RE: RES: RES: [Brasil-Política] Semena temerária - Cesare Battisti, mais um bandido para o Brasil

quarta-feira, 15 de junho de 2011
MORALES
 
VOCÊ PARECE QUE ACREDITA EM PAPAI NOEL. ELES ESTAVAM LÁ E ESTÃO HOJE PARA SE DAREM BEM, SE LOCLUPETAREM , SABE PORQUE?  AS TETAS DA VIUVA SEMPRE FORAM FARTAS. EXSTIA ATÉ  A  FIGURA DO SENADOR BIÔNICO, ARENA 1,2,3. TODO MUNDO QUERIA CONTINUAR MAMANDO.  NÃO TINHA ESPADA DE PORRA NEMHUMA.
ISTOE É HISTÓRIA MEU CAMARADA.
 

From: antonio_morales@uol.com.br
To: brasil-politica@googlegroups.com; tribuna_da_internet@yahoogrupos.com.br; tribunaonline@googlegroups.com; resistencia-democratica@yahoogrupos.com.br
Subject: RES: RES: [Brasil-Política] Semena temerária - Cesare Battisti, mais um bandido para o Brasil
Date: Wed, 15 Jun 2011 12:51:56 -0300

O Congresso foi convenientemente fechado e depois reaberto segundo regras impostas pelo regime militar. Virou correia de transmissão do regime, pois a "espada de Dâmocles" da ditadura pairava sobre o pescoço de todos.

 

De: brasil-politica@googlegroups.com [mailto:brasil-politica@googlegroups.com] Em nome de Ricardo SSobrinho
Enviada em: quarta-feira, 15 de junho de 2011 10:05
Para: brasil-politica@googlegroups.com; tribuna_da_internet@yahoogrupos.com.br; tribunaonline@googlegroups.com; resistencia-democratica@yahoogrupos.com.br
Assunto: RE: RES: [Brasil-Política] Semena temerária - Cesare Battisti, mais um bandido para o Brasil

 

MORALES
 
DITADURA CIVIL-MILITAR, DOS QUAIS  PARTICIPAVAM  OS AMIGOS DE LULA TIPO SARNEY  E MALUF.
"NUNCA SE ESQUEÇA" . TINHA UM CONGRESO FUNCIONANDO, DISTRIBUIÇÃO DE CARGOS NO 1º, 2º, 3° ESCALÃO. ISTO É HISTÓRIA DO BRASIL.
 


From: antonio_morales@uol.com.br
To: brasil-politica@googlegroups.com
Subject: RES: [Brasil-Política] Semena temerária - Cesare Battisti, mais um bandido para o Brasil
Date: Wed, 15 Jun 2011 00:19:14 -0300

Só se for o valhacouto de torturadores e assassinos de ditaduras militares  que vocês defendem. Entre eles os da nossa ditadura que durou mais de 20 anos.

 

De: brasil-politica@googlegroups.com [mailto:brasil-politica@googlegroups.com] Em nome de hamilton silva
Enviada em: terça-feira, 14 de junho de 2011 23:18
Para: brasil-politica@googlegroups.com
Assunto: Re: [Brasil-Política] Semena temerária - Cesare Battisti, mais um bandido para o Brasil

 

   O posicionamento desse Pedro Cardo da Costa não procede. Alguém já disse aqui. O Brasil virou um valhacouto de terroristas internacionais.

Em 14 de junho de 2011 22:57, marcos ferreira pinto basto <marcospintobasto@superig.com.br> escreveu:

A decisão do STF, ao não permitir a intromissão do governo italiano em assuntos internos brasileiros, transcende a personalidade de Césare Battisti. Ainda que ele fosse o monstro que seus inimigos dizem ser, ainda que seus crimes fossem – como afirma o governo italiano – de reles latrocínio, a decisão de negar sua extradição é de estrita soberania brasileira.

O Tratado de Extradição, com todo o respeito pelo advogado Nabor Bulhões, que representa a Itália, e é um dos mais respeitados profissionais de nosso País, prevê, claramente, que cabe à parte requerida considerar se os crimes cometidos são, ou não, políticos. O Presidente Lula, depois de ouvir seus assessores jurídicos – o que seria dispensável, diante da clareza do texto do acordo, decidiu negar a extradição. O Presidente agiu conforme as suas prerrogativas constitucionais.

O Supremo, sem embargo disso, e diante de certas dúvidas, esperou a chegada de mais um membro do colégio julgador para, enfim, reconhecer o óbvio, e, na preliminar, não acatar o governo italiano como parte no pleito. O artigo III do Tratado relaciona os casos em que "a extradição não será concedida", e a letra "e" estabelece um deles: "se o fato, pelo qual é pedida, for considerado, pela parte requerida, crime político". A parte requerida, o Brasil, pela mais alta autoridade do Estado, considerou os delitos de Battisti como políticos. Logo, não há o que se discutir.

As nações, como as pessoas, não podem transigir em questões de princípio, como as de sua absoluta autodeterminação em assuntos internos. É da tradição imemorial dos estados o direito de admitir a presença de qualquer estrangeiro ou negá-la, sem dar razões de seu arbítrio. O governo italiano tem negado a admissão de cidadãos brasileiros em seu território, sem ficha criminal alguma, e de forma violenta, sem dar as razões de sua recusa.
O nosso governo não lhe nega tal direito, embora reclame da forma desumana com que as autoridades italianas e de outros países europeus tratam os cidadãos portadores de passaportes brasileiros. As fronteiras nacionais são como os muros de nossa casa.
Quando recebemos nela um hóspede, não temos por que explicar aos vizinhos as nossas razões. Podemos, é certo, impor-lhe algumas restrições, como as impusemos a Battisti, pelo fato de entrar em nosso país com um passaporte falso. Mas como sabem todos os que passaram pela perseguição política, os documentos falsos são, muitas vezes, a única saída.
Lembro-me do desabafo de um exilado português que, viajando da Romênia para a Hungria – paises então socialistas – ao apresentar seu passaporte, ouviu do policial a recusa, sob o argumento, verdadeiro, de que o passaporte era falso. O português retrucou, no ato: "você queria que ele fosse verdadeiro?"

Por esse ato, necessário nas circunstâncias, Battisti foi preso há quatro anos, antes que o governo italiano reclamasse a sua extradição. Não porque seja inocente ou culpado, mas pelo fato de que, soberanamente, não queremos entregá-lo para o cumprimento de prisão perpétua, em condições particularmente difíceis, outra decisão não poderia ter tomado o STF em seu julgamento de ontem.

E há mais: nunca a dignidade do Brasil se viu tão ofendida por um governo estrangeiro, como ocorreu nesse episódio. Membros do gabinete de Berlusconi, - que como sabemos, é um respeitável, probo e casto senhor - chegaram a insinuar que somos uma nação de mulheres vagabundas e de juristas de faz-de-conta.

Terminado o julgamento, com o não conhecimento da Reclamação do governo italiano, o STF encaminhava-se para o entendimento de que Battisti deveria ser beneficiado com o alvará de soltura ainda na noite de ontem. Esperemos que essa soberania, ontem reafirmada, se robusteça e se reafirme em outros assuntos.

Texto: / Postado em 12/06/2011 ás 22:27

 

Em 11 de junho de 2011 11:43, Pedro Cardoso da Costa <pcardosodacosta@yahoo.com.br> escreveu:

Uma semana temerária

Poderia chamar de uma semana à brasileira, daria no mesmo, esta de 5 a 11 de maio de 2011. Na segunda-feira, o procurador-geral da República decidiu que não caberia investigar sobre o enriquecimento inexplicável de Palocci. Na terça-feira, 08, Palocci deixou o Ministério, fechou na quarta-feira, com o Supremo Tribunal Federal – STF manteve o presente, mais um bandido, que Lula deu aos brasileiros no seu último dia de mandato. Isso tudo na esfera pública federal. Na estadual, cabe destaque para a greve dos bombeiros do Rio de Janeiro para melhorar o salário de R$ 900,00.

O procurador-geral foi enfático quanto à lisura do enriquecimento do ministro Palocci. Não restaria nenhum questionamento quanto ao seu parecer, se ele tivesse utilizado o princípio constitucional da publicidade que norteia os atos públicos. Ninguém sabe quais documentos foram apresentados e analisados; ninguém sabe quais foram os clientes e muito menos quanto cada um pagou e por quais serviços. Só com o conhecimento desses elementos caracterizadores de infrações ligadas à função pública se pode saber se o enriquecimento foi legal e legítimo. Se ninguém sabe nada disso, qualquer um tem o direito de pedir vênia e não referendar o parecer do procurador-geral.

Não se pode ter crença cega quando se envolve atos públicos. Para ser claro, um presidente da República já foi colocado para fora do cargo. Com a falta das informações mencionadas, não há como absolver Palocci, isso apenas do ponto de vista jurídico. Como lógica, um enriquecimento nessa proporção só se ganhar mais na loteria do que o ex-anão João Alves. A saída do ministro deve ser vista como positiva pela efetividade da democracia neste país. Mas seu enriquecimento tem que ser comprovado publicamente.

Já a Suprema Corte de Justiça, por maioria, decidiu pela não extradição de um criminoso, condenado em seu país. Esta decisão deu um aval claro aos marginais do mundo que, caso corram risco de serem presos noutras partes, podem se refugiar no Brasil, que, aliás, não consegue punir nem os marginais pátrios. Medida condizente para um país que só é conhecido no mundo pelo futebol, carnaval, bundas expostas, turismo sexual infantil e agora, por ser o refúgio de assassinos.

Ainda quanto ao aspecto da impunidade institucionalizada, recentemente as mortes de seringueiros na região Norte e a porteira escancarada que são as fronteiras brasileiras, demonstrada pelas reportagens da Rede Globo de Televisão, evidenciam quão o Estado brasileiro tem se caracterizado como uma mãezona para a marginalidade, na mesma proporção que se torna um pai carrasco para os cidadãos de bem, como são exemplos Francenildo Costa, o caseiro de Palocci, e a funcionária Danevita Ferreira de Magalhães que foi demitida do Banco do Brasil, por ter se negado a participar do "modus operandi" da turma do mensalão.

Ainda nessa semana temerária, os bombeiros do Rio de Janeiro espernearam para melhorar os seus soldos mensais, que não atingem nem dois salários mínimos. Nesse processo, difícil de controlar o emocional coletivo, os bombeiros invadiram o Quartel do Comando Geral dos bombeiros. Foram legalmente presos, levando em conta a ótica meramente da lei positivada - aliás, esse país vomita leis, mas nenhuma solução plausível foi tomada no sentido de atender suas reivindicações salariais. Antes das manifestações nenhum segmento social manifestou-se de forma veemente sobre o indecente salário que recebem.

Pelo desfecho que se costuma dar a episódios dessa natureza, o assassino Cesare Battisti será naturalizado brasileiro e será agraciado com um cargo comissionado na Administração Pública Federal, outra saúva típica deste país. Palocci já avisou que irá gastar um pouco da grana ganha com sua estupenda capacidade de assessorar; depois voltará à sua genialidade para continuar multiplicando seus bens, sabe Deus por quanto. O governador do Rio de Janeiro, que já chamou os bombeiros de vândalos, deverá aumentar o tom e chamá-los de vagabundos. Aos cidadãos cabe esperar por mais uma semana do Brasil real. O Supremo continuará com suas decisões absurdas; a Procuradoria Geral da República continuará com seus pareceres a inocentar gente de cima sem o conhecimento por parte dos brasileiros sobre quais documentos serviram de embasamento; e os bombeiros, com seus salários de esmola, continuarão sendo xingados pelo governador Sérgio Cabral, que se tornou especialista em xingar pessoas humildes.

Brasil, esta é a sua cara!

 

Pedro Cardoso da Costa – Interlagos/SP

     Bel. Direito

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