RE: Res: [resistencia-democratica] Droga, tabus e lorotas

sábado, 5 de março de 2011
COMPRA A DROGA QUE QUER, NINGUÉM É OBRIGADO A COMPRAR. EU MESMO NÃO COMPRO.
 

To: resistencia-democratica@yahoogrupos.com.br
From: rivadaviarosa@yahoo.com.br
Date: Sat, 5 Mar 2011 05:01:24 -0800
Subject: Res: [resistencia-democratica] Droga, tabus e lorotas



Aí entra a 'nueva' concepção liberal, de viés esquerdista defendendo a descriminalização das drogas.

Vargas Llosa reclamó despenalizar las drogas

Para frenar la violencia de los carteles narcos

Viernes 04 de marzo de 2011 | Publicado en edición impresa

El premio Nobel de Literatura Mario Vargas Llosa afirmó ayer en México que la violencia derivada del narcotráfico que vive ese país se extenderá por América latina si no se adoptan políticas menos "represivas", e insistió en su apuesta por la legalización de las drogas.

El escritor peruano hizo estas declaraciones en una conferencia de prensa realizada en la capital mexicana, en la que reiteró su intención de inaugurar la Feria del Libro de Buenos Aires (de lo que se informa en la página 11).

"El día de mañana lo que ocurre en México lo va a vivir toda Centroamérica, el mundo andino y mi propio país" si no se encuentra una fórmula más eficaz para combatir a los carteles narcotraficantes, afirmó el consagrado autor.

"Creo que lo que ocurre en México de alguna manera es un indicio, un anuncio de lo que van a vivir los países latinoamericanos a la corta o a la larga, donde el narco está ya causando depredaciones de todo orden, incluido el orden político", dijo.

Vargas Llosa reconoció que la lucha contra los carteles en México es "heroica", pero reiteró que "la política represiva no es la adecuada y eficaz para combatir el problema de la drogadicción y sobre todo del narcotráfico", que -dijo- puede llegar a "acabar con algunas democracias frágiles" de la región.

El gobierno mexicano tiene desplegados 50.000 militares en una ofensiva contra el crimen organizado en cuyo marco han sido asesinadas más de 34.600 personas en los últimos cuatro años.

"Mi esperanza es que vaya calando en los gobiernos la idea de quienes creemos que la legalización es la única forma de acabar con la criminalidad asociada al narcotráfico", señaló Vargas Llosa.

El escritor se encuentra en México para recibir una condecoración del gobierno y representar el fin de semana en el emblemático teatro Bellas Artes su propia adaptación de Las mil y una noches.

Vargas Llosa dijo compartir una propuesta del ex presidente brasileño Fernando Henrique Cardoso de abrir una negociación entre países consumidores y productores para que los recursos utilizados en estrategias represivas se gasten en políticas de prevención y rehabilitación.

Junto con Cardoso, los ex presidentes Ernesto Zedillo, de México, y César Gaviria, de Colombia, se han pronunciado por la despenalización, específicamente de la marihuana.

Además, el también ex presidente mexicano Vicente Fox ha dicho que se necesitaría legalizar la producción, distribución y venta de drogas en México como una manera de romper el poder económico de los grupos criminales.

http://www.lanacion.com.ar/1354698-vargas-llosa-reclamo-despenalizar-las-drogas?utm_source=p-notasrel





De: Valfrido Medeiros Chaves <vmcpantaneiro@terra.com.br>
Para: resistencia-democratica@yahoogrupos.com.br
Enviadas: Sábado, 5 de Março de 2011 9:07:23
Assunto: [resistencia-democratica] Droga, tabus e lorotas



Prezado Rivadávia: já se tentou tudo com essa praga. Só quem deu volta foi a China e Cuba, com a exterminação de traficantes e drogadictos. Enquanto houver mercado, haverá quem queira fornecer, qualquer que seja o produto, me perdoe, até bosta. Infelizmente há tabus nessa discussão, e a questão do "politicamente correto" impede que verdades sejam ditas. Vou violar a ambos: enquanto o usuário não sofrer exposição social e pagar de algum modo por alimentar o tráfico, a luta é perdida. Segunda coisa: sem uma educação familiar séria para que os pais, sobretudo a mãe, não predisponham os filhos para o uso da droga, a luta estará 50% perdida, e olhe lá. A discussão bate com o politicamente correto pois o que predispõe para a droga é o mesmo que predispõe para a homossexualidade. Ou seja, mãe caralhuda e pai fraco, que não consegue tirar o filho da barra da saia da mãe. Agora, isso, que todo psi sabe, quem tem coragem de dizer, em público? É isso, o mais é lorota, podes crer, amizadinha!
----- Original Message -----
Sent: Friday, March 04, 2011 10:54 PM
Subject: Res: [resistencia-democratica] RIVA - MÉXICO - La jefa policial mexicana de 20 años pide asilo en Estados Unidos

Tens razão em parte. O México emprega as Forças Armadas (50.000 militares) na repressão ao crime e perdeu a "guerra". A Colômbia, Peru, Bolívia grandes produtores/processadores de coca fizeram o mesmo.
O Brasil tende a seguir essa linha, que é a preconizada pelos EUA (só que lá é a Polícia que cuida da repressão ao crime).

A utilização de militares em atividades policiais revela-se historicamente contraproducente, especialmente em países onde os direitos humanos são violados cotidianamente, com inevitáveis reflexos no aumento da criminalidade e da corrupção.

O envolvimento das Forças Armadas no "combate" às drogas, acarreta efeitos tão deletérios que na Bolívia, Colômbia e Peru houve corrupção em sua alta cúpula. Tal experiência levou um ex-ministro do Planejamento Boliviano à seguinte manifestação: "Quando você tem um chefe de polícia corrupto, o despede; quando você tem um chefe militar corrupto, ele despede você".

 As conseqüências resultaram ainda mais nefastas na Colômbia, onde ocorreu o assassinato de 12 (doze) Ministros da Corte Suprema, 02 (dois) Ministros da Justiça e 04 (quatro) candidatos à Presidência da República.

    A única justificativa para adoção da estratégia militar no enfrentamento da questão das drogas é a ausência de políticas públicas eficazes nas áreas social, econômica, educacional, justiça e segurança, revelando tão somente a falência das instituições civis, cuja função essencial é prover a segurança e o bem estar da sociedade.
DETALHE: a França utiliza (va) há cerca de 10 anos atrás cerca de 10.000 homens para controle da de diminuta fronteira, comparada com a do Brasil.
O Brasil tem cerca de 15 mil Policias Federais para todo Brasil, com uma fronteira imensa e com 'guerrilha institucional' com a Receita Federal que se julga com o monopólio de controle (e o tem mas só aduaneiro). Resultado ninguém fiscaliza a fronteira.
O Professor RICARDO BERGAMINI reiteradamente expõe os dados relativos ao emprego do efetivo dos servidores públicos e neles se vê que a Amazônia tem o menor efetivo de pessoal.
RESUMINDO: 'o Brasil é livre, democrático e com fronteiras abertas' ...
Abs


De: Sueli Guerra <s.frampton@uol.com.br>
Para: Undisclosed-Recipient:;@smtps.uol.com.br
Enviadas: Sexta-feira, 4 de Março de 2011 23:40:21
Assunto: [resistencia-democratica] RIVA - MÉXICO - La jefa policial mexicana de 20 años pide asilo en Estados Unidos



Riva,
 
Assisti um dia desses um documentário num canal chamado TRU da OI, onde focava a Cidade de Juarez como a mais violenta do México. O crime organizado impera e não tem hora pra matar ou morrer.
Pelo que li, fiquei impressionada. Uma jovem de apenas 20 anos ser nomeada chefe de polícia pra combater o crime organizado? O que faz o governo do México que não coloca nas ruas as FFAA?  É igual aqui, está me parecendo. As FFAA que deveriam estar nas fronteiras combatendo o tráfico, o governo não permite justamente pra facilitar os contrabandos.
Nossos jovens em época de servir são dispensados pra contenção de despesas de uns anos pra cá e com isso a marginalidade cresceu entre os jovens e adolescentes. O governo economisa contendo as despesas pra que tenha mais nas mãos pra gastar e distribuir entre os aliados. Isso deve estar acontecendo nesses países também, pois a maioria dos políticos tem contato direto com o crime organizado. Aqui no Rio temos a milicia que está envolvida até a raiz dos cabelos, deputados e até o governador, pois ele é amigos dos milicianos, dos deputados envolvidos com o crime. PÇor isso eu acho que o crime organizado tende a creser  mais ainda, com essa política imunda que assola o país.
----- Original Message -----
Sent: Friday, March 04, 2011 9:33 PM
Subject: [resistencia-democratica] MÉXICO - La jefa policial mexicana de 20 años pide asilo en Estados Unidos

Tempos heróicos: no velho oeste o bandido fugia dos EUA para o México, agora ...

 

Internacional

La jefa policial mexicana de 20 años pide asilo en Estados Unidos

Marisol Valles, que aceptó en octubre el cargo en una localidad cercana a Ciudad Juárez, ha huido del país por las amenazas del crimen organizado

AGENCIAS / ciudad juárez

Día 04/03/2011 - 11.40h

http://www.abc.es/Media/201103/04/marisolvalles-ap--644x362.jpg

Marisol Valles, en su puesto en la Policía de Práxedis

La joven estudiante que fue nombrada jefa de la policía de una ciudad al norte de México en octubre pasado por falta de otros candidatos al puesto ha pedido asilo político a los Estados Unidos, después de recibir amenazas del crimen organizado, según indicó ayer un familiar a France Presse.

Marisol Valles, casada y de 20 años, «se ha trasladado a los Estados Unidos con dos miembros de su familia y ha pedido asilo político, porque recibió amenazas de muerte por parte de una banda criminal que quería obligarla a trabajar para ella», afirma el familiar, que ha requerido el anonimato.

La joven fue nombrada en octubre jefe policial de Práxedis Guadalupe Guerrero, una ciudad de 10.000 habitantes situada en el estado de Chihuahua.

Marisol era todavía estudiante de criminología en Ciudad Juárez, a 60 kilómetros, pero todos los demás candidatos rechazaron el puesto y ella aceptó la pesada carga. El alcalde de Praxedis Guadalupe Guerrero había sido asesinado en junio, junto a su hijo.

La partida de Marisol Valles a los Estados Unidos se produce tras el secuestro el 26 de diciembre de Erika Gandara, la única policía municipal del poblado de Guadalupe Distrito Bravos (vecino de Ciudad Juárez), de la que no se tiene noticia.

En el municipio de Guadalupe, Erika era la única agente de Policía en funciones desde el pasado mes de junio, debido a que nadie se presentó para el puesto ante el temor de ser asesinado.

Marisol era la quinta mujer que dirigía uno de los departamentos de Policía de varios poblados conflictivos del Estado norteño. Quedan Verónica Ríos Ontiveros, comisaria en El Vergel, y Olga Herrera Castillo, quien se encarga de la seguridad en Villa Luz. «De repente me da miedo, pero me animan y se me quita», confesó Herrera, de 43 años y madre de cinco hijos.

Ese miedo reaparece con noticias como la del pasado 29 de noviembre cuando un grupo de sicarios asesinó a tiros a Hermila García, la primera jefa de Policía víctima del crimen organizado en el poblado de Meoqui.

O cuando se recuerda que en 2008 fue asesinada la directora administrativa de la Policía en Ciudad Juárez, Silvia Molina.

Ciudad Juárez, con más de un millón de habitantes y fronteriza con Estados Unidos, es la ciudad más violenta de México con más de 3.100 muertos en 2010.

http://www.abc.es/20110304/internacional/abci-jefa-policial-mexicana-anos-201103041035.html

 

 

 


 



 



 

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"Ponha-se na presidência qualquer medíocre, louco ou semi-analfabeto, e vinte e quatro horas depois a horda de aduladores estará à sua volta, brandindo o elogio como arma, convencendo-o de que é um gênio político e um grande homem, e de que tudo o que faz está certo.

Em pouco tempo transforma-se um ignorante em um sábio, um louco em um gênio equilibrado, um primário em um estadista.

E um homem nessa posição, empunhando as rédeas de um poder praticamente sem limites, embriagado pela bajulação, transforma-se num monstro perigoso."


General Olimpio Mourão Filho em A Verdade de um Revolucionário de 1978





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