Hoje são os do PT que estão mais próximos do O.G.U., mas os outros que transitam pelos corredores palacianos, são tanto ou mais predadores que os primeiros.
Os que gritam contra agora, são os mesmos que ensinaram a enganar e roubar. Barafustam porque querem tomar conta do O.G.U. outra vez. Não valem nada e já mostraram isso durante muito tempo.
A Presidente Dilma não é política profissional, não nasceu da politicalha e está enfrentando uma corja de políticos muito desonestos que lhe foram empurrados por Lula com intenções mais variadas que nossa imaginação possa criar.
Por conta dessa corja de pretensos homens públicos arregimentados por Lula que menosprezou as preferências de sua candidata, a corrupção alastrou-se ainda mais e tornou-se escandalosa a ponto de leais seguidores de Lula terem incentivado o desfecho de operações que a polícia Federal vem mantendo.
Dilma não vai acabar com a corrupção agora, mas avisou os ladrões que necessitam diminuir a voracidade e pode dar-lhes um ultimatum que terá todo o respaldo dos cidadãos honestos do Brasil, bastando para isso que a Presidente promova movimentos populares que a apoiem, silenciado o congresso, a maior praga que atraza a Nação!
Marcos Pinto Basto
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Se você não quiser receber os meus e-mails, por favor me informe. Obrigado."Maior que a tristeza de não ter vencido, é a vergonha de não ter lutado"Rui BarbosaOu acabamos com o PT ou o PT acabará com o Brasil
19/08/2011
às 5:59 `Por Reinaldo AzevedoO mito Lula precisa morrer se o Brasil contemporâneo quiser nascer. Ou: #DesencarnaLula! - (Delmar sugere: leiam no final a preocupação da canalha petista)
As palavras fazem sentido. Essa é uma das mais antigas batalhas deste escriba. Têm aquele sentido estanque, do dicionário, elucidado por sinônimos ou perífrases. E têm o sentido que lhes conferem as circunstâncias, o contexto. Luiz Inácio Apedeuta da Silva, a face mais visível da doença que toma conta da política brasileira, esteve ontem em Minas. E, mais uma vez, nos deu a oportunidade de ler as palavras pelo sentido que elas têm e interpretá-las pelos silêncios que enunciam. Voltou a negar que possa ser o candidato em 2014. E se pergunta então: "Por que um ex-presidente da República, que já havia anunciado que não seria candidato, nega que pretenda se candidatar se não for com o objetivo de que sua candidatura seja debatida como realidade plausível?" Vale dizer: as palavras de Lula devem ser lidas pelo avesso. Ele afirma o que nega; nega o que afirma.
Foi adiante: "Dilma só não será candidata se não quiser". A oração subordinada adverbial condicional — "se não quiser" — traz uma hipótese com a qual ninguém contava até outro dia, muito menos os petistas, especialmente quando a mandatária não concluiu ainda o seu oitavo mês de governo. Então está dado que existe a possibilidade de Dilma não querer. É Lula quem sustenta isso. Em política, "querer" ou "não querer" depende mais da vontade de terceiros do que da própria. O Babalorixá, ele próprio, faz de tudo, já está claro a esta altura, para que ela não queira. Ou não se moveria no tabuleiro da política com tanta saliência.
Não estamos diante daquela situação em que a criatura se volta contra o criador, como o monstrengo criado por Doutor Victor Frankenstein. De certo modo, é o contrário: Lula padece de uma inveja patológica da sua criatura. Considera-se o dono de Dilma de Rousseff. E está profundamente insatisfeito com os rumos que as coisas estão tomando. A imagem da faxina, ainda que uma expressão usada pela imprensa, colou. Só se limpa o que está sujo. E a sujeira foi, sim, a herança maldita que caiu no colo da sucessora. É evidente que ela era da turma. E figura de proa. Tanto é que foi escolhida para conduzir o navio — ou, ao menos, para representar esse papel. Mas a dinâmica da política não depende, reitero, só de vontades. A sujeira começou a aparecer. E os "descontentes" só não estão na rua porque os nossos esquerdopatas transformaram sindicatos, ONGs, movimentos sociais e entidades de classe em sucursais do partido. O PT está hoje mais presente na sociedade do que o Baath no auge do poder de Saddam Hussein. Os tolos dirão: "Mas foi pela via democrática". O aparelhamento é sempre uma afronta à democracia, jamais a sua expressão.
É inaceitável que um ex-presidente da República se coloque, de peito aberto, como uma espécie de articulador informal do governo, seu intérprete mais avalizado, seu condestável. E é o que Lula está fazendo, tentando empurrar Dilma para fora do tabuleiro, embora reafirme, claro, seu apoio à sucessora.
Ele é popular? E daí?
Eu estou pouco me lixando se o Apedeuta é ou não popular. Aliás, falar mal de impopulares é coisa que qualquer covarde pode fazer. Lula é, sim, o nome da "doença" da política brasileira — e vamos, então, ampliar a briga, porque aí o barulho fica bom —, assim como Getúlio Vargas já foi um dia e, em muitos aspectos, ainda é. As pessoas têm os seus valores, e eu também. Não nutro a menor simpatia por um líder fascistóide, que prendeu, torturou e matou nas masmorras. "Ah, mas ele fundou o Brasil moderno!" Que Brasil moderno? O Getúlio do Estado Novo compôs com todas as forças reacionárias com a qual a dita Revolução de 30 prometia acabar — de fato, em certo sentido, Lula mimetiza Getúlio… Não leio a sua carta de suicídio sem atentar para o seu lado patético, sua literatice chula, seus contrastes vigaristas entre os "bons" e os "maus", sua irresponsabilidade fundamental. Não se deve especular, por pudor, sobre a razão dos suicidas — desde que o sujeito não decida "sair da vida para entrar na história". Arghhh… Politicamente, e é de política que falo, teria sido bem mais corajoso enfrentar seus acusadores. Era grande a chance de que terminasse deposto e na cadeia.
Essas almas "intensas", "amorosas", " passionais", "carismáticas" deseducam o povo e conduzem os países, com freqüência, ao desastre. Muito bem: Getúlio era fruto de um tempo que produziu varias formas do fascismo mundo afora — e aqui também, portanto. Mas os outros países exorcizaram seus fascistas. Nós amamos os nossos. Ou melhor: "eles" (porque não sou da turma) amam os deles. É claro que a "moral revolucionária" das esquerdas, muito especialmente dos comunistas, colaborou para isso. Luiz Carlos Prestes saiu da cadeia, onde tinha sido barbaramente torturado pela polícia de Getúlio — sua mulher, Olga, tinha sido deportada grávida para a Alemanha, onde foi morta — para subir no palanque do ditador contra "as forças do imperialismo". Olga estava longe de ser a heroína pintada pelo chavista (e agora biógrafo de Lula) Fernando Morais. Mas isso não livra a cara de Getúlio.
Eu não opero com uma balança em que a canalhice é posta num prato, e as conquistas, noutro, em busca de um equilíbrio. Findo o estado novo, o lugar de Getúlio era a cadeia, não tentando voltar ao poder, aí pela via democrática, com o apoio dos comunas, que odiavam a democracia… Que circo nojento! Por que falo de Getúlio? Porque estepaiz ainda vive à mercê desses redentores — e Lula ocupou esse papel, à custa de uma máquina de mentiras e de manipulação da informação de fazer inveja ao DIP getulista. Não! Não tenho absolutamente nada de pessoal contra o Babolorixá. Até me policio um pouquinho para não me deixar tocar minimamente por sua inegável simpatia pessoal — quando não está sobre um palanque, possuído pelo ogro eleitoral. É a sua figura política que é nefasta, que deseduca, que desinforma, que dá sobrevida ao que há de mais atrasado na política .
O mito Lula precisa morrer — não o Lula! Que tenha tataranetos, mas sem passaporte diplomático! — se um Brasil minimamente afinado com a contemporaneidade quer nascer. O homem está mobilizando o seu partido e outros da base aliada contra um movimento — ainda incipiente, que é mais da sociedade do que de Dilma, é óbvio — contra a corrupção! Esse Shrek do Mal está tentando nos convencer de que a sem-vergonhice é um preço que o Brasil precisa pagar para avançar. E não é! Uma coisa é admitir que o malfeito existe, é parte da política e precisa ser extirpado. Outra, distinta, é encará-lo como virtude.
No momento em que ministros atolados em lambanças perdem seus cargos, o que faz o "pai do povo"? Sai por aí estimulando, na prática, o debate sobre a sucessão de Dilma, que está no poder há menos de oito meses. Em defesa do que mesmo? De quais princípios? Se isso não é uma forma de chantagem política, é o quê?
O Brasil avança, sim! Avança apesar da corrupção e do permanente assalto ao dinheiro público. Avança pela força dos brasileiros que trabalham, apesar dos vagabundos que vivem do esforço alheio; avança pela capacidade empreendedora dos seus empresários, apesar daqueles que vivem do compadrio e dos favores do estado; avança pela força — e eles existem — dos políticos honestos, apesar da escória que entra na vida pública para se arrumar.
E é isto que precisamos ter muito claro: OS DEFEITOS DA VIDA PÚBLICA BRASILEIRA DEFEITOS SÃO, E NÃO VIRTUDES! Por mais que pareça absurdo a muitos, O BRASIL AVANÇA APESAR DE LULA, NÃO POR CAUSA DELE.
Ele havia prometido "desencarnar", vocês se lembram. Mais uma vez, não cumpriu uma promessa. É chegada a hora de fazer uma campanha pública:#DesencarnaLula!
PT teme carimbo de corrupto sobre governo Lula
09:05, REDAÇÃO ÉPOCA BRASIL TAGS: 180811, ALFREDO NASCIMENTO, ANTONIO PALOCCI, DILMA ROUSSEFF, GLEISI HOFFMANN, IDELI SALVATTI, LULA, NELSON JOBIM, WAGNER ROSSIA queda de quatro ministros herdados por Dilma Rousseff (Antonio Palocci – PT, Alfredo Nascimento – PR, Nelson Jobim – PMDB e Wagner Rossi – PMDB) do governo Lula está causando desconforto no PT. Segundo reportagem do Estadão, dirigentes do partido, parlamentares e ministros temem que a chamada faxina na Esplanada acabe carimbando a gestão anterior como corrupta.
(Mas que injustiça estão fazendo com os petralhas!. O governo Lula corrupto?? Mas que calúnia, que maladade!) Delmar Philippsen
Em conversas a portas fechadas, petistas criticam o estilo de Dilma, a "descoordenação" na seara política e o que chamam de "jeito duro" da presidente. Uma das frases mais ouvidas nessas rodas é: "Temos de defender o nosso projeto e o Lula." Mesmo os que não defendem abertamente a volta de Lula na eleição de 2014 dizem que Dilma está comprando brigas em todas as frentes – do Congresso ao movimento sindical -, sem perceber que, com sua atitude, alimenta o "insaciável leão" do noticiário e incentiva o tiroteio entre aliados. Na avaliação de petistas, o poderoso PMDB – que na quarta-feira, 17, perdeu o ministro da Agricultura, Wagner Rossi – não é confiável e acabará dando o troco a qualquer momento.
Esse papo está parecendo coisa de patrão que coloca a culpa da sujeira na faxineira. De acordo com oEstadão, 12 parlamentares do PT conversaram com as ministras Gleisi Hoffmann (Casa Civil) e Ideli Salvatti (Relações Institucionais) há dez dias e disseram que o governo Dilma ia se isolar no Congresso. Um deles afirmou: "O problema é a próxima crise". Para evitar isso, uma dica simples: se não sujar, não precisa limpar.
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Marcos Pinto Basto
Tel. 013 3467 4204
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