Re: PARA ONDE VAI GADDAFI? (Não precisa responder...)

segunda-feira, 22 de agosto de 2011
PROPAGANDA  da MAFIA de ASSALTOS e SAQUES  S/A
Quem tem petróleo que se cuide! Pode estar na lista deles. Não dá pra entender porque não assaltam o
Irã.

Em 22 de agosto de 2011 18:20, francisco.vianna@terra.com.br <francisco.vianna@terra.com.br> escreveu:
 



 

OS RUMORES SOBRE O DESTINO DE MUAMMAR GADDAFI

 

:: FRANCISCO VIANNA

Com base no noticiário da agência alemã DPA

(Deutch Press Agentur)

 

Especula-se qual será o destino de exílio do ditador líbio Muammar Abu Minyar al-Gaddafi: África do Sul? Venezuela? O destino do líder líbio, até ontem a noite, era uma incógnita. Enquanto as hordas dos rebeldes festejavam seu triunfo nas ruas de Trípoli, os rumores se estendiam por toda a cidade.

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No poder desde 1969, Gaddafi mantém uma população miserável e ignorante, apesar de todos os petrodólares que sempre dispôs, tal como ocorre na Venezuela do seu amigo Hugo Chávez.

Após a ratificação, por parte da Corte Penal Internacional (CPI), da captura de três dos filhos de Gaddafi, já se dava como fato a fuga do 'rais' para a Argélia, apesar das estreitas relações entre ambos os países atravessarem incertezas e incredulidade.

Não se espera uma suposta confirmação oficial, ou tampouco houve uma com relação às conversas secretas que se realizaram em Tunis, na ilha de Yerba. Lá foram celebradas "negociações com vários interlocutores estrangeiros", segundo informou uma agência de notícias local. Além dos adversários líbios, houve representantes da África do Sul, da Venezuela e do Qatar. "Como o ditador poderá ficar na Líbia depois de todo o que fez? A sua permanência no país está totalmente descartada", disse ha alguns dias o novo representante permanente dos insurgentes em Paris, Mansur al-Nasr.

 

Cientos de miles de libios celebran la caída de Trípoli en manos de los rebeldes.  Foto: AFP

 

Los rebeldes alcanzan la simbólica Plaza Verde en el centro de Trípoli.  Foto: AFP

 

Los festejos de los rebeldes libios en la plaza central de Trípoli.  Foto: AFP

 

Los rebeldes recorren Trípoli.  Foto: AFP

 

El avance de los rebeldes hacia Trípoli.  Foto: Reuters

 

Los rebeldes libios observan el discurso de un desertor Abdul Salam Galod, disidente de Muammar Gaddafi.  Foto: Reuters

 

Rebeldes celebran el avance en Trípoli contra el régimen de Kadhafi, en la Plaza de la Libertad en Benghazi, Libia.  Foto: AFP

 

Un rebelde libio sostiene una bengala mientras miles se reunen en Benghazi, Libia, en apoyo al avance de la insurgencia en Trípoli.

Centenas de milhares de líbios comemoram nas ruas a queda de Trípoli em mãos dos rebeldes. Foto: AFP

 

 

 

Mas conseguirá ele sair impune dessa? "Isso é algo a ser decidido pela Corte Penal Internacional", opinou Al-Nasr. E para onde ele irá?

O presidente-ditador da Venezuela, Hugo Chávez, há tempos que não menciona a sua iniciativa de que um grupo de "amigos do Coronel Gaddafi" procura uma solução para o conflito. Quando a insurgência popular começou, há seis meses, a Venezuela era vista como um possível destino. Aparentemente, na hora da verdade, os amigos do ditador Gaddafi estão mais bem situados na África.

Quando exercia plenamente seu poder, o excêntrico e sanguinário coronel ajudou a mais de um líder africano em apuros com seus petrodólares. Também se relacionou com políticos sulafricanos, embora quando no continente se via com ceticismo a sua proposta de criar os 'Estados Unidos da África', liderados por ele mesmo.

Ver: Os rebeldes dominam a capital líbia e cercam o bunker de Gaddafi no mapa abaixo.

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O presidente da África do Sul, Jacob Zuma, disse, em várias ocasiões, que considera o ditador líbio como um "irmão" e que queria uma "solução africana" para o conflito líbio. Este país já tem experiência em acolher políticos proscritos, como fez com o ex-presidente do Haiti, Jean Bertrand Aristide, que viveu com sua família durante anos em Pretória e com privilégios de ministro de estado.

Tampouco as ordens da Corte Penal Internacional foram lá um obstáculo, uma vez que a União Africana já disse que não aplica suas ordens judiciais de forma automática. Sobre o presidente do Sudão, Omar al-Bashir, está pendente uma decisão internacional de busca e prisão, mas o mandatário tem viajado sem problemas por vários países africanos signatários da CPI. Também o ex-ditador etíope Mengistu Haile Mariam vive luxuosamente em Zimbábue, apesar de ter sido condenado.

 
 



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Marcos Pinto Basto
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