Bravo, professor.Bravo !O senhor já percebeu como tem boçal defendendoo golpe de 1º de abril de 1964, latindo que esteveno comício da Central do Brasil?E defecando pela boca?Falam de Cuba e da Venezuela com a autoridade deum porteiro de lupanar, aquele que repete, feito papagaio,o que ouve dos frequentadores.Se espremer um pouco mais, a merda que defecam pelaboca vira diarréia.Abração.---
Silvio de Barros Pinheiro.
Santos.SP.----- Original Message -----From: KidocaSent: Saturday, March 09, 2013 11:34 AMSubject: Res: Re: [menteestrategica] RES: [Brasil-Política] CHÁVEZ E OS NOVOS MILITARES![]()
Não sei o que é isso, mas vou responder assim mesmo. E. O seu discurso é udenista. Não é trabalhista. Você estava em 13 de março de 64 mas não como trabalhista e sim como udenista. O problema é que da quartelada de 1º de abril de 64, (civil e militar). Os militares não deram aos civis, diga-se a UDN o poder que ele queriam pois não conseguiam conquistar pelo voto, tramaram com (EUA, FFAA, CNBB, OAB, TFP e muitos outros organismos) a derrubada de Jango. Depois quando viram a merda que fizeram, primeiramente deixando as FFAA contra o povo brasileiro, foram pedir arrego ao Presidente deposto João Goulart no Uruguai para formar a frente ampla, o único que se salvou foi o Magalhães Pinto, que não foi cassado, pois o Lacerda e o Adhemar foram. Depois disso tudo virou o "SAMBA DO CRIOULO DOIDO", ninguém sabia de nada, pois não foram adestrados para governar uma nação do tamanho do Brasil varonil. Nós trabalhistas Nacionalistas e Desenvolvimentistas, sabemos muito bem, distinguir quem era trabalhista e quem era udenista, parece igual mas não é. Hoje os industriais que apoiaram o golpe de 1º de abril de 64, estão pulando que nem pipoca, pois perderam suas indústrias para as multinacionais, coisa que o trabalhismo não deixava acontecer, pois protegia o que era nacional da sanha do capital externo. Agora nós gritamos para eles Bem feito. Quem mandou apoiar o erro.Viva o Trabalhismo Desenvolvimentista e Nacionalista de Getúlio, Jango e Brizola e do MRLB.Viva o Socialismo do Século XXI, que está às portas, quem viver verá, que traz em seu bojo o Poder Popular e a igualdade entre as pessoas.Euclides - MRLB.-------Mensagem original-------De: E.Data: 09/03/2013 11:09:16Assunto: Re: [menteestrategica] RES: [Brasil-Política] CHÁVEZ E OS NOVOS MILITARES
Em 13 de março de 1964 estava eu, jovem, de esquerda ( quem não o é nessas idades? ).Naquele tempo a esquerda era alegremente festiva mas era, pelo menos, de esquerda. Eu estava em frente a Central do Brasil no famoso comício de 13 de março. A esquerda da época não era essa de hoje que cacareja para a esquerda mas põe os ovos para a direita, como disse o velho Briza. Os governos não foram liderados , por uma achacador de empresários do Brasil, nem por um marxista de merda, datado, nem por um vendedor de greves , alcoólatra e escroto, que corneia a mansa a 10000 metros de altura com dinheiro da plebe ignara. Os presidentes morreram pobres!
Eramos todos nacionalistas , com pouquissimos comunistas, raridades, criaturas estranha e exóticas, como é ainda hoje. O regime de 64 consolidou e deu prosseguimento ao processo de industrialização do Brasil, impulsionado por Vargas. Eu temia que 64 fosse cumprir o ideário da UDN , mas não. Criaram estatais sim , porque ninguém de fora na época ia investir no Brasil , o investimento necessário para infraestrutura. Levava-se horas para "conseguir uma linha" para falar do Rio para São Paulo. Em 67 havia apenas três linhas para se falar de Sampa a Belém. 64 não tirou direito básico algum dos trabalhadores- criaram milhões e milhões de empregos na manufatura. Não entregaram ( desculpem o termo) porra nenhuma a gringo puto algum como TODOS OS GOVERNOS DEPOIS DE 89 FIZERAM, depois de passar por Washington para receber as ordens . Em 80 nossa manufatura era maior ( em dólares) do que a soma da manufatura da China somada a da Índia e da Coréia do Sul. Hoje é 10% desta soma. Brutal esmagamento! 64 tomou 200 milhas marítimas como nosso mar, onde hoje exploramos Petróleo. A Petrobras não era o curral de um antro de canalhas e sindicalistas aproveitadores. O que seríamos hoje sem Itaipu:? 64 nos tirou da posição de quadragésimo oitavo PIB do planeta para a oitava posição, e em condfições dificilimas de crédito, inflação mundial, e pior inflação ainda aqui.
Cuba está na merda .É um curral de uma família, que a domina há 60 anos . E a pior merda é não ter liberdade. Nelson Rodrigues disse " a liberdade é mais importante que o pão" Não tem liberdade? Não serve. Conquiste-se liberdade pelas armas se for necessário. A Venezuela está literalmente na merda. Não tem futuro. Não cabe elegância aqui . O coronel ( era coronel não ?) Chávez deixou um País com carência de alimentos e preso a uma só fonte de renda: o Petróleo. Escolheu, convenientemente, um motorista de ônibus como seu vice. Foi esperto , e resolveu seu problema. Seu vice jamais poderia ameaçar um Coronel que contou com apoio do Exército. Mas deixou um problema. Deixou, um pobre coitado , sem formação , que terá que submeter-se a alguma forma de pressão para continuar na presidência.
Em 9/3/2013 09:43, Kidoca escreveu:
Se o poeta Casimiro de Abreu fosse vivo declamaria seu poema: "Oh! que saudade que tenho. Da aurora da minha vida, da minha infância querida. Que os anos não trazem mais! Que amor, que sonhos, que flores, naquelas tardes fagueiras, à sombra das bananeiras, debaixo dos laranjais...".Morte Prematura. Eu de meu canto, chorando o meu pranto, digo que é mais do que prematura. Acho que o Presidente Constitucional Chavez, pode ter até sido assassinado pelos seus inimigos. Não descarto essa possibilidade, pois seus inimigos tem curriculo para isso.Chavez foi o dirigente que mais encarnou o espirito da Revolução Cubana, mesmo não sendo comunista, viu que seu país teria que trilhar o sistema do Poder Popular de governo, ligado ao proletariado e não mais a burguesia, por isso era odiado pela elite e amado pelo povo, tal qual foi o nosso Getúlio e o nosso Jango.Pena que o que é bom dura pouco. Assim como o trabalhismo aqui foi desapeado do Poder pelos golpistas de 1º de abril de 64. Sua morte (ou assassinato) interrompeu o curso da Revolução Bolivariana, vai depender do nível de entendimento de seus seguidores sobre o sistema que estava implantando na Venezuela, espero que a continuidade e até o aperfeiçoamento se estabeleça e a Venezuela se emancipe de vez, e possa influenciar outros países da América Latina, inclusive o nosso querido Brasil.Viva o Trabalhismo brasileiro. Viva o Socialismo do Século XXI, que está às portas, quem viver verá, trazendo em seu bojo o Poder Popular Governamental e a igualdade de oportunidade para todas as pessoas.Viva o Brasil. Viva a Venezuela.Euclides - MRLB.-------Mensagem original-------Data: 03/09/13 09:25:25Para: brasil-politica@googlegroups.com; 'Mente Estratégica'; politicab@yahoogrupos.com.br; politica-br@yahoogrupos.com.brAssunto: RES: [Brasil-Política] CHÁVEZ E OS NOVOS MILITARESMorte prematura? É sacanagem!!
De: brasil-politica@googlegroups.com [mailto:brasil-politica@googlegroups.com] Em nome de Power Guido
Enviada em: sexta-feira, 8 de março de 2013 11:59
Para: Mente Estratégica; politicab@yahoogrupos.com.br; politica-br@yahoogrupos.com.br
Assunto: [Brasil-Política] CHÁVEZ E OS NOVOS MILITARES
por Mauro Santayana
A morte, prematura, de Hugo Chávez, deixa uma certeza: a Venezuela não voltará a ser o país que foi antes de sua presença no Palácio de Miraflores. Como anotou o New York Times, o presidente não construiu auto-estradas nem grandes edifícios, mas legou a seu povo uma nova forma de ver e sentir o país. E esse povo não voltará a aceitar as regras antigas de submissão social. Chávez não era predestinado ao poder, como tantos outros líderes militares latino-americanos, que viam as forças armadas como "a última aristocracia". A definição é do poeta argentino Leopoldo Lugones, ao discursar no centenário da Batalha de Ayacucho, travada em 1826 no Alto Peru, que expulsou os espanhóis de nosso continente.
Os militares, principalmente os argentinos e chilenos, sempre se sentiram herdeiros daqueles nascidos na América do Sul, que participavam dos exércitos espanhóis e se uniram a Bolívar e a San Martin para fazer a independência. Mas isso não impediu que se submetessem aos interesses externos, quando isso interessava às oligarquias internas de que, por origem familiar, procediam.
O homem que morreu terça-feira foi um soldado comum, jogador de beisebol, que se insurgiu contra a desigualdade social em seu país e, depois de frustrado golpe de estado, elegeu-se seu presidente. Sua ascensão ao poder e seu prestígio popular podem surpreender os que não conhecem com a história nestes últimos 20 anos na América Latina. Mas nada houve de insólito em sua vida e destino.
Os exércitos da América Latina não são os mesmos. A origem de classe dos oficiais – embora haja ainda alguns com sobrenomes históricos – mudou bastante, depois dos regimes ditatoriais que, patrocinados pelos Estados Unidos, infelicitaram os nossos povos. Não é difícil hoje encontrar oficiais superiores filhos de famílias bem modestas e mesmo pobres. A memória das dificuldades na infância os faz diferentes, dispostos a apoiar governantes que almejam vencer as desigualdades históricas.
Chávez nasceu no mesmo ano, duro para os brasileiros, em que morreu Vargas. A Venezuela, em 1954, estava sob o mando de Marcos Perez Jimenez, o mais corrupto de todos os seus governantes, e que chegara ao poder em um dos tradicionais golpes de estado. Jimenez usou o dinheiro dos royalties do petróleo – como certos comentaristas brasileiros preferiam que Chávez tivesse feito – para financiar o "desenvolvimento" dos empresários associados ao capitalismo internacional e participar, pessoalmente, de todos os negócios, mediante as propinas conhecidas. Derrubado em 1958, Perez Jimenez fugiu para os Estados Unidos, com 200 milhões de dólares, que seriam hoje mais de dois bilhões. A pedido de Caracas, foi extraditado, julgado e condenado, e passou cinco anos preso. Em liberdade, asilou-se em Madri, sob a proteção direta de Franco, e ali morreu em 2001.
Ao contrário do que dizem seus inimigos, Chávez manteve as instituições democráticas. Ao voltar ao poder, depois do frustrado golpe contra seu mandato, ele poderia ter usado de repressão violenta contra os responsáveis, mas não o fez. Manteve as instituições e governou de acordo com os marcos democráticos da Constituição de 1999, aprovada por uma assembléia nacional e referendada pelo voto direto dos cidadãos.
"Yo no soy um hombre, soy un pueblo", dissera o colombiano Jorge Eliécer Gaytán, cujo assassinato, provavelmente com a participação da CIA, levantou o povo de Bogotá em 9 de abril de 1948, e serviu de inspiração a Fidel Castro, que se encontrava na cidade. Naqueles dias, a OEA, mais do que hoje submissa a Washington, realizava ali sua assembléia anual.
Chávez, como personalidade invulgar, não terá substitutos. Coube-lhe ensinar o povo a ver com clareza o seu país e os seus direitos, e assim, cumprir o próprio destino. Ele repetiu a retórica de Jorge Eliécer Gaytán, ao dizer – já resignado com a idéia da morte – que ele já não era ele mesmo, mas, sim, o seu povo. E que, em seu povo, ele continuaria a dirigir a "revolução bolivariana".
Talvez a mais expressiva homenagem a Chávez tenha partido de Sean Penn, o grande astro do cinema norte-americano. "O povo norte-americano perdeu um grande amigo, que nunca soube que tinha", disse o excepcional ator de All the King's Men. Os cineastas Oliver Stone e Michael Moore também manifestaram o mesmo pesar.
O grande dirigente político não foi exceção na América, mas a expressão, que se renova em cada geração, em homens da mesma estatura, na luta permanente pela igualdade, liberdade e soberania nacional de nossos povos. E não adianta matá-los, como fizeram a Allende, nem levá-los ao suicídio, como ocorreu a Vargas. O povo, que há neles, é a forja dos novos combatentes.
Em tempo: o Brasil está presente nos funerais com uma numerosa delegação, chefiada pela presidente Dilma Roussef. E não poderia ter sido de outra forma. Em seu tempo, Chávez, mais do que um aliado político e parceiro econômico de nosso país, foi um grande e bom amigo de nossa gente.
--
--
--
Grupo de Debates Brasil-Política
Desde – 30 de março de 2005
Página do grupo: http://groups.google.com.br/group/brasil-politica
Enviar mensagem: brasil-politica@googlegroups.com
Entrar no Grupo: brasil-politica+subscribe@googlegroups.com
Cancelar assinatura: brasil-politica+unsubscribe@googlegroups.com
Regras do Grupo: http://groups.google.com.br/group/brasil-politica/web/regras-do-grupo-brasil-poltica
Edison Evaristo
Moderador do Grupo Brasil-Política
edison.evaristo@gmail.com
---
Você está recebendo esta mensagem porque se inscreveu no grupo "Grupo de Debates Brasil-Política" dos Grupos do Google.
Para cancelar a inscrição neste grupo e parar de receber seus e-mails, envie um e-mail para brasil-politica+unsubscribe@googlegroups.com.
Para obter mais opções, acesse https://groups.google.com/groups/opt_out.
"Meu interesse est� no futuro porque � l� que vou passar o resto da minha vida." "Se voc� est� compromissado com o seu objetivo, � poss�vel!" Se n�o deseja continuar recebendo mensagens deste grupo enviar e.mail para: cancelar-menteestrategica@grupos.com.br"Meu interesse est� no futuro porque � l� que vou passar o resto da minha vida." "Se voc� est� compromissado com o seu objetivo, � poss�vel!" Se n�o deseja continuar recebendo mensagens deste grupo enviar e.mail para: cancelar-menteestrategica@grupos.com.br
"Meu interesse est� no futuro porque � l� que vou passar o resto da minha vida." "Se voc� est� compromissado com o seu objetivo, � poss�vel!" Se n�o deseja continuar recebendo mensagens deste grupo enviar e.mail para: cancelar-menteestrategica@grupos.com.br![]()
![]()
cancelar assinatura - p�gina do grupo
Marcos Pinto Basto
Tel. 013 3467 4204
Você está recebendo esta mensagem porque se inscreveu no grupo "Tribuna Online" dos Grupos do Google.
Para cancelar a inscrição neste grupo e parar de receber seus e-mails, envie um e-mail para tribunaonline+unsubscribe@googlegroups.com.
Para postar neste grupo, envie um e-mail para tribunaonline@googlegroups.com.
Visite este grupo em http://groups.google.com/group/tribunaonline?hl=pt-BR.
Para obter mais opções, acesse https://groups.google.com/groups/opt_out.





0 comentários:
Postar um comentário