. Há riscos que não passam à divulgação científica. Ninguém quer ouvir isso.

O que acha do uso ampliado de reguladores de humor?

O uso recreativo de psicofármacos é uma prática instalada. Há condições de vida que passaram a ser tratadas como doenças. Timidez, falta de concentração, impulsividade e até tristeza. Há um rebaixamento da tolerância social para sintomas leves. Passamos a não gostar de ficar tristes, tímidos, isso é vivido com constrangimento. O que poderia ser charme passou a ser visto como sinal de incapacidade de lidar com demandas da sociedade. O processo tem a ver com a disponibilidade de drogas eficazes, com nosso desejo de desempenhar bem e com manuais de classificação de doenças. Esse problema, fora do país, é tratado como questão de saúde pública.

A saúde é a nova religião?

Uma série de autores tem apontado essa ascensão da saúde como uma forma de moralidade. Estamos mais atentos, sabemos controlar a taxa de colesterol, a pressão sanguínea e os nomes antes manejados só pelos profissionais da medicina. Há um interesse maior. Mas não é só um interesse: é uma imposição. Passamos a vigiar o que comemos, bebemos, os hábitos que nos colocam em risco. Mas passamos a ser vigilantes também do outro. A saúde virou a nova salvação. Essa vigilância traz benefícios, mas tem um ônus: o de viver paranoico com a saúde.


>>> ao estudar as Leis da Matéria, da Mente e do Espírito, os dedicados deparam com muito mais dúvidas do q certezas... o doutor em física nuclear, amit goswami qdo nos fala da mecanica quantica e da religiosidade ele nos esclarece da falência da medicina alopatica... vale aa pena saber pensar; e duvidar!?
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criaram "Um Índice Melhor de Adiposidade do Corpo". Esse é o título do artigo científico em que descrevem o método, na revista médica "Obesity".

O novo método chama-se Índice de Adiposidade Corporal (IAC) e usa uma equação e apenas duas medidas -a circunferência do quadril e a altura da pessoa- para chegar à porcentagem de gordura no corpo.

O método tradicional de calcular é obtido ao se dividir o peso da pessoa em quilos pelo quadrado de sua altura em metros. [veja ilustração]

O velho índice foi criado em 1832 pelo matemático e astrônomo belga Lambert Adolphe Jacques Quetelet (1796-1874). O Índice de Quetelet foi rebatizado de IMC em 1972, e depois adotado pela Organização Mundial de Saúde como um método simples de medir a obesidade.

(VIDE IMG NO LINK)
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A fórmula conseguiu prever com precisão a gordura corporal nos casos acima de 20%; nos casos de gordura de 25% a 30%, a precisão foi total, erro de 0% na estimativa. Apenas nos casos de adiposidade abaixo de 10% a equação não foi tão precisa, indicando um erro de 17,4% a mais de gordura.
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>>> calculadora e conhecimentos específicos para descobrir q o bem-estar mora no meu próprio travesseiro, 10 minutos antes de adormecer e 10 minutos antes do alvorecer... "dormir com a consciência tranquila" , todo o resto eh "ouro de tolo"
 
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Gratíssimo .'.
 
Olair Rafael Seeemmpre Melhorrr
Jacareí-SP - Brasil
Homeopatia - Pediatria - Med. do Trabalho - Títulos de Especialista CRM-SP 
Didata em Nutrição e Dietética, Holismo, Física, Astronomia etc.
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Página: www.sol.med.br
E-Grupo: http://groups.google.com.br/group/educacao-em-saude
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A mente muda o corpo (onda-partícula) ao "ver fazer". Inspiração é "como se..." http://www.youtube.com/watch?v=Ht9I4G9RxRw
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Viva mais os 3Rs = "Reduza, Recicle, Reuse!" >>> Dê + valor à Vida, às árvores, ao papel. Imprimir só o estritamente necessário e usar os dois lados da folha de papel, ou fazer bloquinhos de rascunhos ou separar para coleta seletiva. A Vida agradece, e merece!
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Para troca de msgs só por este e-mail. M.Obrigado!
 
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Esta msg segue aos inscritos em NOSSO TIME, que DOA ESFORÇO FÍSICO, DEDICAÇÃO MENTAL E GASTO MONETÁRIO NA ARTE DE VIVER MAIS E MELHOR por que, no final das contas, a sociedade inteira, nós TODOS PAGAMO$$$$ pela doença e/ou aposentadoria precoce de um sequer.
Em respeito ao seu tempo, envio APENAS retalhos da informação, aquilo que considero ser o suficiente para (in) FORMAR> (de) FORMAR e (trans) FORMAR. Aceitar e buscar a mudança, ser diferente a cada novo ano, mês, dia, hora, momento...
A REPLICAÇÃO é recomendável, com extremo cuidado pela NETÉTICA: respeite à intolerância!
Gratíssimo .'.
Olair Rafael Eterno Aprendiz
Pediatria-Homeopatia-Med.Trabalho
Jacareí-SP /// WWW.SOL.MED.BR
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