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- O status atual da e-prescribing (prescrição eletrônica) nos EUA [1 atualização]
Leandra Carneiro <leandracarneiro@gmail.com> May 17 05:12PM -0700 ^
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Com base no relatório National Progress Report on e-Prescribing and
Interoperable Healthcare<http://mycourses.med.harvard.edu/ec_res/nt/AC388AEC-9971-488A-9935-62E5E3E4291E/surescripts.pdf>,as
conclusões sobre o estado atual da e-prescribing (prescrição eletrônica)
podem ser lidos abaixo:
*Uso da prescrição eletrônica:*
- Respostas eletrônicas para requisições da e-prescribing cresceu 125%
passando de 188 milhões em 2009 para 423 milhões em 2010.
- Medicamentos provenientes de prescrição eletrônica entregues aos
médicos cresceu 184% de 81 milhões em 2009 para 230 milhões em 2010.
- *Prescrições encaminhadas eletronicamente cresceram 72% de 191 milhões
em 20 para 326 milhões em 2010.*
- Prontuário eletrônico x Software independente de prescrição eletrônica:
* Cerca de 79% dos médicos utilizam prontuário eletrôncio em 2010, acima
dos 70% em 2009.*
*Adoção*:
- Prescritores: O número de médicos que emitem e-prescribing cresceu de
156.000 no final de 2009 para 234.000 no final de 2010, representando cerca
de 34% de todos os médicos em consultório.
- Pagadores: ao final de 2010, SureScripts poderia dar acesso às receitas
médicas e informações sobre o histórico de mais de 66% dos pacientes os EUA
- Farmácias e compra de medicamentos pelo correio: ao final de 2010,
cerca de *91% das farmácias comunitárias dos EUA estavam conectados para
a prescrição eletrônica* e seis das maiores farmácias pelo correio foram
capazes de receber prescrição electrônica.
*Resultados surpreendentes:*
- Médicos da família e pequenas clínicas tem taxas elevadas de
e-prescribing em relação às especialidades e clínicas de grande porte.
- Especialistas, incluindo oftalmologistas e cardiologistas estão usando
a prescrição eletrônicamais frequentemente que o esperado.
*E-prescribing é uma história de sucesso única em interoperabilidade*. As
normas são claras (NCPDP) e é obrigatória. Os incentivos estão alinhados (*economiza
tempo dos médicos e dinheiro às farmácias ao mesmo tempo em que torna o
processo mais seguro e conveniente para o paciente*).
Há esperança de que os esforços de interoperabilidade, como o sumário
clínico, sigam esta trajetória de adoção e a oferta de padrões inequívocos
possam mudar a cultura para tornar a interoperabilidade uma expectativa de
pacientes e fornecedores.
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Alguém sabe o que nós, aqui no Brasil, temos de conreto nesse sentido?
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Saulo Bortolon
Dept. Informat.
UFES-Brasil
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