Re: Controle da humanidade?

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
Leiam sobre a sigla H.A.A.R.P. E DIVIRTAM-SE.

Raymundo


De: Walter N. Braz Jr. <w42739@yahoo.com.br>
Para: Tribuna Online <tribunaonline@googlegroups.com>; Contra os reis e as religiões <semsenhores@grupos.com.br>; Paraíso Concreto <paraiso-concreto@googlegroups.com>; O reino de Deus <oreinodedeus@grupos.com.br>
Enviadas: Quinta-feira, 12 de Janeiro de 2012 16:59
Assunto: Controle da humanidade?

Companheiros,
este artigo é da coluna Opinião da Tribuna da Imprensa de 27 de novembro de 2004. Não temos mais, pelo menos por enquanto, a edição imprensa. Foi sorte eu ter imprimido e guardado.
Um abraço
Walter

Controle da humanidade?

Flávio Garcia

Foi em outubro de 2002, em reunião da Frente Parlamentar em Defesa do Brasil, na Câmara dos Deputados, em Brasília, que ouvi, pela primeira vez, referência a essa quase inacreditável possibilidade de controle comportamental de aglomerados humanos, com base em tecnologia acionada por satélite.

O assunto, até então desconhecido por qualquer um dos presentes, foi introduzido, sem aviso preliminar, pelo general da reserva brasileira, Andrade Nery. Desnecessário dizer do estarrecimento que o tema ocasionou nos presentes, não estivéssemos, também, sob o impacto de possíveis desdobramentos da assinatura do acordo com os Estados Unidos, no sentido da utilização da Base de Lançamento de Alcântara, no Estado do Maranhão.

O conteúdo do informe do general Andrade Nery dava conta de que um oficial do exército norte-americano, ex-aluno seu em um curso de guerra na selva, encontrando-se em Belém, tempos depois, relatou-lhe resultado de missão que havia concluído na própria Base de Alcântara, de onde há pouco havia regressado. E para onde, coincidentemente, dirigia-se o próprio general.

Saudações à parte, e instado a informar o tipo de missão que havia concluído, o oficial norte-americano não fez segredo em dizer que havia realizado aferições em equipamentos e instrumentais que tinham como objeto a interferência no comportamento psico-motor de aglomerados humanos ou mesmo multidões.

Conhecedor da competência e potencialidade do interlocutor, e das seríssimas implicações que o fato relatado haveria de ter sobre a segurança e destino de pessoas, instituições, processos produtivos e mesmo de países sob a influência de tais dispositivos, o general Andrade Nery considerou como de sua obrigação, no mais amplo sentido, relatar o ocorrido à Frente Parlamentar em Defesa do Brasil, para conhecimento e providências cabíveis.

No conjunto, os diversos aspectos do relato em questão podem melhor ser visualizados a partir de consulta à matéria publicada no jornal "O Farol", porta-voz do Movimento Nativista, formado por militares e civis brasileiros, nas edições de novembro e dezembro de 2002 (nº 96 e 97), de autoria do jornalista Rubem Azevedo Lima.

E em meio às quais constam, também, as reações dos então deputados Vivaldo Barbosa (PDT-RJ) e Waldir Pires (PT-BA) sobre a gravidade do conteúdo do relato e exigências de convocação de sessão secreta da Câmara para aprofundamento, debate das implicações expostas e providências a serem adotadas.

Transcorridos dois anos desses informes, o jornal "Folha de São Paulo", de 18/11 em curso, publica matéria de autoria do também general reformado Carlos de Meira Mattos, versando sobre idêntico assunto, e para o qual utiliza a denominação de "arma psicoeletrônica".

Depois de mostrar profunda preocupação com os trabalhos experimentais que vêm sendo desenvolvidos em laboratórios de países detentores de alta tecnologia com respeito a emissões de raios eletromagnéticos sobre seres humanos, transcreve o estrategista militar brasileiro o entendimento do pesquisador e cientista da Universidade Federal Fluminense professor Iberê Mariano da Silva, que sintetiza a preocupação que o assunto deve merecer. Tendo em vista que "a população de uma região atingida por essas ondas, a partir de um satélite, poderia ter o seu comportamento alterado".

Em termos mais práticos, e por extensão dos efeitos, possibilidade de redirecionamento de idéias e valores da coletividade para fins específicos, do tipo interesses político-ideológicos, de alcance estratégico-militar e, mesmo, consumo mercadológico dirigido, dentre outras opções com finalidades monopolizantes e hegemônicas.

Mais do que evidente que tais interesses e ações devem merecer a mais séria das atenções dos serviços de inteligência de países alvos, como no caso do Brasil, no sentido do estabelecimento de referenciais imediatos para agilização de estruturas e instrumental de defesa.

A um mesmo tempo em que deve-se exigir da Organização das Nações Unidas (ONU) um conjunto de providências cabíveis, entre denúncias e protestos formais; paralisação das experiências e/ou ações em andamento; sanções de múltiplo alcance; e construção e funcionamento, no mais breve espaço de tempo, de estruturas de defesa da humanidade como um todo. Se é que as Nações Unidas dos tempos atuais ainda possuem influência e determinação para tal!

Flávio Garcia é engenheiro agrônomo atuante na área de recursos naturais e meio ambiente e assessor parlamentar na Câmara dos Deputados e Senado Federal.

GARCIA, Flávio. Controle da humanidade? Tribuna da Imprensa, 27 de novembro de 2004. Disponível emhttp://www.tribuna.inf.br/anteriores/2004/novembro/27/coluna.asp?coluna=opiniao. Acesso em 30 de novembro de 2004.

Nota: o endereço original não existe mais. Para citar este texto, o leitor pode fazer esta referência:

GARCIA, Flávio. Controle da humanidade? Tribuna da Imprensa, 27 de novembro de 2004. CITADO POR: CONTRA OS REIS E AS RELIGIÕES. Disponível em http://semsenhores.wordpress.com/2012/01/09/controle-da-humanidade. Acesso em (dia do acesso).
Grupo O Reino de Deus:
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