Re: Delivery Status Notification (Failure)

terça-feira, 17 de maio de 2011
Prezado Euclides Lopes, todo o cidadão brasileiro em pleno exercício de suas faculdades mentais, sabe como funcionam as teorias econômicas provenientes dos grandes "sábios", como por exemplo o patrono dos Chicago's boys, todas baseadas na espoliação descarada das massas e temos aqui exemplos vivos disso. No Brasil, infelizmente, não temos um projeto econômico que norteie todas as atividades da Nação, gerenciada por um estado com nível de feitoria que segue à risca as ordens do patrão que ostenta ser muito rico e muito mandão, pagando muito mal a seus funcionários e premiando os delatores traidores do feitor.
Todos aqueles "experts" nacionais, com pomposos pergaminhos que comentam nossa situação econômica quase sempre recorrendo a teorias de nomes de destaque dos EUA, definem-se logo quando nada comentam sobre a SELIC ou até tomam suas taxas como referência para suas "doutas" opiniões. São todos muito cultos, têm na ponta da língua os nomes de todos os "magos" da econômia mundial, mas não conhecem as teorias do Dr. Adriano Benayon que defende a econômia nacional, derrubando todo o lixo agiota que suga a cadeia produtiva e o Povo da Nação.
Classificá-los como papagaios de pirata seria muito benevolente porque são coniventes com a espoliação que sofremos, mas como sabem ler e escrever, vamos deixá-los afogarem-se no mar de leviandades, muitas vezes copiadas que postam na web.
Atenciosamente,
Marcos Pinto Basto


---------- Mensagem encaminhada ----------
From: "Antonio Morales" <antonio_morales@uol.com.br>
To: "'ÁLVARO PEDREIRA DE CERQUEIRA'" <alvaropcerqueira@uol.com.br>, "'Euclides Lopes'" <euclideslopes@ig.com.br>
Date: Tue, 17 May 2011 01:34:55 -0300
Subject: RES: Como Böhm Bawerk derrubou o mito da "mais valia" de Marx

Essa é a opinião do Instituto Liberal sobre os seus gurus. Não acrescenta nada. A análise é comprometida pela ideologia. Claro que podem me acusar do mesmo, mas é o que é. É como pedir para um cristão falar sobre seus profetas preferidos. O liberalismo é uma falácia integralmente. É uma ideologia que justifica o capitalismo e procura lhe fornecer o cimento ideológico. Só poderiam se colocar contra Marx, que faz uma crítica lúcida e radical ao capitalismo e suas exigências. Esses "nobres" conservadores só podiam defender essa ideologia.  Ela é a justificativa da classe que detém o poder nessa formação social.

 

De: ÁLVARO PEDREIRA DE CERQUEIRA [mailto:alvaropcerqueira@uol.com.br]
Enviada em: terça-feira, 17 de maio de 2011 01:08
Para: antonio_morales@uol.com.br; 'Euclides Lopes'
Cc: 'Tom Capri'; 'SilvioBPinheiro'; resistencia-democratica@yahoogrupos.com.br; 'Prof. Rogério Sobreira - FGV-RJ'; 'Prof. Ladislau Dowbor'; 'Prof. Pedro T. Barrêtto'; 'Paulo Afonso Alves Botelho'; 'JOSE ELOY SANTOS CARDOSO'; 'Jonísio Lustosa Nogueira'; 'Guilherme de Melo Lemos'; 'Delson Geraldo de Paula'; 'Álvaro Luiz de Camargo'; 'Adriano Gmail'; 'Ildeu Santos - Resid.'; 'mpacheco'; 'Mente Estratégica'; 'marcos ferreira pinto basto'; lilicarabinablog@gmail.com; 'lilicarabina'; 'Laerte Braga'; 'Laerte Braga'; 'Jose Paulo Lopes'; 'USP - Profa. Maria Aparecida Aquino'; 'Sra. Reitora da USP'; 'PUC-SP Reitoria'; 'Flávio JJ'; 'Fernanda Tardin'; 'Fernanda Tardin'; 'Democratas - Sistema de Informações'; castorphoto@gmail.com
Assunto: Re: Como Böhm Bawerk derrubou o mito da "mais valia" de Marx

 

iMorales, Pachecowsky, Tom Capri, Laerte Braga, Euclides Lopes e demais esquerdopatas,

 

Vejam aí, nesse livro seminal (abaixo uma curta resenha) sobre Ludwig von Mises, como o professor Eugen Ritter von Böhm-Baerk, da Escola Austríaca de Economia, ainda no século XIX, derrubou o mito da "mais valia" de Marx.

 

LIVROS

 

 

O essencial von Mises,
de Murray Rothbard

Neste pequeno livro de elogio do grande economista austríaco Ludwig von Mises (1881- 1973), o professor americano Murray Rothbard, seu dileto aluno, revela a grande contribuição da chamada Escola Austríaca de Economia ao pensamento da filosofia política do século: toda a atividade produtiva bem sucedida se baseia em satisfazer as demandas dos consumidores.

Ao contrário da análise marxista, cujo valor de um produto é a quantidade de horas de trabalho empregadas na sua fabricação, somados aos custos da matéria-prima (daí se justificando o conceito de mais-valia), o valor dos produtos, segundo a tradição da Escola Austríaca, desde Karl Menger (1840- 1921), seu fundador, até Ludwig von Mises, seu grande expoente, é determinado pelas avaliações dos consumidores, a chamada teoria subjetiva do valor ou a teoria da utilidade marginal,

 

pela qual os preços relativos dos bens e serviços necessários para a fabricação de uma mercadoria são determinados pela demanda dos consumidores e na intensidade diretamente proporcional pelo seu desejo em adquiri-los.

Ou seja, o valor de um copo d`água variará na proporção do mercado em que estará sendo ofertada, se numa cidade ocidental provida de grandes reservatórios e mananciais ou numa aldeia no meio a um grande deserto.

Assim, não há contradição entre valor de troca e valor de uso, quando o preço de um pão, infinitamente mais útil para o homem do que um quilate de diamantes, pode ser infinitamente menor em face de sua abundância. Esta análise é estendida a todos os demais bens econômicos, inclusive ao próprio dinheiro ou capital, cujo custo são os juros. Em virtude do fato universal da preferência temporal pelo presente, os bens atuais (como um empréstimo em dinheiro) são mais valiosos do que bens futuros, cabendo ao credor um crédito a maior do devedor, ao mesmo tempo em que o devedor terá de pagar um prêmio em dinheiro ao credor pelo fato de este ter de aguardar um determinado prazo para voltar a usar o seu capital. O nome deste prêmio é a taxa de juros, que será determinada pelas taxas de preferência temporal de todos os participantes do mercado. Assim sendo, o ganho futuro dos juros do capital dos investidores sobre as remunerações presentes dos trabalhadores será justificado pelo prazo de tempo e o risco corrido por estes até a venda efetiva dos produtos no mercado.

Na teoria da moeda e do crédito, Murray Rothbard nos demonstra a grande lição de von Mises: o preço de qualquer bem é determinado por sua quantidade disponível no mercado e pela intensidade com que os consumidores o demandam com base na utilidade marginal deste bem para eles, assim como o "preço" ou poder de compra da unidade monetária é determinado no mercado de maneira idêntica. Por conseguinte, o atrativo da inflação para os governos está em permitir que seus ocupantes e demais grupos econômicos a eles ligados se beneficiem de um novo valor do dinheiro emitido, silenciosa e efetivamente, antes e às custas dos demais grupos econômicos e da população desprovidos do poder político de autoridade monetária.

Uma curiosidade é que os nominativos das unidades monetárias da maioria das economias de mercado foram na sua grande maioria originados nos nomes das unidades de peso dos metais nobres como o ouro e a prata. Assim, dólar, franco, marco, libra etc foram em sua origem unidades de peso em gramas de outro e onças de prata.

No plano político, Mises provou a superioridade da economia de mercado sobre a economia planificada, quando o socialismo, totalmente desprovido de um sistema de preços relativos num mercado livre, não tinha como calcular custos racionalmente e, portanto, não tendo como planificar efetivamente a produção e a distribuição. A grande obra de von Mises, A ação humana, de 1949, é portanto a maior obra da ciência econômica moderna, desenvolvida a partir de axiomas praxeológicos, integralmente baseada na  análise do homem em ação, do indivíduo dotado de propósitos agindo no mundo real, com expectativas e esperanças no tempo e nas condições históricas impossíveis de se adivinhar.

A atualidade da fecunda reflexão de von Mises é que pôde permitir a libertação das modernas políticas econômicas ocidentais com relação às ciladas da economia keynesiana, armaduras até então intocadas da ação intervencionista de estados provedores-militaristas (welfare-warfare states), ainda hoje objetos das tentações totalitárias de alguns candidatos a novos caudilhos de países latino-americanos.

Mais informações em: http://www.institutoliberal.org.br/publicacoes/O%20essencial%20von%20Mises.htm

 

 

10/4/2007

 

Subject: RES: Re: NEOLIBERALISMO E O CONSENSO DE WASHINGTON

 

Derrubou coisa nenhuma. Isso sim que é mito. Esse cara é um conde que está mais para nazista que economista. E essa escola austríaca nada mais é que um monte de picaretas a serviço do capitalismo e suas exigências de se justificar ideologicamente.

 

De: ÁLVARO PEDREIRA DE CERQUEIRA [mailto:alvaropcerqueira@uol.com.br]
Enviada em: domingo, 15 de maio de 2011 15:46
Para: Euclides Lopes
Cc: Tom Capri; SilvioBPinheiro; resistencia-democratica@yahoogrupos.com.br; Prof. Rogério Sobreira - FGV-RJ; Prof. Ladislau Dowbor; Prof. Pedro T. Barrêtto; Paulo Afonso Alves Botelho; JOSE ELOY SANTOS CARDOSO; Jonísio Lustosa Nogueira; Guilherme de Melo Lemos; Delson Geraldo de Paula; Álvaro Luiz de Camargo; Adriano Gmail; Ildeu Santos - Resid.; mpacheco; Mente Estratégica; 'marcos ferreira pinto basto'; lilicarabinablog@gmail.com; lilicarabina; Laerte Braga; Laerte Braga; Jose Paulo Lopes; USP - Profa. Maria Aparecida Aquino; Sra. Reitora da USP; PUC-SP Reitoria; Flávio JJ; Fernanda Tardin; Fernanda Tardin; Democratas - Sistema de Informações; castorphoto@gmail.com; Antonio Morales
Assunto: Re: Re: NEOLIBERALISMO E O CONSENSO DE WASHINGTON

 

O senhor não sabe do que fala. Eugen von Böhm-Bawerk, da Escola Austríaca,  derrubou por terra o mito da mais valia no final do século XIX. O valor de um bem não é determinado pelo custo de sua produção, que inclui a mão-de-obra, mas exclusivamente pelo arbítrio do consumidor. O completo fracasso do Socialismo-Comunismo é fato conhecido por todos que não são cegos ideológicos como o senhor. Sabia que o Muro de Berlim foi drrubado em 1989? "O Socialismo não foi derrubado por seus inimigos, mas por suas vítimas." - Octávio Paz.

 

O socialismo do século XXI é uma fantasia delirante do Napoleão de Hospício Hugo Chávez. Basta ver seu resultado, que arruinou a Venezuela.

----- Original Message -----

Sent: Sunday, May 15, 2011 12:23 PM

Subject: Res: Re: NEOLIBERALISMO E O CONSENSO DE WASHINGTON

 

Agora para falar de coisas grandes as letras também tem que ser grandes! Pare com isso! Adam Smith é antes de Marx. Quem discerniu e falou que Adam Smith era o Lutero do Século XVIII foi justamente o Karl Marx. A teoria desenvolvida por Marx ninguém até hoje sobrepujou, porque é a verdade verdadeira. Nem Adam Smith, nem David Ricardo, nem John Stuart Mills, nem ninguém, nem a Escola de Viena, nem a recente e desastrosa Escola de Chicago, conseguiram com suas teses de engodo destruir o que Marx e Engel construiram na Teoria Econômica. Vade retro satanás. Viva o Socialismo do Século XXI.

Euclides - MRLB.

 

 

 

 

-------Mensagem original-------

 

Data: 15/05/2011 11:18:18

Assunto: Re: NEOLIBERALISMO E O CONSENSO DE WASHINGTON

 

Este surradíssimo mito ("transferência da riqueza dos países emergentes para as potências capitalistas"), fruto ao mesmo tempo da espessa ignorância  das mais elementares noções de Economia, como ensinadas por Adam Smith (1723 - 1790),  além dos mestres da Escola Autrísca de Economia, que derrubou o mito da "mais valia" de Marx, mito esse aproveitado por todos os caudilhos populistas comuno-fascistas para enganar o povo, leva-os a pensar que a economia é um jogo de soma zero, em que para um ganhar, o parceiro tem, necessariamente, que perder. Se fosse assim, não teria sido possível o enriquecimento dos povos do Japão, dos países da franja asiática, da República da Irlanda em da Islândia em cerca de apenas duas gerações.

 

Tal mito medra na cabeça dos esquerdopatas dos países subdesenvolvidos, e em especial os da América LatRina. Que atribuem a pobreza do povo e a concentração de renda a essa falaciosa teoria da exploração dos países capitalistas aos países ditos "periféricos". Sem perceberem que a verdadeira causa da pobreza é o regime mercantilista das metrópoles ibéricas, dos tempos do absolutismo do poder real, e ainda hoje vige no Brasil e nos países hispano-americanos, salvo o Chile pós-Pinochet.

 

 Nesses nossos países, os verdadeiros exploradores são os políticos corruptos (99%) e a paquidérmica máquina burocrática do corporativismo de privilégios, que absorvem mais de 90% da absurda carga tributária brasileira, devolvendo migalhas para os investimentos no capital humano (educação elementar, saneamento básico, saúde pública e segurança, além de infraestrutura). Nada mais do que isso. 

 

 

  

 

Subject: NEOLIBERALISMO E O CONSENSO DE WASHINGTON

 

Acho que a coisa foi feita para transferir a riqueza dos países emergentes (antes que eles emergissem) para as grandes nações desenvolvidas (antes que elas submergissem). O capitalismo, por fim, teria sua face descoberta. Mas, antes disso, as grandes nações estariam bem maiores e donas de tudo o que tem valor nas nações "emergentes" que, por fim, chegariam onde já deveriam estar, há muito tempo, não fosse a espoliação do colonialismo econômico.

Isto eu pensava no final dos anos 90. Hoje tenho certeza.

 

 





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Marcos Pinto Basto
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