Re: O povo na rua contra o governo

segunda-feira, 4 de março de 2013
Um exemplo de que boa administração pode ser feita com qualidade de gastos e politicas públicas é o programa choque de gestão do atual senador Aécio Neves. Realizado ainda na época em que Aécio era governador de Minas gerais.

fonte: http://www.queremosaecionevespresidente.blogspot.com.br/2013/02/grandes-cidades-se-espelham-em-choque.html


Grandes cidades brasileiras querem importar soluções inovadoras do Choque de Gestão de Aécio Neves para suas administrações municipais

Instituições internacionais de fomento, países emergentes e estados brasileiros já buscaram cases de sucesso em administração pública gerados pelo Choque de Gestão, implantado por Aécio Neves em Minas Gerais e mantido pelo atual governador Antonio Anastasia. Agora, são grandes metrópoles brasileiras que querem adaptar o modelo de gestão inovador às suas realidades locais.

Ao final do ano passado, prefeitos de dez grandes cidades das regiões Norte, Nordeste, Sudeste e Sul, que juntas representam uma população de aproximadamente 10 milhões de pessoas (Manaus, Belém, Teresina, Maceió, Salvador, Campinas, Itaguaí, Blumenau, Pelotas e Viamão), estiveram em Belo Horizonte para conhecer de perto as experiências do Choque de Gestão.

Agora, numa segunda etapa, as próprias administrações municipais estão abrindo o debate local para possam discutir as formas como o Choque de Gestão poderá atuar sobre as realidades locais. É o caso de Manaus, que levou o governador Antonio Anastasia para que falasse mais detalhadamente sobre as três etapas do modelo inovador implantado por Aécio Neves em 2003 e mantido até hoje em solo mineiro.

"Na primeira fase, alcançamos o equilíbrio fiscal, o 'déficit zero', estabelecemos acordos de resultados e elaboramos uma carteira de projetos estruturadores. No segundo momento, criamos o Estado para Resultados, com a consolidação da qualidade fiscal do Estado, foco nos resultados finalísticos e na consolidação institucional da cultura de resultados. Agora, com o Gestão para a Cidadania, priorizamos a transparência de ações e o novo modelo de governança pública com a participação do cidadão, o Estado formado em Redes, além do fortalecimento setorial da gestão", explicou Anastasia.

E no desafio de adaptar o modelo de gestão de Minas Gerais à realidade das grandes cidades, o governador de Minas Gerais fez um importante alerta: "já levamos o governo, através dos resultados, para perto das pessoas, que passaram a sentir a ação do poder público. Mas isso não nos basta. É importantíssimo que o cidadão tenha uma ação mais efetiva dentro do governo, porque as políticas públicas só serão exitosas se tivermos o compromisso dessas pessoas", destacou o governador sobre o Choque de Gestão criado há uma década por Aécio Neves.








Em domingo, 3 de março de 2013 11h30min26s UTC-3, Botelho Pinto escreveu:

Portugueses vão às ruas contra os cortes de gastos públicos

"Que se lixe a troika! Queremos as nossas vidas!" foi o mote das manifestações deste final de semana que reuniram pelo menos um milhão e meio de portugueses nas ruas do país e exigiram a demissão do governo do primeiro-ministro social-democrata Passos Coelho. O termo troika tem sido usado como referência às equipes constituídas por membros de Comissão Europeia, Banco Central Europeu e Fundo Monetário Internacional que têm avalizado amplos cortes de gastos públicos em países como Portugal, Irlanda e Grécia.

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Data: 03/03/2013

Lisboa – Pelo menos um milhão e meio de portugueses protestaram neste sábado (2), segundo estimativadas divulgadas na imprensa do país, contra as medidas de austeridade do governo nacional, apoiadas pela União Européia. Em Lisboa foram 800 mil. 

Ao som de "Grândola, Vila Morena", canção que embalou os protestos da Revolução dos Cravos (1974), os manifestantes percorreram as ruas da baixa de Lisboa entoando palavras de ordem como "O povo unido jamais será vencido", "Governo para a rua já", "Espanha, Grécia, Irlanda e Portugal, a nossa luta é internacional", "A rua é nossa" e "A luta continua, troika para a rua".

No Porto, cerca de 400 mil pessoas se reuniram numa das maiores manifestações já realizadas na cidade. A Praça da Batalha tornou-se pequena para receber tantos manifestantes, que acabaram também por ocupar as ruas circundantes. Estiveram presentes apoiadores de grupos de direitos humanos, liberdade sexual, aposentados e desempregados. Houve confrontos com a polícia e ao menos duas detenções foram realizadas.

Em Braga, sete mil pessoas encheram as ruas de cravos vermelhos e exigiram mudanças, emocionando-se ao frisarem que "não foi para isto" que lutaram. A manifestação contou com uma performance de teatro e com a participação de vários músicos, que enriqueceram o protesto com o som de guitarras portuguesas, braguesas e cavaquinhos.

O cantor e músico Carlos Mendes disse à agência Lusa que a manifestação "era uma coisa impensável" quando, há algumas semanas, integrou o grupo de pessoas que foi cantar a 'Grândola, Vila Morena' no plenário da Assembleia da República, interrompendo o primeiro-ministro português Passos Coelho.

"Até fico emocionado. Já não se via tanta gente junta há muito tempo", afirmou". E acrescentou: "Nos esportes costuma se dizer que cheira a gol. Agora me cheira revolução, mudança".

Arménio Carlos, secretário-geral da CGTP, disse que o governo "sabe que está por um fio" e "tornou-se um problema que impede a solução" para a saída da crise. "Este governo não tem legitimidade política, moral e ética para continuar a governar", sublinhou.

Por seu lado, o presidente da Associação Nacional de Sargentos, Lima Coelho, disse esperar que os governantes ouçam a voz dos portugueses. "Contrariamente ao que muita gente gosta de fazer crer, [nem] o primeiro-ministro, nem os banqueiros, nem outros são os patrões deste país, nós é que somos", disse à agência Lusa.

O eurodeputado do PCP João Ferreira disse que a manifestação foi uma afirmação da exigência da demissão do governo. "Estamos perante uma torrente que cresce, que engrossa, e que vai continuar nos próximos dias, com essa exigência, dar a palavra ao povo perante um governo que há muito tempo perdeu a sua legitimidade", afirmou.


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