Re: Fw: Jornal Estado de São Paulo 001 - Quem é Dilma Rousseff

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
Álvaro, não é o Villa nem os do mesmo quilate que têm competência e credibilidade para criticar D.Dilma
assim como tu não podes insultá-la. 
Marcos Pinto Basto

Em 14 de fevereiro de 2013 17:33, Álvaro Pedreira de Cerqueira <alvaropcerqueira@uol.com.br> escreveu:
Com tão mentirosa resposta, você confirma ser um cego seguidor de caudilhos populistas, mesmo eles destruindo o país, como faz Dilma, como amplamente demonstrado, com provas irrefutáveis, pelo Prof. Marco Antonio Villa no artigo abaixo, que você não tem como refutar. Em sua resposta, se isso é o que a terrorista e ladra Dilma sabe fazer de melhor, é mais uma prova da crítica de Villa. E nós brasileiros estamos, como dizem os espanhóis, hodidos y mal pagados.
----- Original Message -----
Sent: Wednesday, February 13, 2013 4:06 AM
Subject: Re: Fw: Jornal Estado de São Paulo 001 - Quem é Dilma Rousseff

Álvaro, a D. Dilma sabe governar o Brasil muito melhor que teus amigos!
Marcos Pinto Basto

Em 12 de fevereiro de 2013 20:22, Álvaro Pedreira de Cerqueira <alvaropcerqueira@uol.com.br> escreveu:

Especial para os seguidores de caudilhos populistas:
 
SILVIO LAND ROVER PINHEIRO, ANTONIO iMORALES,
 
M. PACHECO, MARCOS PINTO BASTO, EUCLIDES
 
LOPES, FERNANDA TARDIN, GEZIVAL TEIXEIRA LIMA, RAUL
 
LONGO, JOSÉ PAULO LOPES, LAERTE BRAGA, PROF. PEDRO T.
 
BARRÊTO (PETRIBA), MENTE ESTRATÉGICA, CASTOR PHOTO,
 
FLÁVIO J J e demais esquerdopatas. (Comentário do Prof. Ricardo Bergamini, seguido de artigo

 

d'O Estado de S. Paulo sobre Dilma Rousseff)

 

 

 

Amigo Ruy

 

No artigo abaixo, onde se lê: E a dívida pública federal disparou: chegou a R$ 2 trilhões.

 

Na realidade, segundo o Tesouro Nacional a dívida pública federal líquida (interna e externa) seria de R$ 2,8 trilhões, com base em novembro de 2012, conforme quadro demonstrativo abaixo.

 

Somente a dívida interna seria de R$ 2,7 trilhões.

 

Com base no acima colocado o artigo do Jornal o Estado de São Paulo, divulgado pelo amigo, vai para a lixeira.

 

Grato.

 

No Brasil a burrice tem passado glorioso e futuro promissor (Roberto Campos)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 TABELA A7 - DÍVIDA DO TESOURO NACIONAL

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

R$ milhões

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Nov/12

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 I. DÍVIDA INTERNA

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

2.734.496,6

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

   I.1. DPMFi EM PODER DO PÚBLICO\1

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

1.872.226,8

                LFT

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

422.373,6

                LTN

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

526.776,4

                NTN-B

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

585.279,5

                NTN-C

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

66.186,4

                NTN-F

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

236.927,6

                Dívida Securitizada

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

8.257,7

                Demais Títulos em Poder do Público

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

26.425,7

   I.2. DPMFi EM PODER DO BANCO CENTRAL

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

886.369,9

                LFT

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

186.727,0

                LTN

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

249.433,7

                Demais Títulos na Carteira do BCB

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

450.209,3

   I.3. (-) APLICAÇÕES OFICIAIS EM TÍTULOS PÚBLICOS

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

-30.229,9

   I.4. DEMAIS OBRIGAÇÕES INTERNAS

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

6.129,8

 II. DÍVIDA EXTERNA 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

92.990,5

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

   II.1. DÍVIDA MOBILIÁRIA

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

79.819,1

                Euro

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

2.350,4

                Global US$

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

63.649,8

                Global BRL

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

13.752,7

                Demais Títulos Externos

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

66,1

   II.2. DÍVIDA CONTRATUAL

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

13.171,4

                Organismos Multilaterais

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

7.558,7

                Credores Privados e Ag. Governamentais

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

5.612,7

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 III. DÍVIDA DO TESOURO NACIONAL (I+II)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

2.827.487,1

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DIVIDA DO TESOURO NACIONAL/PIB\2

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

64,5%

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Obs.: Dados sujeitos a alteração.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

\1 Inclui TDA e dívida securitizada.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

\2 PIB valor corrente - acumulado em 12 meses.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

----- Original Message -----

From: Ruy Lopes Filho

To: Grupo Pensar

Sent: Tuesday, February 12, 2013 10:05 AM

Subject: [Grupopensar] Fwd: Vou-me embora pra Bruzundanga (Análise da Presidente Dilma) - Marco Antonio Villa - O Estao de SP - 11/fev/2013

 

 Vou-me embora pra Bruzundanga

Marco Antonio Villa
O Estado de SP

11/fev/2013


O Brasil é um país fantástico. Nulidades são transformadas em gênios da noite para o dia. Uma eficaz máquina de propaganda faz milagres. Temos ao longo da nossa História diversos exemplos. O mais recente é Dilma Rousseff.

Surgiu no mundo político brasileiro há uma década. Durante o regime militar militou em grupos de luta armada, mas não se destacou entre as lideranças. Fez política no Rio Grande do Sul exercendo funções pouco expressivas. Tentou fazer pós graduação em Economia na Unicamp, mas acabou fracassando, não conseguiu sequer fazer um simples exame de qualificação de mestrado. Mesmo assim, durante anos foi apresentada como "doutora" em Economia.Quis-se aventurar no mundo de negócios, mas também malogrou. Abriu em Porto Alegre uma lojinha de mercadorias populares, conhecidas como "de 1,99". Não deu certo. Teve logo de fechar as portas.

Caminharia para a obscuridade se vivesse num país politicamente sério. Porém, para sorte dela, nasceu no Brasil. E depois de tantos fracassos acabou premiada: virou ministra de Minas e Energia.
Lula disse que ficou impressionado porque numa reunião ela compareceu munida de um laptop. Ainda mais: apresentou um enorme volume de dados que, apesar de incompreensíveis, impressionaram favoravelmente o presidente eleito.

Foi nesse cenário, digno de O Homem que Sabia Javanês, que Dilma passou pouco mais de dois anos no Ministério de Minas e Energia. Deixou como marca um absoluto vazio. Nada fez digno de registro. Mas novamente foi promovida. Chegou à chefia da Casa Civil após a queda de José Dirceu, abatido pelo escândalo do mensalão. Cabe novamente a pergunta: por quê? Para o projeto continuísta do PT a figura anódina de Dilma Rousseff caiu como uma luva. Mesmo não deixando em um quinquênio uma marca administrativa, um projeto, uma ideia, foi alçada a sucessora de Lula.

Nesse momento, quando foi definida como a futura ocupante da cadeira presidencial, é que foi desenhado o figurino de gestora eficiente, de profunda conhecedora de economia e do Brasil, de uma técnica exemplar, durona, implacável e desinteressada de política. Como deveria ser uma presidente, a primeira no imaginário popular.

Deve ser reconhecido que os petistas são eficientes. A tarefa foi dura, muito dura. Dilma passou por uma cirurgia plástica, considerada essencial para, como disseram à época, dar um ar mais sereno e simpático à então candidata. Foi transformada em "mãe do PAC". Acompanhou Lula por todo o País. Para ela e só para ela a campanha eleitoral começou em 2008. Cada ato do governo foi motivo para um evento público, sempre transformado em comício e com ampla cobertura da imprensa. Seu criador foi apresentando homeopaticamente as qualidades da criatura ao eleitorado. Mas a enorme dificuldade de comunicação de Dilma acabou obrigando o criador a ser o seu tradutor, falando em nome dela e violando abertamente a legislação eleitoral.

Com base numa ampla aliança eleitoral e no uso descarado da máquina governamental, venceu a eleição. Foi recebida com enorme boa vontade pela imprensa. A fábula da gestora eficiente, da administradora cuidadosa e da chefe implacável durante meses foi sendo repetida. Seu figurino recebeu o reforço, mais que necessário, de combatente da corrupção. Também,pudera: não há na História republicana nenhum caso de um presidente que em dois anos de mandato tenha sido obrigado a demitir tantos ministros acusados de atos lesivos ao interesse público.

Com o esgotamento do modelo de desenvolvimento criado no final do século 20 e um quadro econômico internacional extremamente complexo, a presidente teve de começar a viver no mundo real. E aí a figuração começou a mostrar suas fraquezas. O crescimento do produto interno bruto (PIB) de 7,5% de 2010, que foi um componente importante para a vitória eleitoral, logo não passou de uma recordação. Independentemente da ilusão do índice (em 2009 o crescimento foi negativo: -0,7%), apesar de todos os artifícios utilizados, em 2011 o crescimento foi de apenas 2,7%. Mas para piorar, tudo indica que em 2012 não tenha passado de 1%. 
Foi o pior biênio dos tempos contemporâneos, só ficando à frente, na América do Sul, do Paraguai. A desindustrialização aprofundou-se de tal forma que em 2012 o setor cresceu negativamente: -2,1%. O saldo da balança comercial caiu 35% em relação à 2011, o pior desempenho dos últimos dez anos, e em janeiro deste ano teve o maior saldo negativo em 24 anos. A inflação dá claros sinais de que está fugindo do controle. E a dívida pública federal disparou: chegou a R$ 2 trilhões. (2,7 trilhões conforme demonstrou acima o Prof. Bergamini)

As promessas eleitorais de 2010 nunca se materializaram. Os milhares de creches desmancharam-se no ar. O programa habitacional ficou notabilizado por acusações de corrupção. As obras de infraestrutura estão atrasadas e superfaturadas. Os bancos e empresas estatais transformaram-se em meros instrumentos políticos; a Petrobras é a mais afetada pelo desvario dilmista.

Não há contabilidade criativa suficiente para esconder o óbvio: o governo Dilma Rousseff é um fracasso. E pusilânime: abre o baú e recoloca velhas propostas como novos instrumentos de política econômica. É uma confissão de que não consegue pensar com originalidade. Nesse ritmo, logo veremos o ministro Guido Mantega anunciar uma grande novidade para combater o aumento dos preços dos alimentos: a criação da Sunab.

Ah, o Brasil ainda vai cumprir seu ideal: ser uma grande Bruzundanga. Lá, na cruel ironia de Lima Barreto, a Constituição estabelecia que o presidente "devia unicamente saber ler e escrever; que nunca tivesse mostrado ou procurado mostrar que tinha alguma inteligência; que não tivesse vontade própria; que fosse, enfim, de uma mediocridade total".

 




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Marcos Pinto Basto
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